Microsoft Windows 7 blog

Um novo blog oficial da Microsoft foi criado no site da MSDN (Microsoft Developer Network).
Este blog é gerido por dois engenheiros da Microsoft, Jon DeVaan e Steven Sinofsky e trata-se do blog oficial para a engenharia do Microsoft Windows 7, a próxima Release dos Windows.
O objectivo deste blog é informar os utilizadores mais curiosos acerca das novidades do desenvolvimento do projecto "Windows 7".
Esta equipa espera assim pelo feedback dos utilizadores e as criticas dos bloggers.
Intel apresenta o Remote Wake

The ability to remotely wake computers is an important development in computer management. This feature has evolved over the last few years from a simple remote power-on capability to a complex system interacting with a variety of device and OS power states.
A Intel pretende lançar para o mercado geral um novo tipo de motherboards com Remote Wake.
O Remote Wake permite a qualquer pessoa, ligar um computador remotamente e desta forma executar tarefas programadas, como por exemplo backups, envio de informação, etc.
No site da Intel podemos encontrar um artigo que explica a tecnologia e dessa forma compreender melhor como funciona o sistema e o que é necessário para que o mesmo funcione correctamente, como opções na BIOS e outras configurações.
Para já espera-se que sejam lançados 4 modelos com Remote Wake. Resta esperar para ver.
Como criar um blog - parte 2

E aqui estamos nós para a segunda parte do artigo "Como criar um blog". Desta vez o objectivo será criar a imagem do site, ou seja, colocar o site com um aspecto que o agrade a si e ao publico alvo.
Algumas das sugestões aqui dadas são apenas a minha opinião pessoal, poderão até haver melhores alternativas.
Como criar um logótipo
Uma das melhor formas de criar uma imagem única é ter um logótipo original, simples e que fique memorizado na cabeça dos seus leitores.
Exemplos disso são os logótipos de marcas como a Apple ou a Nike, simples e de fácil memorização.
Se não tem jeito para o design, procure algum designer com provas dadas de que tem jeito para a coisa. Esta opção pode não ser muito acessível para quem quiser iniciar um blog, mas se acreditamos em algo, devemos investir nele não?
A escolha do logótipo tem que ser algo feito com pés e cabeça. O logótipo deverá ter a ver com o tema do seu blog, não fazia sentido colocar uma bola de futebol num logótipo sobre um site de gadgets, bem como um telemóvel num logótipo de um site sobre desporto.
Principalmente escolha um logótipo que o permite criar várias tonalidades de cor.
Para além do logótipo, poderá em alternativa criar uma mascote, no entanto no caso da mascote terá que ter em causa que esta deverá mostrar várias posições.
Escolher o theme do blog
Após ter o logótipo do blog, deverá ter em conta na tonalidade de cores do blog.
Se for um site sobre Rock, não fará sentido colocar uma tonalidade de cores claras, muito pelo contrário, as cores deverão ser escuras. Se por outro lado, for um site sobre casamentos, não fará sentido colocar cores escuras.
Neste caso, como estamos a usar o Wordpress, aconselho-o a dar uma vista de olhos pelo directório de themes oficial. Aí poderá encontrar vários themes compatíveis com o seu gosto e filtrar os resultados, escolhendo se deseja themes widget-ready, escuros, claros, com o código válido, uma, duas ou mais colunas, etc.
Em qualquer dos casos poderá fazer pequenas alterações no seu theme de forma a acertar pequenos detalhes.
Acima de tudo o que se deseja é que você se sinta bem com o design do seu próprio site e que a maioria dos seus leitores gostem do mesmo.
Caso deseje desenvolver o seu próprio theme, deverá ter alguns conhecimentos prévios em HTML e CSS e ler a excelente documentação do Wordpress no Codex @ Wordpress.
Deverá tentar perceber a hierarquia de um theme Wordpress e em caso de dúvida, verificar o código de outros themes.
Facilmente poderá adicionar várias sidebars dinâmicas que podem ser geradas através do backend do Wordpress.
Na minha opinião, o Wordpress é um dos CMS mais fáceis de criar themes, por isso alguém com alguns conhecimentos, não terá dificuldade em criar um theme ao seu gosto.
A próxima parte do tutorial vai ser a escolha dos plugins para o Wordpress, por isso não deixem de ler o WebTuga diariamente, pois não tem data definida para escrever esse artigo.
Stumbleupon Down
Já todos conhecem a página do Twitter quando este está com problemas, mas nunca tinha visto o StumbleUpon down.
De momento já se encontra online, mas para os mais curiosos, aqui fica uma printscreen da página offline do StumbleUpon:
Gmail - Temporary Error (502)

O pânico instalou-se na Internet depois da falha no Gmail que fez com que alguns twitteiros reagissem com vários comentários ao serviço.
Temporary Error (502)
We’re sorry, but your e-mail@gmail.com account is currently experiencing errors. You won’t be able to use your account while these errors last, but don’t worry, your account data and messages are safe. Our engineers are working to resolve this issue.
Please try accessing your account again in a few minutes.
Na verdade, hoje em dia não consigo viver sem o Gmail. Apesar de usar o cliente de e-mail mail.app para a gestão da maioria dos meus e-mails, tenho sempre pelo menos uma conta do gmail aberta e outra conta do Google Apps for domains.
Felizmente o serviço voltou a funcionar poucos minutos depois e aparentemente já está tudo a funcionar correctamente.
Novo recorde batido nos jogos olímpicos de Pequim
Pois é, ao que parece foi batido um novo recorde mesmo no dia da cerimónia de apresentação dos jogos olímpicos de Pequim.
Sem razão aparente, foi detectado um gigantesco bsod (bluescreen of death) num dos painéis do evento.
Veja você mesmo:
Compilar o IceCat com suporte para um idioma à sua escolha
De há pelo menos um mês para cá que o IceCat é o meu browser de eleição. Este browser é baseado no Firefox e tem algumas adições, como uma funcionalidade que permite bloquear, individualmente, cada cookie de um determinado website.
Aproveitando o post do cenourinha sobre a sua experiência com a última versão estável do Ubuntu, deixo este pequeno tutorial.
O browser é mantido apenas para o sistema GNU/Linux, mas deverá ser possível compilá-lo em Windows, Mac OS X e outras plataformas sem grandes problemas, já que o código-fonte deste se mantém alinhado com a última versão do Firefox - e, como sabem, o Firefox está disponível para diferentes sistemas. Para além disso, está apenas disponível em inglês. Para que possam o Icecat em português - ou qualquer outra, se assim o entenderem -, vou explicar como compilar o browser, num sistema GNU/Linux, já com o idioma em português.
Primeiro que tudo, tenho que dizer que eu uso o gNewSense, por isso este tutorial reflecte os passos nesse sistema. Como o gNewSense é baseado no Ubuntu, deverá ser possível reproduzir este pequeno tutorial na integra na distribuição mantida pela Canonical, assim como no Debian e distribuições baseadas nesta. Nas outras, os passos deverão ser semelhantes. Também, este tutorial não é para quem agora começou a usar o sistema GNU/Linux, mas para quem já tem um conhecimento ligeiro do sistema e da linha de comandos.
Agora que a introdução chata está feita, vamos pôr as mãos na massa. O primeiro passo é a instalação das dependências do IceCat. Abram um terminal e digitem o seguinte comando:
sudo apt-get install libx11-dev ftgl-dev libotf-dev libxft-dev libpango1.0-dev doxygen autoconf libgtk2.0-dev libnm-glib-dev libidl-dev libxt-dev libpng12-dev libxp-dev
Depois de instaladas as dependências, temos que descarregar o código-fonte, descompactar o arquivo e movê-lo para /usr/src (como tenho o código-fonte de todas as aplicações nesta localização, vou obrigar-vos a seguir este meu hábito):
wget ftp://ftp.gnu.org/gnu/gnuzilla/3.0.1-g1/icecat-3.0.1-g1.tar.bz2
sudo tar xvf -C /usr/src icecat-3.0.1-g1.tar.bz2
Agora, vamos até à pasta /usr/src e vamos preparar tudo para descarregar os ficheiros de idioma necessários:
cd /usr/src
sudo cvs -z3 -d:pserver:anonymous@cvs-mirror.mozilla.org:/cvsroot co mozilla/client.mk
sudo cvs -z3 -d:pserver:anonymous@cvs-mirror.mozilla.org:/cvsroot co mozilla/tools/l10n
Precisamos dos ficheiros para o idioma português europeu (pt-PT). Para isso, primeiro temos que entrar na pasta mozilla, criada pelo passo anterior, e depois correr um comando. Como não saímos de /usr/src:
cd mozilla
sudo make -f client.mk l10n-checkout MOZ_CO_PROJECT=browser MOZ_CO_LOCALES=pt-PT
Depois de executado o comando anterior, ficamos com o código-fonte do Firefox na pasta mozilla e os ficheiros de idioma que queremos na pasta l10n, localizada em /usr/src. O facto da pasta l10n ficar em /usr/src e não em /usr/src/mozilla poupa-nos o trabalho de a mover.
Como já temos o código-fonte do IceCat no local correcto (fizemos isso num dos primeiros passos), temos que preparar a tradução para ser usada pelo IceCat. Isso passa por criar duas pastas, copiar dois ficheiros para elas e editá-los. Primeiro, vamos entrar na pasta browser, que está dentro da pasta do idioma, que por sua vez está dentro da pasta l10n.
cd /usr/src/l10n/pt-PT/browser
Agora, criamos as duas pastas que precisamos:
sudo mkdir -p branding/unofficial
Copiamos os dois ficheiros de que necessitamos:
sudo cp ../../chrome/branding/brand.*
E agora editamos os ficheiros brand.dtd e brand.properties. Vejam os meus para saberem como eles devem ficar.
Para além de editar os ficheiros que movemos para as pastas que criámos, eu fiz outras alterações. Para saberem quais, vejam o diff que criei.
Agora que a tradução está pronta, vamos até à pasta do IceCat e compilamos este browser com o Português Europeu (pt-PT):
cd /usr/src/icecat-3.0.1-g1
sudo ./configure –enable-ui-locale=pt-PT; sudo make
Agora, o IceCat está compilado em português, mas não instalado globalmente. Para o instalarem no sistema, teriam que usar o comando sudo make install. Se quiserem, podem fazê-lo, mas eu aconselho antes a criação de um arquivo com os binários, tal como a Mozilla distribui o browser no seu site. Para o fazer basta, no final do sudo make:
sudo make -C browser/installer/
O comando sudo make -C browser/installer/ vai criar-vos um arquivo bzip2 em dist/ chamado icecat-3.0.1-g1.pt-PT.linux-i686.tar.bz2. Podem copiá-lo para onde quiserem e usar o IceCat como se usassem o Firefox descarregado do site da Mozilla.
Se quiserem criar uma extensão para adicionar um idioma ao IceCat, vão precisar de executar todos os passos até à compilação do browser. Aí, não se passa a flag para o idioma (se já tinham compilado antes o IceCat, podem saltar este passo). Em vez disso, executam-se os seguintes comandos:
sudo ./configure
sudo make;
Assim que acabar, vão até browser/locales:
cd browser/locales
E executem o seguinte comando, que criará uma extensão xpi em dist/install (/usr/src/icecat-3.0.1-g1/dist/install):
sudo make langpack-pt-PT
Essa extensão poderá ser instalada no IceCat e Firefox - e, muito provavelmente, em qualquer browser baseado no Firefox - que esteja noutro idioma que não o Português Europeu. Por uma razão que desconheço, o nome da extensão fica firefox-3.0.1-g1.pt-PT.langpack.xpi. Talvez se deva a um makefile, mas não tenho a certeza.
Volto a repetir que este tutorial requere alguns conhecimentos mínimos do sistema GNU/Linux. Se não os tiverem, podem descarregar o IceCat pronto a usar do seu site oficial. Se usarem Debian, Ubuntu ou uma distribuição baseada numa delas, também podem instalar um pacote deb.
Ubuntu 8.04.1 - A minha experiência com…

Ontem à noite decidi dar utilidade ao HP 530 que comprei através do Projecto e-escolas e instalei-lhe o Ubuntu.
A instalação correu perfeitamente e esta tudo a funcionar. Ao primeiro pensei que tinha um problema com a placa wireless, mas afinal é só mesmo o botão do portátil que não liga a luz, pois a placa funciona perfeitamente.
Som, teclado, trackpad, wireless, tudo funciona perfeitamente.
Após instalar e verificar que tudo estava a funcionar em condições, decidi personalizar o ambiente Gnome e instalar algumas aplicações básicas para o meu dia a dia, o que não são muitas, pois o Ubuntu já vem com as principais, Firefox, Rhythmbox, etc.
Antes de tudo, actualizei o sistema, pois o CD que aqui tinha já leva com alguns meses de atraso, cerca de 250MBs de updates e instalei uns codecs de áudio e vídeo.
Como sou utilizador fanático das redes IRC, instalei o Konversation, um cliente de IRC bastante completo e fácil de utilizar.
Em seguida avancei para a personalização do ambiente Gnome e do gestor de login GDM. Para tal acedi ao site Gnome-Look e escolhi aquele que mais me agradou. Neste caso já tinha um em mente que era o Mockup do Will para o Entrepid Ibex, a próxima versão do Ubuntu.
Fiz o download dos dois pacotes, tanto do GTK2+ como o pacote do GDM e instalei. Ficou simplesmente bestial.
Curiosamente agora que verifiquei novamente o Gnome-Look, já existe uma nova versão do mockup disponível.
Chegou então a vez de adicionar alguma interactividade no ambiente e para tal instalei o AWN ( Avant Window Navigator ), uma espécie de dock para o Gnome e ainda o Gnome-do, um "lançador de aplicações" ( app launcher ).
Até aqui já tinha o ambiente perfeito, só faltava o cliente para o twitter. Como twitterólico que sou, não passo um dia sem twittar e foi então que decidi procurar por um cliente que me permitisse comunicar pelo twitter da mesma forma que faço com o Twitterrific no macOSx leopard.
A primeira opção foi o Twitux, no entanto o sistema não me agradou lá muito e após ouvir algumas sugestões no twitter, decidi dar uma oportunidade ao gTwitter, que até agora me tem agradado.
Para completar o sistema operativo, instalei um media center do qual já tinha falado aqui, que é o Elisa Media Center.
Já há bastante tempo que não corria Linux em ambiente gráfico e tenho a dizer que as dificuldades numa pessoa em se adaptar ao Linux são meramente nulas.
Porquê pagar por uma coisa que podemos ter gratuitamente e com mais qualidade?
Aqui ficam algumas screenshots do meu ambiente de trabalho:
Ate Tem Piada - Novo blog de humor da rede WebTuga

Hoje, no dia do começo dos jogos olímpicos de Pequim, nada melhor do que anunciar um novo blog na rede WebTuga.
Trata-se do Até Tem Piada e é um blog que todos os dias nos trás os vídeos mais engraçados da Internet.
O site conta já com mais de 500 vídeos e também podemos encontrar pelo meio algumas anedotas e piadas, como é o caso da piada acerca do Galo de Barcelos.
Pode ver o arquivo dos vídeos de humor, votar nos vídeos e ainda enviar os seus próprios vídeos para que sejam publicados no blog.
Não se esqueçam de subscrever a rss feed ao Até Tem Piada e seguir a conta no Twitter com as notificações do site.
Como criar um blog - parte 1

Hoje em dia qualquer pessoa tem o seu blog pessoal, no entanto muitas pessoas apenas têm o seu blog num dos serviços gratuitos e estão limitados de certa forma e existem outros que querem ter um blog, mas não sabem como o fazer.
Neste artigo vou explicar quais os passos para iniciar um blog e levá-lo ao sucesso.
Quero mesmo um blog? Tenho tempo para ele?
Antes de criar um blog, é necessário saber se necessitamos mesmo de um blog e se vamos ter tempo para o actualizar.
Muitas das vezes as pessoas criam um blog, mas este nunca é mais actualizado, talvez devido à falta de tempo, ou devido à perca de interesse por não ter comentários ou visitas.
No entanto, não espere que as visitas lhe vão cair do céu, é necessário esperar.
Portanto certifique-se de que está preparado para começar um blog e tem tempo para o levar em frente.
Qual o tema do blog?
Se vai criar um blog pessoal, deve avançar para o próximo tópico. Na realidade. a maioria dos blogs de hoje não são pessoais, acabando por falarem sobre algum tema, como o WebTuga que fala um pouco de tudo, o Tugatrónica que fala sobre gadgets e electrónica, o AppleTuga que fala sobre as novidades da Apple, o Boorlix que cobre a Web 2.0, entre outros.
Se vai criar um blog, necessita de definir bem a sua temática, só assim poderá orientar-se no que vai escrever.
Escolher nome do blog
Agora que escolheu o tema, deverá escolher o nome para o seu blog.
Se vai ser um blog pessoal, deverá escolher algo que identifique a sua pessoa, como o seu nome, uma alcunha ou um nick utilizado na Internet, ou poderá escolher um nome aleatório e que seja engraçado.
Se por outro lado, o seu blog vai ser temático, deverá procurar um nome que contenha as palavras chave no seu conteúdo, podendo misturar nomes em línguas diferentes, mas que faça com que a pessoa saiba a temática do seu site, mesmo antes de entrar nele.
Por exemplo, alguém que ouça falar no AppleTuga, vai sempre associar a um site acerca da Apple, ou MobileTuga, vai associar a telemóveis ou gadgets móveis ou o GameTuga e o TugaSport que sugerem jogos e desporto.
Escolha sempre um nome que atraia ao publico alvo, isso fará com que o publico alvo reconheça o seu blog.
Escolher plataforma do blog
Deduzindo que já tem um tema e um nome para o seu blog, está na hora de entrar em acção e procurar a sua ferramenta para blogging.
Apesar de existirem várias plataformas self-hosted para a criação de blogs, a minha sugestão recai sobre o Wordpress, visto ser opensource, gratuita e existirem centenas de recursos gratuitos para a mesma.
No entanto, poderá sempre optar por Movable Type, Expression Engine, LiveJournal, LifeType, b2evolution, NucleusCMS, entre muitas outras.
Escolher domínio para o blog
Este é um passo importantíssimo na criação de um blog ou de qualquer tipo de site.
O endereço deverá ser o mais curto possível, no entanto deverá ter ou o nome do site na sua constituição, ou então uma palavra chave que suscite a atenção ao publico alvo.
Quanto ao sufixo do domínio, se deseja apenas atingir atenção para a população de utilizadores de Internet de apenas um país, deverá procurar um domínio local, como por exemplo o .com.pt ou o .pt para os Portugueses ou o .com.br ou .br para os Brasileiros. Caso contrário, se deseja que o seu site atinja todos os utilizadores da Internet, deverá procurar um domínio que seja reconhecido internacionalmente, como por exemplo o .com, o .net, o .org entre outros exemplos.
Escolher alojamento para o blog
Este é um passo bastante importante na criação de um blog. Convém saber bem a quem vai confiar o alojamento do seu site, pois existem por aí o que se pode chamar mesmo de "Empresa na hora". O que quero com isto dizer, é que existem auto-denominadas Service Providers que nem sequer 1 mês de idade completam, acabando em poucos dias.
Existem também aquelas empresas que lhe oferecem 1000GBs e 1TB de espaço, com batata frita e arroz solto a acompanhar... Será que há alguém que acredite que lhe vão "dar" 2 discos de 500GBs por mês, por uns meros dólares/euros?
Estas empresas baseiam-se no overselling e muitas das vezes arranjam desculpas descabidas para terminar-lhe o serviço.
Antes de se decidir por uma empresa de alojamento, deverá procurar feedback de outros clientes alojados na mesma, procurar saber onde estão localizados os servidores e verificar se esta faz backups, para não haver problemas de perca de dados.
Verifique os planos que temos para lhe oferecer no WebTuga Hosting, com servidor em DataCenter Nacional, Backups diários para um segundo disco e ainda para um servidor remoto e com um suporte rápido e experiente.
Instalar o blog (Wordpress)
Deduzindo que escolheu a minha sugestão e quer o Wordpress como a sua plataforma de blogging, sugiro-lhe a verificar o meu tutorial de "como instalar o wordpress".
A instalação é bastante fácil e pouco demorada, pelo que deve ter um blog simples em poucos minutos.
Esta é a primeira parte de muitas deste artigo. Em breve irei completar este artigo com informações relativas a como escolher o theme para o seu blog, quais os plug-ins necessários, como optimizar o seu blog para os motores de busca e ainda como e onde divulgar o seu blog.
Deixo aqui também algumas dicas adicionais que o vão ajudar a aumentar a sua motivação para continuar com o seu blog.
Uma das coisas que aprendi no mundo do blogging é que não devo escrever só por escrever, ou seja, não devo escrever por obrigação, mas sim por gosto.
Outra situação que normalmente levaria à desmotivação a várias pessoas, é o facto de não ter visitas ou comentários. Quando isso acontece, não deve desistir do seu blog, porque não é o facto de não ter comentários, que prove que as pessoas não leiam o seu blog.
Nunca desista!







O WebTuga é um ponto de encontro de novas tecnologias.







