Tutorial – Como testar o Google Chrome OS

Google OS

Ontem o Google anunciou os detalhes do seu sistema operativo, Chrome OS e lançou a versão opensource Chromium OS para que os programadores o testem.

O que é o Google Chrome OS?

Chromium OS é um projecto opensource que tem como objectivo a criação de um sistema operativo que permita o acesso rápido, simples e seguro à Internet a pessoas que praticamente só utilizam ferramentas no seu tempo do dia a dia passado à frente do computador.

Como testar o Chrome OS?

No site Chromium.org podemos encontrar informações sobre como obter o código fonte e sobre como fazer uma BUILD do sistema operativo, no entanto houve quem já criasse uma imagem VMware do Chromium OS, tornando assim mais fácil para os utilizadores testarem.

Poderá fazer o download da imagem para o VMware via bittorrent através deste endereço.

A Imagem é para VMware, no entanto pode ser utilizada também no VirtualBox, veja abaixo um vídeo de demonstra como utilizar e testar o Chromium OS:

Infelizmente não tem audio, mas percebe-se minimamente todos os passos. Uma coisa que notei, foi a falta de um botão para desligar o sistema operativo, ou então está muito escondido.

YouTube com HD 1080p

YouTube HD 1080p

Segundo o blog oficial do YouTube, o suporte a vídeos de alta definição (HD) 1080p estará disponível já a partir da próxima semana.

Actualmente o YouTube apenas permite a visualização dos vídeos em 720p, no entanto de acordo com o blog, os vídeos 1080p que já foram enviados e apenas estão disponíveis em visualização 720p vão ser convertidos de forma a ser possível visualizar na sua resolução original de 1080p.

Pode ver um exemplo de um vídeo em HD 1080p abaixo:

Convites para o Google Wave

Google Wave

Muitos de vocês provavelmente já têm ouvido falar do Google Wave mas ainda não tiveram a oportunidade de o utilizar pois não têm convite.

Como o WebTuga é uma grande comunidade e como muitos de nós também já tivemos a oportunidade de testar o Google Wave e temos convites para partilhar, peço então a quem quiser convites para deixar um comentário aqui utilizando o e-mail no qual desejam receber o convite.

Google Wave

Se ainda não sabe o que é este serviço, recomendo-o a ler o nosso artigo sobre o Google Wave e também o debate “Google Wave = Desilusão?“.

Go – A nova linguagem de programação da Google

A Google anunciou o lançamento de uma nova linguagem de programação denominada de Go. Esta linguagem de programação está ainda em fase experimental e é open source.

A Go combina a performance e segurança de linguagens com o C ou C++ com a velocidade de desenvolvimento do Python, tornando esta linguagem de programação em algo rápido, seguro e versátil, segundo a Google. A linguagem de programação é orientada por objectos e tira partido dos vários cores dos processadores actuais. Para além disto, a empresa espera que a Go venha a substituir o Javascript nos web browsers de modo a que aplicações tais como o Gmail possam usufruir deste acrescento de velocidade na sua execução.

A equipa por detrás do desenvolvimento da Go conta com o “pedigree” de Ken Thompson (co-criador do Unix), Robert Griesemer (participou no desenvolvimento do motor de Javascript V8 do Chrome), entre outros.

Para os que estranharam o animal na imagem em cima, trata-se da mascote da Go, apelidado de Gordon, o roedor.

O site oficial da Go: http://golang.org

Google Wave = Desilusão ?

Google Wave Logo

Nos últimos meses tem existido um grande “Hype” à volta do serviço Google wave, quem já não reparou nos diversos “trends” sobre o serviço no twitter ? pedidos de convites para aceder ao serviço a toda a hora , isto acontece porque de facto o Google foi bastante inteligente na maneira como apresentou o serviço, e é com certeza um caso de estudo, já que consegui criar um interesse global assinalável.

Quando vi o primeiro vídeo sobre o serviço fiquei surpreendido pela positiva com o que era apresentado parecia realmente interessante e a permitir diversos “caminhos”.

Pois bem depois de várias tentativas finalmente consegui um convite para o que o Google chama de novo email, prometendo uma forma inovadora, colaborativa, e completamente nova de comunicar.

Agora que finalmente pude testar,  só consigo arranjar uma palavra, desilusão, não sei se isto se deve a ter criado possivelmente expectativas irrealistas sobre o serviço, se apenas não percebi a utilidade, ou se o serviço não inova mesmo.

Google wave

O serviço é de facto colaborativo e permite-nos falar, partilhar documentos, vídeos, fotos, aplicações web de forma colaborativa com outros utilizadores que adicionar-mos à conversa, no entanto isto não me parece nada de novo nem inovador, é um tipo de função que um serviço com as potencialidades do Facebook pode integrar facilmente de uma forma bem mais social, e com um potencial de expansão bem maior, pensem por exemplo no caso do farmville, e agora pensem em aplicações de trabalho dentro do Facebook e as enormes potencialidade que isso poderá ter a nível de trabalho colaborativo. Resumidamente fiquei com a ideia que o Google Wave não passa de um MSN 1.5 web based.

Espero sinceramente estar enganado mas este é uma serviço que peca pela falta de novidades e se concentra muito num sistema de “chat” a que eles chamam “wave” o que sinceramente é muito pouco para todo o “hype” criado.

Gostaria que falassem sobre a vossa experiência com o Google wave, já que fiquei francamente desiludido, e seria interessante ter a opinião de mais utilizadores.

Google Music – Finalmente o Google dá-nos música

Após muito se falar acerca do Google Music, rumores e afins, a Google mostra-nos que está mesmo a entrar para o campo da música, mas neste caso no que sabe fazer melhor… pesquisas.

A partir de agora, até à data ainda só consegui em proxies dos EUA, é possível obter um “listening” da música enquanto se pesquisa um vez que as músicas começam a ser apresentadas no topo da pesquisa tal como já acontecia com os vídeos.

A Google expressa no seu blog oficial que esta inclusão nas pesquisas deve-se ao facto de 20% das pesquisas mais feitas no Google são sobre música, artistas musicais e os seus álbuns.

Estas músicas são fornecidas através de parcerias que a Google fez com a Lala, MySpace, Pandora, imeem and Rhapsody.

Como já referi só consegui obter resultados com músicas em proxies dos EUA mas esperemos ter entretanto por cá também 😉

Google Fast Flip

Como sempre o Google não para de evoluir e de criar novos serviços. Recentemente e ainda em fase de testes, o Google fast flip permite ao utilizador escolher navegar apenas pelos artigos de uma só publicação, ver textos sobre um único tema (como Tecnologia), aceder apenas aos artigos de um determinado autor, navegar pelos conteúdos mais populares ou pelos mais vistos.

Como podemos ver, estamos a visualizar várias páginas ao mesmo tempo e clicando em cada uma delas acontece isto:

A interface está baseada numa navegação sequencial, numa experiência que se aproxima do folhear de um jornal ou revista.

Google Chrome v3

Pouco tempo depois do Google Chrome ter completado 1 ano de existência, a Google lança a terceira versão do seu browser… mas só para Windows.

Segundo a Google, esta terceira versão do Chrome está 25% mais rápida do que a anterior versão a executar javascript e agora suporta HTML 5. Ou seja, tags HTML como <canvas>, <video> e <audio> passam a ser suportadas pelo Chrome.

A Google também aproveitou o lançamento desta nova versão para estrear oficialmente o Chrome Themes que permite alterar o visual do browser, à semelhança do Firefox.

Em relação à versão para Mac, continua tudo na mesma. Os utilizadores de Mac vão ter de continuar a usar a versão instável para developers que a Google disponibilizou há algum tempo atrás.

Se o seu browser suportar HTML 5 (Firefox 3.5, Opera 10, Safari 4, Google Chrome 3) pode visualizar este exemplo que demonstra o poder desta nova versão do HTML:
http://9elements.com/io/projects/html5/canvas/

Google propõe sistema de pagamento para aceder a notícias na Internet

Google

A Associação de Jornais dos Estados Unidos (Newspaper Association of AmericaNAA), que reúne mais de 2 mil editores, solicitou recentemente ao Google e a outros grupos, como Microsoft, IBM e Oracle, o desenvolvimento de uma solução que permita cobrar pelos acessos aos sites de Internet através do pagamento de notícias ou do cadastramento dos dados dos usuários, a fim de revender para eventuais objectivos publicitários.

Segundo informações do jornal La Repubblica, o Google foi o primeiro a propor uma solução viável: o sistema de micro-pagamentos, ou seja, pagamentos de valores inferiores a US$ 0,50, de modo semelhante como já ocorre com lojas virtuais como Tunes.

O Google elaborou uma proposta para estabelecer um sistema de pagamentos por acesso a notícias na Internet que pode ajudar a atenuar os actuais problemas financeiros de diversos meios de comunicação, informou a imprensa americana no passado dia 10 de Setembro.

No documento do Google, a empresa aposta por uma Internet “aberta”, mas não necessariamente “de graça”, na qual a publicidade continuaria sendo a maior fonte de receitas para os meios de comunicação, embora reconheça que um serviço de assinatura representaria “uma importante fonte de renda adicional”.

De acordo com o Google, as procuras por informação deverão continuar a ser gratuitas, seja o conteúdo pago ou não. No caso de assinaturas, recomendaria-se estabelecer uma conta única que desse acesso a diferentes artigos de diferentes meios de imprensa.

O sistema é similar ao estudado por diversas empresas do sector jornalístico nos EUA. A gigante News Corporation, do magnata Rupert Murdoch, já entrou em contacto com os principais jornais do país para iniciar um programa de cobrança pela leitura de artigos na Internet. O plano da News Corporation consistiria em criar um consórcio integrado por líderes no sector como “The New York Times”, “Washington Post” e “Hearst Corporation” a fim de estabelecer um mecanismo comum para seus conteúdos digitais, tanto para a web, quanto para dispositivos portáteis.

A aceitação do Google de propor assinaturas para acesso a certas notícias foi tida como surpreendente devido às más relações da empresa com os principais meios de imprensa americanos.

Durante os últimos meses, as principais empresas de comunicação dos EUA foram muito críticas com o Google, companhia à qual acusam de se beneficiar da distribuição de notícias escritas por outros meios sem que estes recebam compensação por isso. O Google defendeu-se alegando que, com seu sistema de procura de notícias sem restrições, reencaminha os usuários para as edições digitais dos jornais.