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Microsoft substitui gratuitamente cópias falsas do Windows XP
Os utilizadores do Windows que tenham versões pirateadas do sistema operativo, poderão trocar as mesmas por verdadeiras. A campanha está a ser promovida pela Microsoft no Reino Unido, num programa piloto para que todos os utilizadores venham a usar software legal.
O aumento da pirataria de software levou a Microsoft a lançar um programa piloto inovador. A empresa de Bill Gates pretende substituir o software ilegal por versões autênticas do seu sistema operativo.
A campanha teve início esta semana, no Reino Unido, e tem como objectivo encontrar versões do Windows XP, produzidas a partir de contrafacção, muitas vezes instaladas no próprio sistema pelos vendedores do equipamento. A Microsoft espera conseguir mais informação sobre os médtodos de falsificação do seu software e quais as técnicas usadas para conseguir cópias de "alta qualidade" do Windows XP.
Para a empresa, um facto revelado recentemente é que para além do aumento da pirataria, o nível de sofisticação das cópias tem também aumentado de forma significativa, afirmou à PCWorld Alex Hilton, responsável da Microsoft no Reino Unido.
Mas como em todas as campanhas há sempre um "senão", neste caso a Microsoft só faz a troca gratuita do software falso se o utilizador comprovar que aquele lhe foi vendido, nem que tenha sido com o próprio equipamento.
A Microsoft espera ainda que esta iniciativa permita alertar os vendedores para o risco de não possuir software legítimo. As empresas que compram computadores com software pirateado enfrentam problemas legais, mas, por outro lado, a Microsoft quer ainda alertá-las para a possibilidade de este software ser mais vulnerável em termos de segurança.
Com este programa, a Microsoft tenta descobrir a raíz do problema, afirmou o responsável da empresa no Reino Unido. A iniciativa abrange os residentes daquele país que tenham adquirido o Windows XP pré-instalado no seu computador antes de 1 de Novembro. O Reino Unido não é considerado um país com muita prática de contrafacção, o que significa que esta acção poderá não ter resultados muito visíveis, mas o responsável pelo programa adiantou que seria inviável para a Microsoft levar a cabo a mesma iniciativa noutros países onde a pirataria é feita em larga escala
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