TwitShare – Partilhar ficheiros pelo Twitter

Twitshare

TwitShare é um serviço web ainda em versão beta que permite partilhar ficheiros pelo Twitter. Este projecto tem origens brasileiras, visto ter nascido pelas mãos do @eduardostuart.

Poderá fazer o envio de ficheiros com um tamanho máximo de 20mb e com um dos formatos autorizados (docx, doc, ppt, jpg, png, gif, pptx, pps, xls, xlsx, odt, odp, sxw, sxl, txt, rtf, pdf, bmp).

Se não gostar do Twitshare, pode sempre testar o FileSocial que já aqui tinhamos referido. A escolha é sua.

FileSocial – Partilhar ficheiros pelo Twitter

FileSocial

O FileSocial é um serviço que permite a partilha de ficheiros pela sua conta Twitter, só tem que adicionar os seus dados, adicionar uma descrição e anexar os ficheiros que deseja partilhar.

Ao enviar os seus documentos, irá automaticamente enviar um tweet com o link para os mesmos, caso deseje, poderá também desactivar essa opção.

Poderá enviar qualquer tipo de ficheiro, não havendo qualquer tipo de restrição quanto ao formato do ficheiro.

Gazup – coloque os seus ficheiros online

Gazup

Hoje em dia qualquer pessoa necessita de partilhar documentos ou informação com outras pessoas, incluindo amigos e familiares.

Serviços como o Rapidshare, MegaUpload, Badongo e outros, apesar de serem mais usados para partilha de ficheiros protegidos pelos direitos de autor, podem ser bastante úteis quando necessitamos de partilhar rapidamente um ficheiro de grandes dimensões.

Para pessoas que costumam utilizar estes serviços, apresento-lhes o Gazup. O Gazup não é nada mais nada menos do que um serviço que lhe envia automaticamente o seu ficheiro para várias redes. Para tal basta enviar o ficheiro para o Gazup e posteriormente este irá tratar de reencaminhar o ficheiro para os restantes servidores.

O Gazup permite o envio através do seu computador ou através de um ficheiro alojado num servidor remoto, por exemplo o seu site ou o ftp do seu site.

Apple anunciou iPhone 3G na WWDC08

Ontem foi dia de evento Apple. Realizou-se em São Francisco nos Estados Unidos da América a World Wide Developer Conference 2008, um evento que tem como objectivo chegar mais perto dos programadores e saber o que estes necessitam e como de costume, foram anunciadas algumas novidades.

Como sempre, Steve Jobs começou por fazer um apanhado do sucesso dos produtos da Apple, informando-nos que o iPhone vendeu no seu primeiro ano, cerca de 6 milhões de iPhones.

AppStore

AppStore

Algumas empresas e alguns programadores demonstraram as suas aplicações desenvolvidas para o iPhone e expressaram a sua opinião acerca da sua experiência a programar na plataforma. Entre as demonstrações encontravam-se projectos da Sega, eBay, TypePad e da MLB.com.

As aplicações vão estar disponíveis na AppStore quando esta estiver disponível, sendo o próprio programador a definir o valor que deseja cobrar pela aplicação. Este ficará com 70% do preço final, enquanto que a Apple ficará com o restante para cobrir os custos de alojamento e divulgação. Caso o programador opte por disponibilizar a aplicação gratuitamente, não terá custos adicionais.

A AppStore vai estar disponível em 62 países e será possível fazer o download das aplicações por Wifi, pelo iTunes ou pela rede da sua operadora móvel, no entanto esta ultima opção não estará disponível para ficheiros com tamanho superior a 10MB.

Mobileme

Mobileme Box

Foi apresentado um novo serviço chamado Mobileme que permite ter acesso aos seus dados, como por exemplo calendários, e-mails, documentos ou ficheiros e sincronizar com o seu computador ( PC ou Mac ) e com o seu iPhone.

Este serviço está presente no domínio me.com, tem o valor de $99 dólares no pacote individual ou $149 no pacote familiar e vem substituir o anterior serviço .Mac.

Apresenta um interface web dinâmico nunca antes visto com novidades como drag and drop de múltiplos ficheiros, e-mails ou contactos e ainda pesquisa com resultados em tempo real, tal como se fosse no seu computador.

iPhone 2.0 Software Update

iPhone 2.0 Software Update


Foram dados a conhecer novidades que podemos esperar na iPhone 2.0 Software Update e uma delas bem resolver um problemas com que os desenvolvedores de aplicações 3rd party se depararam, que é o facto de ser impossível correr aplicações em background. Como opção e para reduzir o consumo de energia no gadget, a Apple criou uma solução que permite receber alertas de eventos server-side.

Para além disso, o novo iPhone 2.0 Software permite a pesquisa de contactos, suporte a documentos do iWork e do Microsoft Office, salvar imagens que receba por e-mail no seu iPhone, controlos parentais, máquina de calcular cientifica no modo landscape e ainda suporte a mais linguagens das quais 4 tipos de japonês e chinês tradicional e simplificado com a possibilidade de escrever com o dedo.

O novo software estará disponível gratuitamente para qualquer detentor de um iPhone em Julho e terá um custo de apenas $9.95 para aqueles que tenham um iPod Touch.

iPhone 3G

iPhone 3G

O novo iPhone foi apresentado, chama-se iPhone 3G e tal como o nome indica, integra a tecnologia de transferência de dados 3G, revelando uma velocidade 2,8 vezes mais rápida que a tecnologia EDGE, um novo conector para headphones como os do iPod e ainda inclui o GPS. Para além disso o novo iPhone faz uma melhor gestão da bateria.

A Apple pretende colocar o iPhone disponível em 70 países até ao fim do ano, sendo que no dia 11 de Julho, 22 desses 70 países, incluindo Portugal, vão ter o iPhone disponível pelo preço fantástico preço de 199$ na versão 8GB e 299$ na versão de 16GB. O iPhone 3G 16GB estará disponível em preto e branco.

Falta-nos saber o que Bertrand Serlet falou, horas depois, acerca do novo Mac OS X Snow Leopard.

Entretanto já é possível reservar o seu iPhone na Optimus.

Rapidshare – Novo design, aumento dos limites e o novo TrafficShare

Rapidshare site

Muito se tem falado acerca do sistema de protecção CAPTCHA ridículo usado pelo Rapidshare, no entanto o Rapidshare parece não estar para ai virado e empenhou-se a melhorar o seu site a outros níveis.

O RapidShare apresentou hoje a sua nova interface, com um novo logótipo e grandes novidades para os utilizadores premium.

Agora os utilizadores Premium, em vez de terem um limite de 25GBs de downloads por cada 5 dias, têm o dobro desse tamanho, ou seja, viram o seu limite de download dobrado para os 50GBs.

Para além disso, uma grande novidade é o TrafficShare que permite fazer com que os seus ficheiros estejam disponíveis para download directo sem que os free users tenham que esperar pelo tempo imposto pelo RapidShare ou necessitem de preencher o CAPTCHA. Este serviço terá um preço adicional.

A página está bastante mais limpa, sem excessos de publicidade, adoptando por uma filosofia minimalista.

Kantaris 0.3.7 – Reproductor de multimédia open-source

Kantais Player

Kantaris é uma aplicação de reprodução de ficheiros multimédia, criado através do código-fonte do já conhecido reprodutor Open-Source VLC Player.

Esta aplicação reproduz a maioria dos ficheiros de media conhecidos, como são o exemplo dos AVI, MPEG, MGEG-AVC, WMV, MOV, MKV, quicktime, matroska, divx, xvid, H264, MP3, WMA, OGG e muitos outros.

Entre as novidades deste player em relação ao VLC Player está a possibilidade de ver trailers de filmes do site da Apple e ainda a integração do Last.fm no mesmo.

O único problema a apontar é o facto de não estar disponível para Linux ou macOSx, estando limitado a sistemas operativos da Microsoft, o que pode ser temporário visto que o código é livre e qualquer pessoa o poderá editar.

Site: Kantaris
Download: Kantaris 0.3.7

Microsoft Suportará ODF com o SP2 do Office 2007

Office 2007 Save Dialog Box

A Microsoft anunciou hoje que com o Service Pack 2 do Office 2007 a sua suite de Office suportará a leitura e escrita de ficheiros no formato ODF 1.1, formato que é usado pelo OpenOffice.org e é um standart ISO.

Além do ODF, este SP2 permitirá gravar, sem qualquer plugin, em XPS (XML Paper Specification) e PDF (Portable Document Format).

Além dos novos formatos, o Office 2007 permitirá definir como default o ODF para gravação de ficheiros, ao invés do OOXML.

Apesar do anúncio hoje efectuado, a Microsoft continuará a dar suporte ao projecto alojado no SourceForge.net que “traduz” de OOXML para ODF.

Com o crescimento do mercado chinês, a Microsoft também quer suportar o UOF (Uniform Office Format), formato utilizado pelo governo chinês.

No entanto, este SP2 apenas deverá surgir no início de 2009. Se não quer esperar, porque não usar o OpenOffice.org?

Microsoft Suportará ODF com o SP2 do Office 2007

Office 2007 Save Dialog Box

A Microsoft anunciou hoje que com o Service Pack 2 do Office 2007 a sua suite de Office suportará a leitura e escrita de ficheiros no formato ODF 1.1, formato que é usado pelo OpenOffice.org e é um standart ISO.

Além do ODF, este SP2 permitirá gravar, sem qualquer plugin, em XPS (XML Paper Specification) e PDF (Portable Document Format).

Além dos novos formatos, o Office 2007 permitirá definir como default o ODF para gravação de ficheiros, ao invés do OOXML.

Apesar do anúncio hoje efectuado, a Microsoft continuará a dar suporte ao projecto alojado no SourceForge.net que “traduz” de OOXML para ODF.

Com o crescimento do mercado chinês, a Microsoft também quer suportar o UOF (Uniform Office Format), formato utilizado pelo governo chinês.

No entanto, este SP2 apenas deverá surgir no início de 2009. Se não quer esperar, porque não usar o OpenOffice.org?

O que é o wget?

O que é o Wget

Para quem nunca ouviu falar e não sabe para que serve, o wget é uma ferramenta para a linha de comandos que permite efectuar o download de ficheiros ou páginas web através dos protocolos FTP, HTTP e HTTPS, recorrendo a várias opções.

Para além disso, o wget não tem um interface interactivo, correndo totalmente na consola, o que permite a possibilidade de o executar em background, sem a necessidade de existir um utilizador logado para que o programa efectue as suas operações.

O wget permite fazer o download total de páginas web em HTML e XHTML, reconstruindo a estrutura base das mesmas e respeitando a informação que lhe é fornecida pelo robots.txt.

Neste artigo vou exemplificar algumas das opções de transferência que o wget permite e que são, a meu ver, bastante úteis.

Continuar um download

Se necessitar de parar uma transferência e pretender continuar novamente mais tarde, deverá usar a opção -c:

wget http://www.webtuga.com/download -c

Traffic shaping / Limitar a velocidade de transferência

Para aquelas pessoas que têm uma ligação à Internet lenta ou de pouca capacidade, esta é a melhor opção para usar o wget sem perturbar as restantes ligações à Internet. Tudo o que necessita é de usar a opção –limit-rate para limitar a velocidade a que a transferência vai ser realizada.

wget http://www.webtuga.com/download –limit-rate=20k

Deixar o wget a continuar a trabalhar depois de sair da conexão SSH

Muitas das vezes necessitamos de efectuar transferências de ficheiros de um servidor para o outro, usando para tal o wget. No entanto, para não haver a necessidade de estarmos conectados ao servidor enquanto o download continua, podemos usar a opção -b ( background ):

wget -b http://www.webtuga.com/download

Guardar os registos ( logs ) num ficheiro

Esta opção é bastante útil, pois permite-nos depurar problemas ocorridos durante a transferência, verificando os registos criados num ficheiro externo.

wget http://www.webtuga.com/download -o $HOME/logstransferencia.txt

Para além destas opções existem muitas mais, que poderão ser encontradas mais detalhadamente no man wget.

CMS sem base de dados

CMS Sem base de dados

Hoje em dia, qualquer plano de alojamento de qualquer empresa de hosting tem suporte a pelo menos uma base de dados.

No entanto, para aqueles servidores que não têm suporte ou aqueles que atingiram o limite máximo da base de dados no seu plano de alojamento, existe uma solução para esse problema: usar um CMS que não use uma base de dados, mas sim um ficheiro de texto para guardar a informação.

Desta forma, os ficheiros de texto vão realizar a mesma tarefa que uma base de dados, não havendo a necessidade de haver outro módulo a correr no servidor para a base de dados, tal como no caso do MySql.

Em baixo, deixo algumas soluções de sistemas de gestão de conteúdo que não necessitam de base de dados para correrem.

Flatpress

Já aqui tínhamos falado acerca do Flatpress. Um cms opensource para a plataforma de blogging, bastante semelhante ao WordPress, mas que não necessita de base de dados MySql.

Usa o sistema de templates Smarty e tem o suporte para Widgets e Plugins, tal como no WordPress.

Caso queira e após a instalação e o uso intensivo do FlatPress, deseje instalar o WordPress, poderá importar a base de dados usando este script.

Pivot

O Pivot é uma ferramenta gratuita, distribuída sob a GNU Public General License, que lhe permite criar páginas dinâmicas, como pequenos blogs ou jornais online em PHP, sem a necessidade de funções ou base de dados adicionais.

A razão pela qual o Pivot usa ficheiros de texto e não uma base de dados para guardar a informação, é fazer com que o sistema possa correr numa quantidade maior de servidores possível.

Cute News

Cute News é um poderoso sistema de gestão de notícias que permite facilmente adicionar notícias, comentários, efectuar pesquisas e envio de ficheiros, tudo sem a necessidade de usar MySql.

Para além de um excelente editor WYSIWYG, apresenta ainda um sistema de templates bastante fácil de usar.

simplePHPblog

simplePHPblog é a mais simples ferramenta de criação de blogs que pode existir.

Com este cms poderá em poucos segundos ter o seu blog com as funções básicas e sem a necessidade de uma base de dados.

CMSimple

Um cms dividido em duas versões, uma comercial e outra sob as licenças GPL e AGPL 3. Visite o site do CMSimple OpenSource.

E pronto, penso que podemos ficar por aqui. Caso seja programador e tenha criado algum CMS, leia acerca do txtsql e faça uma versão do seu gestor que não necessite de base de dados.