[Review] Fonera 2.0N

Antes de mais, confesso que esta é a minha primeira experiência com routers da FON.
Já tinha ouvido falar da marca e da sua comunidade de open wireless que já conta com mais de 1,5 milhões de utilizadores. As minhas expectativas eram algo altas mas o Fonera 2.0N correspondeu.
Antes de mais estas são as principais características do router:

  • > Entrada USB frontal para ligação de discos rígidos externos e/ou pen 3G;
  • > Norma 802.11n (até 300 Mbps);
  • > 2 antenas com 2.3dBi (não amovíveis);
  • > 4 portas Ethernet;
  • > Uploader para Youtube, Flickr, Picasa e Facebook;
  • > Downloader com suporte para RapidShare e MegaUpload;
  • > Aplicação Transmission para download/upload de torrents (sem auxílio do computador);
  • > Notificações do Transmission via Twitter.

A meu ver, a única desvantagem deste router é o facto de apenas possuir portas Ethernet 10/100, o que, teoricamente, significa que podemos obter mais velocidade através de wireless graças à norma 802.11n que suporta até 300 Mbps.

Agora passando à review. O processo de encomendar o router pelo site da FON é bastante simples e intuitivo.
Ao preço do router de 79€ juntaram-se 10€ de portes ficando a compra em 89€. Os portes saem um bocado caro, mas o certo é que no espaço de 3 dias a UPS entregou-me o router em casa sem problemas.

A minha primeira grande surpresa foi o tamanho reduzido do router. É mesmo muito pequeno quando comparado com os anteriores routers que já tive.

A montagem do Fonera 2.0N é igual à de um router comum. Uma vez ligados os cabos é hora de aceder à interface de gestão do Fonera (FON Router GUI) para configurar as coisas.
É muito fácil aceder a esta interface, basta escrever “fonera” na barra de endereço do browser.

A primeira vez que acedemos ao router surge a configuração inicial onde nos é pedido para definir a password de acesso ao router e opcionalmente podemos introduzir os nossos dados de acesso aos vários sites que mencionei em cima para tirar proveito do uploader de ficheiros.

De seguida é-nos dada a opção de registar o nosso Fonera de modo a podermos fazer parte da grande comunidade open-wireless da FON ao disponibilizarmos uma rede wireless de acesso aberto a outros utilizadores de Foneras, denominados de “foneros“. Como recompensa por estarmos a partilhar a nossa largura de banda (ou parte dela) com outros “foneros” podemos usufruir de acesso gratuito à net nos milhões de pontos de acesso FON espalhados pelo mundo disponibilizados por outros “foneros”. Esta componente de partilha de internet é totalmente opcional, ficando ao critério de cada um se o pretende fazer ou não.

Assim que o router conclui esta fase inicial de configurações estamos prontos para aceder à interface de gestão do Fonera.
Na minha opinião, a GUI do Fonera é outro dos seus pontos fortes. Em vez de nos aparecer uma página com cores genéricas com um menu alinhado à esquerda e conteúdo à direita como acontece com vários firmwares de routers, neste caso temos uma interface limpinha, arrumada e apelativa baseada em ícones:

Como podem ver pela imagem em cima, no topo da página temos atalhos para as funcionalidades de upload de ficheiros para variados sites, para a aplicação de torrents(Transmission) e para o Download Manager. Por baixo do lado esquerdo é mostrada a informação da rede e do lado direito temos as secções Applications, Settings, Filebrowser, USB Disk e UMTS/3G. A interface está disponível em várias línguas, incluindo português.
Os mais curiosos podem aceder a uma demo da interface do Fonera 2.0N no site da FON em http://demo.fon.com/luci/.

Em Applications podemos instalar/desinstalar plugins como servidor de música ou servidor de impressão:

Nas Settings é onde temos as configurações vitais do router: configuração de IPs, dados de acesso à rede wireless entre outras.
Está tudo perceptível e é sempre fácil aceder às configurações que pretendemos:

Os ícones de Filebrowser e USB Disk ficam activos (sem a cruz) quando ligamos um disco externo à entrada USB do Fonera. O mesmo acontece com o ícone UMTS/3G,
que apenas fica activo se ligarmos uma pen 3G ao Fonera para partilhar a ligação com vários computadores.

Uma vez explicada a interface, a primeira coisa a fazer é actualizar o firmware para a versão mais recente. De origem o Fonera trazia a versão 2.2.6.0 e actualizei-a para a 2.3.0.0.
Esta nova versão acrescenta, para além de correcções de problemas e bugs, o plugin do Twitter, que irei explicar mais à frente.

Depois de configurar a rede wireless, liguei com sucesso todos os PCs da casa à rede, quer por cabo ou por wireless. Mas só depois de fazer o upgrade ao firmware é que consegui ligar todos os computadores sem problemas. Até fazer o upgrade, alguns PCs tentavam a ligação à rede mas não se conectavam.

De seguida liguei um disco externo ao hub que introduzi na porta USB do Fonera. O disco foi reconhecido pelo router e ficou logo acessível, quer através do Filebrowser incluído no router ou através do Explorer do Windows. Para aceder através do Explorer, se estiverem a usar o Windows Vista ou o 7, basta escrever “\\fonera” no menu Iniciar e de seguida introduzir o username “fonero” e password que se definiu para aceder à interface do router.

No entanto a FON indica que para usar todas as funcionalidades que o router oferece, tal com o Transmission, o disco deve estar formatado em sistema de ficheiros Ext2 ou Ext3. Usando o Acronis Disk Director (não vem incluído com o router) formatei o disco para Ext3. Uma vez formatado o disco, o Fonera instalou a aplicação com sucesso. Todos os ficheiros descarregados por esta aplicação ficam guardados no disco dentro de uma pasta chamada “torrent”. E o melhor de tudo isto é que todos os downloads ou uploads são feitos sem a necessidade de nenhum computador ter de ficar ligado, o Fonera é completamente autónomo. E também é nesta aplicação que funcionalidade do Twitter se revela útil. O Transmission permite que possamos receber avisos e indicações via Twitter do estado dos downloads e uploads para que não nos escape nada.

Segundo os meus testes, a taxa de transferência de dados via WiFi do disco externo para um computador na rede e vice-versa anda na casa dos 2.8 MB/s e 2.3 MB/s respectivamente. Quando ligado à rede por cabo, ronda os 6 MB/s e 4 MB/s respectivamente. Relembro que as velocidades anunciadas pela FON eram de 8 MB/s para Ethernet e 4 MB/s para WiFi.

Em jeito conclusão, analisando todos os factores, penso que o Fonera 2.0N foi um investimento bem feito, tendo em conta todos as características que incluí face ao preço pedido.

É sem dúvida um router ideal para quem gosta de ter uma rede caseira com funcionalidades acima da média que pura e simplesmente funciona sem dar chatices.

Fonera 2.0N

Fonera 2.0N

A Fon acaba de lançar o novo router Fonera 2.0N que está disponível para compra por $99 dólares ou 79€.

Este novo router Fonera 2.0N inclui uma porta USB2.0/1.1 que lhe permite conectar uma pen 3G e utilizar essa ligação para partilhar a Internet, tem duas antenas com 2.3dBi, 1 porta Ethernet Wan e 4 portas Ethernet Lan. A Fonera 2.0N tem suporte para redes IEEE 802.11g/b e 802.11n até 300Mbps e permite-lhe criar até dois pontos de acesso Wifi, o publico e o privado, tal como as anteriores.

Com um design bastante diferente do que estamos habituados aos routers Fonera, a Fonera 2.0N tem agora a porta USB na parte da frente do router, facilitando assim a ligação de qualquer dispositivo USB.

Poderá ligar um disco rígido externo via USB à sua Fonera e utiliza-lo para descarregar torrents sem que seja necessário ter o seu computador ligado. Poderá ainda ligar uma webcam ou impressora e utiliza-la na rede.

Ao criar um Fon Spot poderá ganhar uns trocos sempre que uma pessoa que não pertença à comunidade Fon aceda ao seu hotspot.

A Fonera 2.0N pode ainda utilizar uma conta twitter para enviar informações como o estado dos downloads e outras informações, fazer downloads do Rapidshare ou MegaUpload, enviar vídeos para o YouTube e fotos para o seu Facebook, Flickr ou para o Picasa, tudo isto enquanto você vai tomar um café.

Para além disso é possível expandir as aplicações disponíveis na sua Fonera, bastando para tal efectuar apenas uns cliques, tal como faz no seu iPhone.

A partir do momento que compra a sua Fonera, terá acesso gratuito durante 3 semanas a todos os hotspots Fon em todo o mundo, desta forma não terá que esperar que a sua Fonera chegue a casa. Após ligar e registar a sua Fonera 2.0n, terá acesso ilimitado garantido.

Se estiver interessado nesta Fonera, poderá comprar online na Fon Shop.

La Fonera 2.0

Fonera

A Fon lançou esta semana a nova La Fonera 2.0 que não é mais apenas um simples router, mas sim um potente router.

A La Fonera 2.0 tem agora uma porta USB que permite conectar um disco externo e criar assim o seu próprio “Time Capsule” sem ter que pagar valores adicionais. Esta porta USB poderá ser utilizada ainda para utilizar uma Impressora de rede via Wi-Fi.

Uma das grandes novidades é a possibilidade de correr software no router, como por exemplo um cliente Bittorrent e fazer assim o download, mesmo quando não tem o seu desktop ligado. O software corre num sistema com kernel Linux, permitindo criar outras funcionalidades devido a ser um sistema modular.

Para além disso a nova Fonera permite partilhar não só a sua ligação ADSL, mas também a sua ligação 3G, bastando para isso apenas ligar a sua Pen 3G USB ao router La Fonera 2.0.

O preço da La Fonera 2.0 é de 49.95€, o que são trocos comparado com aquilo que se pode fazer com este router, sendo uma excelente opção ao Time Capsule que custa 200 e tal euros e apenas permite efectuar backups, ou tem como principal objectivo, os backups de um Mac.

Tenho a dizer que já tive várias La Foneras, uma La Fontenna e também lhes adquiri um adaptador USB Wireless da SMC e nunca tive qualquer tipo de problemas, são productos bastante bons, além de ter uma comunidade bastante engraçada por detraz do projecto.

Verifique o vídeo com os comentários e testes do CEO da Fonera, Martín Varsavsky:

PS: Ele também diz backapes (será que o pessoal da Exame-Informática tem razão? #lol)…

ZON@FON – Maior rede de hotspots em Portugal?

Zon@FonSegundo consta o blog oficial Inglês da comunidade Fon, Martin Varsavsky ( CEO da Fon ) e Rodrigo Costa ( CEO da ZON Multimédia ), fizeram recentemente um acordo para o lançamento de uma rede de hotspots gratuitos em Portugal.

Todos os clientes da ZON vão poder então optar ou não por partilhar a sua ligação à Internet via Wifi.

Com este acordo, estima-se que a ZON consiga criar a maior rede wifi em Portugal.

A Zon vai disponibilizar novos routers sem custo adicional para os clientes de forma a estes poderem partilhar a sua ligação.

Graças ao acesso por cabo, a Zon vai poder separar o tráfego em dois diferentes canais e assim permitir com que a velocidade normal do cliente se mantenha, mesmo quando este partilhar o acesso.

Segundo Martin Varsavsky, a ZON@FON vai aumentar o uso de uma nova geração de equipamentos, como são o caso das consolas de jogos, Sistemas de Posicionamento Global ( GPS ), telemóveis, PDA’s e iPhones, para além do tradicional portátil.

Se a ZON não tinha vantagens em relação ao serviço MEO, penso que a partir deste momento já tem uma grande vantagem.

Resta-me dar os parabéns ao Rodrigo Costa pela excelente manobra e pela excelente ideia que certamente irá aumentar os acessos sem fios em Portugal.

Equipa xTok apresenta amanhã nova versão do Blogtok

Blogtok

Actualmente existem centenas de Content Management Systems, no entanto o Blogtok destaca-se devido a ser um sistema de blogging criado exclusivamente em Portugal e um dos pioneiros na tecnologia RSS.

O Blogtok permite-lhe criar o seu blog, a sua galeria de fotos, inserir fontes de RSS na sua página e pesquisar numa base de dados de mais de 500 fontes de informação e integrar uma grande comunidade, onde poderá encontrar pessoas com todos os gostos.

A equipa xTok, estará amanhã, dia 8 de Julho de 2008, a lançar a nova versão do Portal Blogtok do qual se poderão esperar grandes novidades como um novo design, uma nova interface para a administração da sua conta, um novo gestor para a sua música ou para os seus podcasts, uma bolsa de valores que será uma espécie de karma que lhe permitirá evoluir na comunidade consoante o seu número de posts, comentários, visitas únicas entre outros.

Para além disso, o novo sistema permite a que um utilizador possa ter vários blogs, com uma única conta e ainda vários nicks.

Amanhã poderemos analisar melhor o sistema e dar-lhe melhor a conhecer as potencialidades da nova versão deste projecto que muito tem para ensinar aos restantes sistemas do género.

ThePlanet – Explosão na DataCenter H1

Como devem ter reparado, o WebTuga tem estado off desde há alguns dias. Tudo isto deve-se ao facto da DataCenter em que temos o nosso servidor dedicado alocado, ter tido um curto-circuito que fez com que não só o servidor do WebTuga ficasse sem energia, mas também 9000 outros servidores.

Felizmente ninguém ficou ferido e nenhum dos servidores ficou danificado, no entanto a equipa de incêndio aconselhou/não permitiu que o sistema de backup de energia fosse ligado de forma a não provocar outras pequenas réplicas deste problema.

A equipa ThePlanet tem estado a reunir esforços de forma a normalizar a situação. No meio de tanto azar, o Dragon ( nome que dá-mos ao nosso servidor/bicho de estimação ) estava localização no segundo piso da DataCenter, chamado de Phase 2, que já tem o problema resolvido, entre outros 6000 servidores. No entanto, os restantes 3000 servidores localizados na Phase1 estão ainda a ser alimentados por uma fonte de energia de backup, situação que deverá ser temporária e que irá provocar algum tempo de downtime nos próximos dias.

No meio disto resta-me pedir a compreensão de todos os clientes e utilizadores do WebTuga, pedimos desculpa se de alguma forma não fomos ao vosso encontro para vos esclarecer a situação, mesmo tendo sido tendo sido criado um blog temporário que substituiu a homepage do WebTuga Hosting.

Resta-me também dar o meu apoio a toda a equipa ThePlanet, que apesar de todo o azar, tem tentado resolver a situação de forma a diminuir os prejuízos a todos os seus clientes.

O mais difícil já está resolvido e pensemos pela positiva, em vez de serem 9000 servidores sem energia, poderiam ter sido 9000 servidores danificados.

E agora, vamos lá rapaziada que isto sem blogar durante 2 dias não dá com nada…

Kantaris 0.3.7 – Reproductor de multimédia open-source

Kantais Player

Kantaris é uma aplicação de reprodução de ficheiros multimédia, criado através do código-fonte do já conhecido reprodutor Open-Source VLC Player.

Esta aplicação reproduz a maioria dos ficheiros de media conhecidos, como são o exemplo dos AVI, MPEG, MGEG-AVC, WMV, MOV, MKV, quicktime, matroska, divx, xvid, H264, MP3, WMA, OGG e muitos outros.

Entre as novidades deste player em relação ao VLC Player está a possibilidade de ver trailers de filmes do site da Apple e ainda a integração do Last.fm no mesmo.

O único problema a apontar é o facto de não estar disponível para Linux ou macOSx, estando limitado a sistemas operativos da Microsoft, o que pode ser temporário visto que o código é livre e qualquer pessoa o poderá editar.

Site: Kantaris
Download: Kantaris 0.3.7

O que é o wget?

O que é o Wget

Para quem nunca ouviu falar e não sabe para que serve, o wget é uma ferramenta para a linha de comandos que permite efectuar o download de ficheiros ou páginas web através dos protocolos FTP, HTTP e HTTPS, recorrendo a várias opções.

Para além disso, o wget não tem um interface interactivo, correndo totalmente na consola, o que permite a possibilidade de o executar em background, sem a necessidade de existir um utilizador logado para que o programa efectue as suas operações.

O wget permite fazer o download total de páginas web em HTML e XHTML, reconstruindo a estrutura base das mesmas e respeitando a informação que lhe é fornecida pelo robots.txt.

Neste artigo vou exemplificar algumas das opções de transferência que o wget permite e que são, a meu ver, bastante úteis.

Continuar um download

Se necessitar de parar uma transferência e pretender continuar novamente mais tarde, deverá usar a opção -c:

wget http://www.webtuga.com/download -c

Traffic shaping / Limitar a velocidade de transferência

Para aquelas pessoas que têm uma ligação à Internet lenta ou de pouca capacidade, esta é a melhor opção para usar o wget sem perturbar as restantes ligações à Internet. Tudo o que necessita é de usar a opção –limit-rate para limitar a velocidade a que a transferência vai ser realizada.

wget http://www.webtuga.com/download –limit-rate=20k

Deixar o wget a continuar a trabalhar depois de sair da conexão SSH

Muitas das vezes necessitamos de efectuar transferências de ficheiros de um servidor para o outro, usando para tal o wget. No entanto, para não haver a necessidade de estarmos conectados ao servidor enquanto o download continua, podemos usar a opção -b ( background ):

wget -b http://www.webtuga.com/download

Guardar os registos ( logs ) num ficheiro

Esta opção é bastante útil, pois permite-nos depurar problemas ocorridos durante a transferência, verificando os registos criados num ficheiro externo.

wget http://www.webtuga.com/download -o $HOME/logstransferencia.txt

Para além destas opções existem muitas mais, que poderão ser encontradas mais detalhadamente no man wget.

Olá MySQL Workbench! Adeus DBDesigner4!

Foi lançado hoje o MySQL Workbench, uma ferramenta visual de modelação de dados com suporte alargado das funcionalidades do MySQL.

A principal característica que todos nós procuramos numa ferramenta destas para MySQL é a “unificação” das tarefas mais importantes (analisar, conceber e implementar) necessárias para uma base de dados, no contexto de um processo de desenvolvimento integrado e interactivo.

Até há pouco tempo, a principal ferramenta de modelação de dados no MySQL era o DB Designer 4, um projecto open source sem suporte oficial por parte da MySQL.

Muitos achavam que apesar de implementar as características necessárias para a modelação, o DB Designer4 deixava um pouco a desejar, mostrando-se pouco eficiente. Apresentava alguns “bugs irritantes”, uma utilização desleixada e uma configuração muito abstracta.

É aqui que entra o Workbench, o sucessor de DB Designer 4 mas construído de raiz a pensar no suporte alargado a todas as funcionalidades do MySQL. Apresenta uma interface melhorada, mais fácil de usar e é mais estável que o seu antecessor. Para além disto, tem a promessa de evoluir rapidamente com base no feedback que a comunidade devolve: bugs, pedido de novas funcionalidades e até de plugins!

O Workbench será distribuído de duas formas, grátis e paga. A versão grátis (Workbench OSS) terá certas “funcionalidades trancadas” para o uso do utilizador. Isto não significa que não o poderemos utilizar na sua totalidade, não sejam induzidos ao erro, até porque a própria MySQL admitiu que não. A principal diferença entre as duas versões é que na versão paga (Standard Edition) poderás adicionar módulos e plugins para o utilizar de forma optimizada.

Os Plugins disponíveis (brevemente) para o Workbench são desenvolvidos sob a linguagem Lua (originalmente do Brasil) e, apesar de ainda não estar “aberto ao público”, o repositório de plugins tem um lugar reservado no site oficial do produto.

Fonte: André Torgal

Lista de alternativas ao Paypal

Hoje enquanto falava com um colega meu, ele falou-me acerca de ter ganho uns trocos no Bux.to.

Sinceramente este tipo de sites como o Bux.to, os chamados PTC ( Paid To Click ), nunca foram por mim apreciados, no entanto enquanto falava com o meu colega, lembrei-me que em tempos tinha criado uma conta lá.

O que é verdade é que quando entrei no site, reparei que tinha um balanço de 36$ na conta. Fiquei parvo, pois nunca tinha levado aquilo a sério, mas o que é verdade é que os 36$ estavam lá. Só depois é que reparei que tinha 4 referals, o que justificou esse dinheiro.

O meu próximo passo foi descarregar o dinheiro dali, antes que aquilo me tire o dinheiro ou algo do género.

Foi então que reparei que só pagavam via AlertPay ( pelos vistos o Paypal não é muito amigo deste tipo de sites ) ou então tinha a possibilidade de trocar por publicidade.

Como eu acho que a publicidade neste tipo de sites não traz nenhuma vantagem ao site, pelo contrário, dá-lhe um ar de "Spam thing", decidi criar uma conta no AlertPay e fazer payout.

Neste artigo vou deixar o Bux.to por aqui e vou continuar a falar acerca dos métodos de pagamento on-line como o Paypal, o AlertPay e o Moneybookers.

Paypal

Talvez de todos eles, o mais conhecido e mais usado. A rápida propagação do Paypal como meio de pagamento online foi de tal modo crescente que o eBay decidiu comprou o serviço de forma a integrar no seu sistema que já era utilizado por milhões de pessoas.

O Paypal funciona igualmente como as transferências tradicionais, no entanto em vez de um NIB, é usado o seu e-mail como id de conta.

Existem dois tipo de contas no Paypal, a Personal e a Business. Ambas são gratuitas, no entanto a Business não tem tantos limites como a Pessoal e são cobradas taxas maiores.

Poderá usar a sua conta para fazer pagamentos, receber dinheiro, fazer pedido de dinheiro a outros utilizadores do serviço e ainda pedir a transferência do dinheiro para a sua conta bancária.

O Paypal é usado em grandes sites como o eBay, CompUSA e muitas outras lojas de venda on-line.

MooneyBookers

Moneybookers

Trata-se de mais uma plataforma de pagamentos on-line que permite receber dinheiro sem pagar taxas e fazer pagamentos com taxas de 1% até 0.50 cêntimos.

Poderá associar o seu cartão visa para fazer os seus pagamentos e ainda poderá pedir que o seu dinheiro seja transferido para a sua conta bancária ou enviado por cheque com taxas bastante baixas.

Para quem tem lojas online, o MoneyBookers permite a integração da sua API sem ter que pagar mais por isso.

Para além disso, o Moneybookers permite ganhar até 100$ por cada referência sua.

O uBid e o Auctions Cnet são dois exemplos de sites que usam o MoneyBookers.

AlertPay



Como já foi dito acima, o Bux.to usa este serviço para efectuar os seus pagamentos online, isto até porque o AlertPay informa estar aberto para todos os negócios, logo os PTC não são excepção à regra como acontece no Paypal.

Existem três tipos de contas no AlertPay, a Personal Starter, a Personal Pro e a Business.

A Personal Starter, é ideal para quem pretende receber uns trocos dos colegas ou da família, permitindo receber até 400$ por mês e um total de 2000$ anuais. Todas as transacções são gratuitas, existe a possibilidade de ter até 2 e-mails associados à conta e pode usar o cartão de crédito para efectuar pagamentos.

Por sua vez a Personal Pro é a melhor opção para quem tem pequenos negócios na Internet como lojas online. Com taxas de recebimento de 0.25% + 0.25$ por transacção, este tipo de conta permite o uso de ferramentas de venda como subscrições e pagamentos recorrentes e ainda o envio de pagamentos em massa.

A Business permite o mesmo que a Personal Pro e ainda ter várias sub-contas para os seus vários negócios, a implementação da API com a sua aplicação, alertas instantâneos e ainda ter um número ilimitado de e-mails associado à sua conta.

Google Checkout

Esta é a actual proposta do Google como alternativa ao Paypal, no entanto ainda só está disponível nos Estados Unidos da América e no Reino Unido e exige ter um cartão de crédito associado.

Algumas lojas que têm feito sucesso com este método de pagamento são a eBuyer, a Arial e a Vodafone.

2Checkout



O 2Checkout tem um taxa única de registo de 49$ e fica com 5.5% de cada comissão mais 0.45$. Penso que não seria a melhor opção das listadas acima.

Tem a vantagem de poder ser integrado numa loja online e de possibilitar usar uma plataforma de vendas online da 2Checkout.

Para além destas plataformas de pagamento presentes no artigo, existe ainda a TrialPay, a Netteler, o e-Junkie e ainda o iKobo.