Wareando – Gerar links premium MegaUpload


Tanto o Rapidshare e o MegaUpload, como muitos outros serviços, têm contas premium opcionais para quem necessite de descarregar mais conteúdo dos servidores do serviço.

A grande vantagem das contas premium é não ter limites nem restrições ( quase ).

Para quem não estiver disposto a gastar uns trocos, pode sempre recorrer a geradores de links Premium.

O Wareando é isso mesmo, um site que lhe permite gerar links premium para o MegaUpload, podendo assim fazer downloads sem qualquer restrição.

site

[Rede WebTuga] Top Semanal 12/05/08 – 18/05/08

Top posts

Olá a todos, hoje é Domingo e por isso mesmo vou deixar aqui a lista dos posts mais interessantes desta semana.

Esta semana contámos com o relançamento do TugaSport, o nosso blog de desporto e ainda com a abertura da secção Electrónica no nosso fórum.

Tem sido também uma semana de reorganização de toda a equipa do WebTuga, que está a preparar novidades para breve, fiquem atentos. Deixo-vos com os nossos melhores posts da semana.

Até já…

Google Translate – Traduzir textos nunca foi tão fácil

Google Translate

Muitas das vezes necessitamos de traduzir palavras ou pequenas frases de uma língua para outra, de forma a saber o significado da mesma ou tirar dúvidas.

O Google Translate é uma das ferramentas que possibilita fazer traduções e recentemente recebeu várias novidades.

Entre as novidades, a mais importante será a adição de novas línguas no sistema, são elas o Búlgaro, Croata, Checo, Dinamarquês, Finlandês, Hindu, Norueguês, Polaco, Romeno e Sueco. Todos estes juntam-se aos que já faziam parte do sistema, Inglês, Chinês (tradicional), Árabe, Holandês, Francês, Alemão, Grego, Italiano, Japonês, Coreano, Português, Russo e Espanhol.

Não usa o Google Translate? Faça-nos saber qual a ferramenta de tradução que usa.

Mais Gasolina

gasolinaCom o preço dos combustíveis a crescer sem controlo e a dar sinais de não querer parar, é cada vez mais importante escolher cuidadosamente o local onde abastecer o veículo – porque cada cêntimo conta e cêntimo a cêntimo enche o cidadão o depósito.

Mas onde encontrar as bombas com o preço mais em conta? Basta dar uma visita ao Maisgasolina.com. Este portal tem a informação sobre os preços praticados pelos vários postos de abastecimento espalhados pelo país, informação essa que é actualizada pelos utilizadores.

Para ajudar a localizar os postos de abastecimento, é utilizado um mapa do Google Maps com a localização e preços de cada posto. Se utilizarem um sistema de GPS com o TomTom, podem exportar o mapa do Mais Gasolina para o formato utilizado por esta aplicação.

Com o Mais Gasolina é possível poupar vários euros por mês. Visitem este projecto e ajudem-no a crescer.

Nota: a imagem deste post chama-se "Gasoline" e é da autoria de gunnivb

O que é o wget?

O que é o Wget

Para quem nunca ouviu falar e não sabe para que serve, o wget é uma ferramenta para a linha de comandos que permite efectuar o download de ficheiros ou páginas web através dos protocolos FTP, HTTP e HTTPS, recorrendo a várias opções.

Para além disso, o wget não tem um interface interactivo, correndo totalmente na consola, o que permite a possibilidade de o executar em background, sem a necessidade de existir um utilizador logado para que o programa efectue as suas operações.

O wget permite fazer o download total de páginas web em HTML e XHTML, reconstruindo a estrutura base das mesmas e respeitando a informação que lhe é fornecida pelo robots.txt.

Neste artigo vou exemplificar algumas das opções de transferência que o wget permite e que são, a meu ver, bastante úteis.

Continuar um download

Se necessitar de parar uma transferência e pretender continuar novamente mais tarde, deverá usar a opção -c:

wget http://www.webtuga.com/download -c

Traffic shaping / Limitar a velocidade de transferência

Para aquelas pessoas que têm uma ligação à Internet lenta ou de pouca capacidade, esta é a melhor opção para usar o wget sem perturbar as restantes ligações à Internet. Tudo o que necessita é de usar a opção –limit-rate para limitar a velocidade a que a transferência vai ser realizada.

wget http://www.webtuga.com/download –limit-rate=20k

Deixar o wget a continuar a trabalhar depois de sair da conexão SSH

Muitas das vezes necessitamos de efectuar transferências de ficheiros de um servidor para o outro, usando para tal o wget. No entanto, para não haver a necessidade de estarmos conectados ao servidor enquanto o download continua, podemos usar a opção -b ( background ):

wget -b http://www.webtuga.com/download

Guardar os registos ( logs ) num ficheiro

Esta opção é bastante útil, pois permite-nos depurar problemas ocorridos durante a transferência, verificando os registos criados num ficheiro externo.

wget http://www.webtuga.com/download -o $HOME/logstransferencia.txt

Para além destas opções existem muitas mais, que poderão ser encontradas mais detalhadamente no man wget.

TugaSport em força

Depois de várias semanas abandonado, o Tugasport, o nosso blog sobre desportos, volta ao activo e com grandes novidades.

Não foi apenas uma actualização do WordPress que já há muito que andava a pedir, mas também uma mudança radical no design, incluindo o logótipo.

O novo TugaSport vai ser actualizado com mais frequência e vai ter futebol em directo e quem sabe, outros desportos.

Feitas as honras, resta-me pedir-vos para verificarem as novidades com os vossos próprios olhos e para deixarem o feedback.

Associação Ensino Livre publicou manifesto sobre formatos padrão abertos no sistema de ensino

Os formatos padrão abertos são a pedra basilar das comunicações digitais. Sem eles, ficamos sujeitos a formatos fechados, o que faz com que uma empresa ou governo autoritário passem a censurar toda a informação que nos chega. E também permite que nos fechem.
Para evitar isso, devemos usar formatos abertos em todo o lado, até no ensino. Por isso a Associação Ensino Livre publicou recentemente um conjunto de orientações sobre a utilização de formatos padrão abertos, para que escolas, professores e alunos possam escrever, divulgar e trocar informação sem estarem sujeitos a amarras que não se vêm mas se sentem a apertar os pulsos.

PRESS RELEASE: Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino

A utilização de standards tem-se revelado de extrema importância numa sociedade de inovação e conhecimento. No sector das tecnologias de informação são particularmente cruciais. Ao estabelecerem uma linguagem comum entre diferentes intervenientes, empresas e outras entidades podem desenvolver equipamento e programas de computador que comunicam entre si sem obstáculos, eliminando directamente barreiras aos utilizadores finais. O conhecimento pode assim fluir e escoar livremente entre todos os cidadãos. Um dos grandes exemplos é o êxito da Internet, que só foi possível devido à existência desta liberdade na transmissão de informação.

Existem contudo áreas em que a neutralidade tecnológica ainda não está suficientemente desenvolvida. Por exemplo, ao produzir um documento no processador de texto do seu computador, e ao tentar partilhá-lo com um amigo, já se deparou com a situação de que o amigo não conseguiu abrir o documento, ou que o documento lhe apareceu completamente desformatado? Esta situação poderá ser especialmente grave em instituições públicas, nomeadamente instituições de ensino. Imagine um professor que solicita um trabalho de casa a um aluno, que o professor depois não consegue abrir para avaliar correctamente. Ou então imagine um aluno que recebeu um trabalho de casa que depois não consegue abrir correctamente no seu computador pessoal. Outras situações ainda mais sérias existirão, tais como o armazenamento de informação vital em formatos binários, que se pode tornar inacessível com o passar dos anos, ou ainda a impossibilidade de alguns elementos da comunidade educativa acederem a informação legalmente sem dispenderem largas centenas de euros.

A Associação Ensino Livre publica o "Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino" com os seguintes objectivos gerais:

– potenciar a neutralidade tecnológica nas instituições de ensino, de forma a que a utilização de recursos electrónicos não esteja dependente das plataformas e ferramentas dos utilizadores;
– garantir o máximo de justiça e igualdade na utilização dos recursos electrónicos;
– garantir o acesso, agora e no futuro, a informação produzida no decurso das actividades institucionais;
– fomentar a literacia tecnológica;
– reduzir o desperdício de recursos no sector das tecnologias de informação;
– tornar a tecnologia mais acessível;

Um Guia de Aplicação do "Manifesto sobre Standards Abertos no Sistema de Ensino" será publicado em breve.

Sensibilizem os vossos alunos, professores, familiares e amigos para a importância da utilização dos formatos livres. Sem eles, o "mundo virtual" não é um mundo democrático, mas um local ditatorial e autoritário. Defendam a vossa liberdade.

Download do manifesto, em PDF

via blog.softwarelivre.sapo.pt

CMS sem base de dados

CMS Sem base de dados

Hoje em dia, qualquer plano de alojamento de qualquer empresa de hosting tem suporte a pelo menos uma base de dados.

No entanto, para aqueles servidores que não têm suporte ou aqueles que atingiram o limite máximo da base de dados no seu plano de alojamento, existe uma solução para esse problema: usar um CMS que não use uma base de dados, mas sim um ficheiro de texto para guardar a informação.

Desta forma, os ficheiros de texto vão realizar a mesma tarefa que uma base de dados, não havendo a necessidade de haver outro módulo a correr no servidor para a base de dados, tal como no caso do MySql.

Em baixo, deixo algumas soluções de sistemas de gestão de conteúdo que não necessitam de base de dados para correrem.

Flatpress

Já aqui tínhamos falado acerca do Flatpress. Um cms opensource para a plataforma de blogging, bastante semelhante ao WordPress, mas que não necessita de base de dados MySql.

Usa o sistema de templates Smarty e tem o suporte para Widgets e Plugins, tal como no WordPress.

Caso queira e após a instalação e o uso intensivo do FlatPress, deseje instalar o WordPress, poderá importar a base de dados usando este script.

Pivot

O Pivot é uma ferramenta gratuita, distribuída sob a GNU Public General License, que lhe permite criar páginas dinâmicas, como pequenos blogs ou jornais online em PHP, sem a necessidade de funções ou base de dados adicionais.

A razão pela qual o Pivot usa ficheiros de texto e não uma base de dados para guardar a informação, é fazer com que o sistema possa correr numa quantidade maior de servidores possível.

Cute News

Cute News é um poderoso sistema de gestão de notícias que permite facilmente adicionar notícias, comentários, efectuar pesquisas e envio de ficheiros, tudo sem a necessidade de usar MySql.

Para além de um excelente editor WYSIWYG, apresenta ainda um sistema de templates bastante fácil de usar.

simplePHPblog

simplePHPblog é a mais simples ferramenta de criação de blogs que pode existir.

Com este cms poderá em poucos segundos ter o seu blog com as funções básicas e sem a necessidade de uma base de dados.

CMSimple

Um cms dividido em duas versões, uma comercial e outra sob as licenças GPL e AGPL 3. Visite o site do CMSimple OpenSource.

E pronto, penso que podemos ficar por aqui. Caso seja programador e tenha criado algum CMS, leia acerca do txtsql e faça uma versão do seu gestor que não necessite de base de dados.

Fedora 9 – Download

Fedora 9

Já está disponível para download o novo Fedora 9.

De entre as novidades está a versão 2-6-25 do kernel Linux, o Gnome 2.22 e ainda a oferta do KDE 4, que há muito se espera para a distribuição. A beta 5 do Firefox 3 está também incluída, oferecendo um menor consumo de recursos aliado a uma performance de topo, oferecendo uma experiência de navegabilidade muito melhor comparada com a do Firefox 2.

O chamado Sulphur, também inclui novidades a nível mais técnico, como o servidor de som PulseAudio e o PolicyKit que implementa uma segurança muito mais rígida ao sistema, que agora está incorporado de forma mais completa e firme.
O NetworkManager, que facilita configurações de rede e ligações mais simples a redes sem fios, traz agora suporte a dispositivos GSM e CDMA.

Outra novidade é o PackageKit que oferece uma gestão universal de instalações, pacotes e actualizações de forma fácil e rápida. Esta plataforma é compatível com diversos sistemas de gestão de pacotes, deste o YUM do próprio Fedora até aos doutras distribuições, o que faz do PakageKit uma bela implementação para outras soluções.

O tema visual Nodoka foi também aprimordiado. Está mais limpo e mais refinado no Fedora 9. Agora é mais consistente e mais polido e suporta as novidades da nova versão do Gnome.

O Fedora está disponível em 3 downloads: Install Media, Desktop Live Media e KDE Live Media. As dua últimas são versões LiveCD com instalador.