KDE 4.3 – Caizen

A comunidade do KDE anunciou ontem, dia 4 de Agosto, o Caizen, ou seja, o KDE 4.3 que inclui bastantes melhorias para o utilizador.

Segundo os dados apresentados, a comunidade KDE corrigiu cerca de 10.000 bugs e implementou quase 2.000 novidades que tinham sido pedidas nos últimos 6 meses.

As novidades mais interessantes encontram-se no Plasma Desktop Shell, que apresenta um novo theme por defeito, bem como varias melhorias a nível de performance.

Veja o vídeo:

Clique aqui para ler o Press Release no site da comunidade KDE.

Caixa Magica 14

Caixa Magica

Depois de largos meses de testes e desenvolvimento a Caixa Mágica Software lançou a versão final da sua distribuição de linux: O Linux Caixa Mágica.

Esta versão baseada em Mandriva 2009.1 contém como principais novidades em relação ás versões anterior:

  • * Kernel 2.6.29.3
  • * Gnome 2.26.1
  • * KDE 4.2.2
  • * Apt-RPM com capacidades de rollback e uma primeira versão alpha do apt-pbo, “o primeiro instalador que incorpora tecnologia de Pseudo-Boolean Optimization desenvolvida no âmbito do projecto MANCOOSI pela Caixa Mágica e o INESC-ID”

As imagens de instalação podem ser já encontradas no site oficial: www.caixamagica.pt

Artigo enviado pelo Dextro

Caixa Mágica 14 RC1

A Caixa Mágica Software lançou hoje durante a tarde a primeira release candidate da próxima versão desta distribuição de linux nacional: Caixa Mágica 14 RC1.

Como principais novidades temos:

  • Kernel 2.6.29
  • Gnome 2.26
  • KDE 4.2.2
  • XFCE 4.6

Para já apenas estão disponíveis nos servidores os dvds de instalação das versões de 32 e 64bits com os liveCDs a serem disponibilizados até ao fim da semana e os torrents a serem disponibilizados durante o dia de amanhã.

Como sempre fica o aviso de que esta é uma versão de desenvolvimento e que pode colocar os vossos pcs a arder ou qualquer coisa parecida por isso já sabem. De resto divirtam-se a reportar bugs no trac oficial da distribuição [ http://contribsoft.caixamagica.pt/ ].

Links:

Debian 5.0 – Lenny

DebianFoi exactamente no dia dos namorados que foi lançada a nova versão da distro Debian.

Debian 5.0, com nome código Lenny, foi lançada dia 14 de Fevereiro de 2009, 22 meses depois do começo do seu desenvolvimento.

Esta distribuição tem suporte para 12 arquitecturas de processamento e inclui vários ambientes gráficos, incluindo KDE, Gnome, xfce e LXDE.

Para além disso, o Debian 5.0 Lenny apresenta também uma nova versão do desktop GNUstep 7.3, Xorg 7.3 o Kernel Linux 2.6.26  e as mais recentes versões de software como PHP, Apache, Samba, Python, Perl Emacs, Nagios, Xen Hypervisor, OpenJDK, Gimp, Iceweasel, Icedove, PostgreSQL, MySql, gcc, Asterisk, Emacs, Inkscape e Openffice, bem como mais de 23.000 pacotes de software.

A distribuição Debian é compatível com a maioria dos netbooks e é totalmente livre. Existe inclusive uma comunidade Portuguesa de utilizadores Debian que pode ser encontrada em DebianPT.org.

A comunidade Debian decidiu dedicar esta versão a Thiemo Seufer, um programador Debian que faleceu no passado dia 26 de Dezembro num acidente de viação.

KDE 4.2 – The Answer

KDE logo“The Answer” é como é chamada a nova versão de um dos ambientes gráficos mais conhecidos para Linux, o KDE.

Foi lançado hoje e vem para ficar, o KDE 4.2 é o resultado do esforço e trabalho realizado por um conjunto de pessoas que têm o objectivo de melhorar a experiência do utilizador com o seu computador, mais propriamente com o desktop e todo o ambiente gráfico.

O que torna um sistema operativo prático, é o gestor de janelas. Quanto mais completo, rápido e organizado for um gestor de janelas, melhor vai ser a experiência.

O Plasma tem novos applets, incluindo uma aplicação QuickLauncher, informação sobre o tempo, notícias por rss feed e tiras de banda desenhada. É possível utilizar também os novos applets mesmo quando o screensaver está activo, desta foram poderá deixar notas importantes no topo do seu desktop, mesmo quando não está a utilizar o computador. No Plasma Panel é possível agora criar grupos de tarefas.

O Kwin agora apenas activa os efeitos no desktop caso o seu computador o permita, ou seja, não utilizará efeitos caso a sua máquina não cumpra certos requerimentos. Contém também um painel de configuração mais fácil de utilizar, o que permitirá ao utilizador final configurar eficientemente os efeitos que necessita.

Foi incorporado o PowerDevil, de forma a gerir e tirar melhor partido da energia. O Ark permite a extracção e criação de arquivos e foram também incorporadas novas ferramentas de gestão de impressoras, que permitirão para além de gerir as impressoras, gerir os documentos em processo de impressão.

O KDE 4.2 está agora disponível também em mais línguas, incluindo Árabe, Hebreu, Romeno, Islandês, Basco (?), Tajik e várias línguas Indicas.

O gestor de ficheiros Dolphin está mais rápido e eficiente, tendo novas funcionalidades como tooltips com pré-visualização,

O Kmail foi também melhorado, em parte por um aluno do Google Summer of Code, tendo melhorias no suporte ao IMAP e outros protocolos, o que o tornam agora muito mais rápido.

Para finalizar, o browser Konqueror tem agora um melhor suporte para gráficos em vector e mostra os bookmarks na homepage.

Para mais informações, ver a página do anúncio do KDE 4.2. Agradecimentos ao Nuno Pinheiro pela revisão ao texto.

10 razões para não utilizar Ubuntu

Ubuntu Tux

Existem muitas pessoas que mesmo após utilizarem o Ubuntu (ou qualquer outra distribuição Linux) continuam a preferir/utilizar o seu Windows (provavelmente pirata ou que pagaram os olhos da cara para o ter ( ou então não )).

Enquanto estava a stumblar (estou viciado no stumbleupon), encontrei um artigo no Socialized Software que indica as top 10 razões para não utilizar Ubuntu e achei no mínimo engraçado.

1 – Não é possível testar antes de comprar

Como o Ubuntu é um software livre, não é possível testar antes de comprar, pois é impossível de comprar.

Por isso o Ubuntu não lhe dá a oportunidade de testar o software antes de pagar.

2 – A instalação de software é demasiado fácil

A instalação de software no Ubuntu via Synaptic ou apt-get é demasiado fácil. Com o synaptic basta fazer uma pesquisa, seleccionar as aplicações/bibliotecas que desejamos instalar e em poucos segundos elas estão instaladas. Simples, fácil e eficaz.

As pessoas estão habituadas a fazer muitas pesquisas e muitos click’s antes do programa estar instalado.

3 – Poucos vírus e muita segurança

Linux é um sistema bastante seguro, portanto não existe a necessidade de ter um anti-virus + anti-spyware + anti-adware + qualquer coisa para proteger os seus dados.

4 – Não tem software de produtividade caros

O Ubuntu não tem uma Suite de produtividade como o Microsoft Office que custa 400$, portanto provavelmente não presta.

O OpenOffice.org é gratuito e opensource, portanto se não se paga, não deve ser grande coisa (tal como o Ubuntu, se é gratuito não presta!).

5 – Não é possível comprar

Como já foi dito o Ubuntu é totalmente gratuito, portanto se não se paga e se até oferecem CDs do Ubuntu é porque provavelmente a ninguém quer o sistema operativo da Canonical e portanto a empresa distribui os CDs que não foram vendidos… provavelmente.

6 – Demasiadas aplicações gratuitas por onde escolher

Existem milhões de aplicações para Linux totalmente gratuitas e a maioria delas é opensource.

São tantas as aplicações que as pessoas têm problemas a escolher aquelas que lhe agradam.

7 – Documentado bem demais

A comunidade Ubuntu junta esforços para documentar todo o software e até mesmo traduzir em várias línguas. Ora se a documentação está em Português não vai prestar… pois o que é em Inglês é que é bom…

8 – Suporte gratuito e rápido

Para além da documentação, das centenas de sites/blogs/fóruns e restantes comunidades que existem para o ajudar a gerir o seu sistema operativo, existem ainda vários canais distribuídos pelas redes de IRC com pessoas dispostas a ajuda-lo em tudo o que for preciso.

9 – Demasiadas Interfaces por onde escolher

Apesar da maioria das pessoas pensarem que Linux ainda é um bicho de 7 cabeças e ainda é tudo por linha de comandos, o Linux permite escolher entre vários Gestores de Janelas (ex: Gnome, KDE, xFCE, etc…) e personalizar totalmente o sistema operativo.

Existem muitas mais configurações possíveis para deskmod em Linux do que em macOSx ou Windows.

10 – Demasiado Eye Candy

Para além dos gestores de janelas disponíveis, é possivel a instalação de pequenas aplicações que apesar de terem como principal objectivo tornar o ambiente Eye Candy, facilitam a vida de quem trabalha com várias aplicações, podendo ter vários desktops no mesmo sistema e agrupar as aplicações em cada um deles.

openSuse 11.1 beta 2

openSuseNa segunda feira recebi uma carta para levantar uma carga nos CTT vinda da Alemanha.

Achei estranho, pois não me lembrava de ter encomendado nada, muito menos vindo da Alemanha e ainda por cima uma carga que era gratuita e estava descrita como volumosa.

Como os CTT estiveram dois dias de greve e como ontem era Quinta-Feira, dia de feira aqui em Barcelos, decidi adiar a minha ida para hoje.

No carimbo da carta, indicava para levantar nos CTT de Arcozelo, no entanto quando cheguei aos CTT indicados, disseram-me que se tinham enganado no carimbo e portanto teria que me deslocar aos CTT de Barcelos para fazer o levantamento da carga.

Lá me desloquei até aos CTT de Barcelos e ao levantar a encomenda apercebi-me logo que eram CDs/DVDs com Linux, mais propriamente Linux OpenSuse.

Já tinha pedido à algum tempo DVDs do OpenSuse, no entanto não me lembrava de os ter pedido e nunca pensei que viessem da Alemanha.

Foram ao total 40 DVDs com o sistema operativo OpenSuse 11.0, totalmente gratuitos que se vão juntar aos outros CDs com Ubuntu e OpenSolaris que por aqui tenho para distribuir em Lan Parties e outros eventos sociais tecnológicos que visito.

O OpenSuse 11.0 é a ultima versão estável desta distribuição, no entanto aproveito a boleia para anunciar que o OpenSuse 11.1 beta 2 foi lançado hoje e pode ser descarregado dos repositórios oficiais.

Aqui fica uma lista das principais mudanças no OpenSuse 11.1 beta 2:

  • Live CDs para GNOME e KDE com tamanho reduzido
  • VirtualBox 2.0.2
  • OpenOffice.org 3.0RC2
  • GNOME 2.24.0
  • KDE 4.1.2
  • Mono 2.0 RC 3
  • Compiz 0.7.8

Queria deixar aqui o meu agradecimento à Novell pelo excelente trabalho na personalização da distribuição e também pelo envio dos DVDs.

Versão final do KDE 4.1 está disponível

Ao fim de vários meses de desenvolvimento e algumas versões de teste, a equipa do KDE disponibilizou a versão final do KDE 4.1. Caso utilizem um Ubuntu ou derivado e quiserem já utilizá-lo, podem usar o seguinte repositório para o instalar:

deb http://ppa.launchpad.net/kubuntu-members-kde4/ubuntu hardy main

Para o adicionarem, podem fazê-lo directamente no Synaptic ou então editando, com os devidos privilégios, o sources.list, localizado em /etc/apt (/etc/apt/sources.list) e adicionado o repositório numa nova linha no final do ficheiro – só para manter as coisas ordenadas.

Adicionado o repositório, apenas precisam de executar o seguinte comando num terminal (acreditem que é mais rápido do que através do Synaptic): sudo apt-get update && sudo apt-get install kubuntu-kde4-desktop. Isto actualiza a cache do gestor de pacotes, para que ele possa utilizar o novo repositório, e descarrega e instala o KDE 4.1. Assim que acabar a instalação, basta terminarem a sessão (não é necessário reiniciar) e, no gestor de login, escolher o KDE4 como sessão.

Se quiserem, podem deixar screenshots do vosso desktop com KDE 4.1 nos comentários. Se os recebermos em número suficiente, publicaremos um post com aqueles que consideramos mais agradáveis e user-friendly (amigáveis).

{via José Rocha}

Launchy 2.1 – Agora disponível para Linux (Gnome e KDE)

amarok

Se no macOSx o Spotlight é uma das formas mais rápidas de iniciar aplicações, no Windows o Launchy é uma boa escolha para efectuar esta tarefa.

Mas a nova versão do Launchy vem apimentar ainda mais as coisas, suportando agora Linux, funcionando tanto no Gnome como no KDE.

Para além disso o Launchy 2.1 integra também um plug-in para utilizar o Google Calculator e permite agora recuperar janelas fechadas.

Uma alternativa ao Launchy para Linux, seria o Gnome-Do que tem uma interface bastante simples e agradável.

Bem, eu por cá continuo a preferir o Spotlight… a maravilha das maravilhas no macOSx…