Damn Small Linux 4.0

O Damn Small Linux 4.0 foi lançado e já vem com um gestor de ficheiros que permite drag’n’drop: o dfm. Mais, foi adicionado suporte para ndiswrapper, fuse e madwifit, os menus do fluxbox e jwm actualizados, o Linux foi actualizado do 2.4.26 para o 2.4.31, várias aplicações foram actualizadas para versões mais recentes, outras tantas foram introduzidas pela primeira vez e foi adicionado um novo look!

Apesar de ocupar apenas uns simples 50MB, aproximadamente, esta distribuição é bastante completa; incluí leitores multimédia, editores de texto, clientes de email, browsers, clientes de IM e outras ferramentas vistas nas distribuições mais conhecidas, como o OpenSUSE, por exemplo. Por alguma razão está em 10º lugar no ranking do Distrowatch.

Lista completa de novidades do Damn Small Linux 4.0
Download do Damn Small Linux 4.0

Desktop de Halloween

O Webtuga está empenhado em dar sempre os melhores conteúdos aos leitores. Prova disso é esta pequena lista de wallpapers, ícones e temas relacionados com o Dia das Bruxas, essa tradição pagã tão popular no cristão Portugal, para o seu desktop:

Uma bela selecção de goodies para personalizar o seu desktop para esta festividade. Partilhe o resultado macabro e terrivelmente assustador connosco. Mwahahahahahahaha!

Imi.Im – chat online com suporte para vídeo

imo

Imo.Im podia muito bem ser mais um serviço online de IM que não traz nada de novo, mas não é assim. Este serviço tem uma novidade muito, mas mesmo muito, interessante.

Como os vários serviços do género, o Imo.Im suporta as redes AIM, Yahoo, Google Talk e MSN, mas tem uma interessante novidade: o suporte para vídeo. Os utilizadores poderão assim utilizar a webcam para comunicar com os seus amigos. Agora se tem suporte para áudio, não sei. Não tenho sequer webcam para testar o serviço. Por isso, peço aos leitores que testarem o serviço que digam o que acharam deste serviço e se este suporta áudio nas conversas.

{Fonte: Download Squad}

Software Livre para as empresas

O software livre costuma ser muito usado a nível empresarial, mas apenas em servidores. No desktop, o software proprietário ainda domina. Mas será que este domínio é devido a falta de software com qualidade para o destkop?

O blog do site VirtualHosting.com responde a esta pergunta, com uma lista de 50 aplicações e distribuições de GNU/Linux direccionadas para os desktops empresariais. Esta lista divide-se em distribuições para desktop e servidor, software de mensagens instantâneas e email, software de produtividade, software de imagem, gestores de conteúdos, ferramentas para a web, software para gestão de redes e servidores, software para gerir as finanças e software de segurança.

A lista apresentada é bastante completa e menciona ferramentas de qualidade e muito úteis, não só para empresas, mas para os utilizadores ditos normais. Espero que seja uma boa leitura e que convença os leitores a ponderar, pelo menos, o software livre.

{Ir para a lista: Linux for Business: 50 Apps to Get your Office on Open Source}

O desktop perfeito com o OpenSUSE 10.3

opensuseSempre que sai uma nova versão de qualquer distribuição de GNU/Linux direccionada para o desktop mais conhecida, é certo que é publicado um artigo no Howto forge que explica como instalar várias aplicações ditas essenciais para o desktop. Essas aplicações passam por browsers, codecs para formatos proprietários, clientes de chat, aplicações de produtividade e leitores multimédia.

Ora, o OpenSUSE é precisamente uma distribuição de GNU/Linux direccionada para o desktop bastante conhecida. E como foi lançada a nova versão, 10.3, o Howto forge já tem um artigo que explica como instalar aquelas aplicações que tanta falta fazem. Mas este artigo não cobre só a instalação das aplicações, mas também a instalação da distribuiação – bastante útil para quem o faz pela primeira vez.

Como poderão ver, a instalação de uma distribuição de GNU/Linux, salvo raras excepções, é do mais simples que há. E a instalação de codecs é igualmente fácil. Já não têm razões para continuar com sistemas proprietários, quando os sistemas livres são tão ou mais simples de utilizar.

The Perfect Desktop – OpenSUSE 10.3

O Ubuntu precisa da vossa ajuda

Caros leitores, a versão portuguesa da nova versão da distribuição, Ubuntu 7.10, precisa da vossa ajuda. Faltam apenas 10 dias para o lançamento oficial e a tradução portuguesa ainda não está completa – estão 113237 strings por traduzir, mais ou menos 1/3 do total. Por isso, dêem uma ajuda na tradução; não se esqueçam que, ao ajudar na tradução do Ubuntu, estão a ajudar os vossos familiares e amigos que utilizam esta distribuição de GNU/Linux.

Comunidade portuguesa oficial do Ubuntu

PDF com falha muito grave

Foi descoberta uma falha de segurança muito grave no formato PDF, que permite a execução de aplicações ou código malicioso num computador. Para já, apenas os sistemas Windows XP e Windows Server 2003 são afectados.

A descoberta deste bug foi feita por um analista de segurança conhecido como pdp, o mesmo que descobriu a vulnerabilidade do Quicktime que afectava o Firefox. De acordo com ele, as versões 7, 8.0 e 8.1 do Acrobat Reader podem ser exploradas, e até leitores de PDF, como o Foxit Reader, estão comprometidos, mas a um nível menor.

O autor da descoberta já contactou a Adobe, que confirmou a vulnerabilidade e já começou a desenvolver um patch. Até essa correcção estar pronta, o autor não revelará a forma de exploração do bug.

{Fonte: Ars Technica}

A web 2,0, as comunidades online e a blogosfera

comunidade

Um dos pressupostos da web 2,0 é o lado social/comunitário, muitas vezes esquecido em detrimento da tecnologia AJAX. Um excelente exemplo disso é a Wikipédia, que disponibiliza conhecimento criado pelos utilizadores do serviço; todos são livres de aceder, usar e alterar esse conhecimento sem ter que pagar um tostão. O Facebook é outro exemplo que, apesar de ser uma rede social, tem um lado comunitário presente. Apesar dos dois exemplos mencionados serem gratuitos, a web 2,0 não tem obrigatoriamente que o ser.

As comunidades online já existem à muito mas, para mim, o grande boom aconteceu aquando do aparecimento da web 2,0. Agora já não são só os fóruns e dois ou três cms que são usados para criar uma comunidade; um blog consegue fazer isso – veja-se o exemplo do webtuga.com.

O conceito comunidade compreende partilha, gratuita ou paga. Essa partilha pode ser apenas uns megas para alojar fotos, como pode ser conhecimento e informação. Mas, na blogosfera, o conceito comunidade quase não existe. A realidade é esta, e isso vê-se na quantidade de artigos plagiados. Há um mês, mais coisa menos coisa, li um artigo que falava precisamente sobre isso, embora os números apresentados me parecessem um pouco exagerados (2% de artigos originais e 98% de artigos copiados). Nunca fiz um apanhado geral, mas tenho para mim que os números andarão na casa dos 10% – 90%.

Se calhar os números apresentados nesse artigo até estão mais próximos da realidade que os meus, mas uma coisa é certa: o que não faltam são artigos/posts copiados na integra. Eu costumo ver algumas destas cópias em blogs conhecidos. Costumo ver, também, traduções integrais de artigos de, na maioria, blogs/sites americanos. Esta tendência é preocupante porque mostra a falta de respeito pelo trabalho dos outros.

Mas, pior ainda, é ver blogs conhecidos de todos (ou quase todos), com artigos baseados no texto de alguém e não fazerem referência às fontes, tentando assim passar por geradores de conteúdos. Para mim, é pior que plagiar.

Na grande maioria dos meus posts, salvo quando são textos pensados por mim (como este) ou quando vou buscar informação ao site oficial do projecto em causa (mas, mesmo aí, meto, pelo menos, uma link para o site), meto a(s) fonte(s). É uma forma de partilhar algo mais com os leitores, de dar o devido crédito ao autor e de respeitar o seu trabalho.

Na blogosfera, o conceito comunidade é quase inexistente e a falta de respeito pelo trabalho alheio é enorme. Todos querem atrair visitas e não olham a meios para isso (nem que tenham que escrever em inglês, só para fazer de conta que já têm projecção internacional; mas cada caso é um caso e nalguns o inglês aplica-se).

Felizmente o boom dos blogs já acabou e o número de blogs inactivos está a aumentar a olhos vistos. Valha-nos, ao menos, isso!

NASA aposta em GNU/Linux

Para se embeberem do espírito sci-fi desta notícia, ouçam a música que deixo enquanto lêem.

 

A NASA está a desenvolver um projecto, apelidado de "New Millennium Program Space Technology", que visa a utilização de GNU/Linux nas plataformas (hardware e software) usadas nas missões espaciais.

O lançamento oficial deste projecto está previsto para Novembro de 2009. A selecção de GNU/Linux deve-se ao baixo custo da sua implementação, facilidade no port das aplicações, acesso ao código fonte e modularidade.

A empresa seleccionada para ajudar na implementação de GNU/Linux foi a Wind River.

O ST8, desenvolvido pela empresa Honeywell Aerospace, é o primeiro a ser testado com GNU/Linux e com a tecnologia Dependable Multiprocessor, desenvolvida pela NASA.

Se estiverem interessados, podem ler a documentação oficial (em pdf) do projecto aqui.

Fonte: LinuxDevices

Edit: Era para ter escolhido Skazi ou Skazi vs Talamasca, mas isso era capaz de ser muito "hardcore" para os leitores. Fica esta com "menos calorias". Edit #2: A pedido de muitas famílias, fica uma música alternativa para acompanhar a leitura do artigo.

Adeus Planeta Asterisco, Olá PrintScreen

O Planeta Asterisco mudou de nome, de endereço e de look.

Agora chama-se PrintScreen (Prt.Sc) e pode ser encontrado em www.prt.sc/planet/.

Os conteúdos continuam os mesmos, mas prometem várias novidades para breve. Os leitores do antigo Planeta Asterisco, agora PrintScreen, podem agarrar a nova feed aqui.