Combate as patentes de software na Europa, torna o mundo um local melhor para viver

Por todo o mundo, lobbys de grandes empresas estão a tentar implementar sistemas de patentes dracónicos para o software, que apenas beneficiam essas empresas e prejudicam o consumidor, nomeadamente com o encarecer dos produtos devido ao pagamento de royalties dessas patentes e com o impedimento da evolução.

Cabe a cada um de nós, pessoas individuais ou colectivas, lutar contra isso. É um perigo que temos que combater, com o risco de virmos a ter um mundo pior se não o fizermos – muito provavelmente, com processos de violação de patentes por desenvolvermos uma aplicação que utiliza as teclas Page Up e Page Down (a patente da utilização destas teclas para navegar num documento está atribuída a uma empresa nos Estados Unidos).

Se fazes parte de uma empresa ou associação e queres ajudar a combater as patentes de software no espaço europeu, para que a criatividade e evolução no desenvolvimento de software não sejam castradas, dirige-te a stopsoftwarepatents.org e assina a petição. A data limite para a tua organização, empresa ou grupo fazer a subscrição inicial da petição é 31 de Agosto (daqui a dois dias), às 11 horas de Portugal (12 horas em Paris).

Não vais precisar de poderes de aranha ou de uma capa preta para seres um herói. Basta assinares a petição e vais ajudar a tornar o mundo um local melhor. E, se desenvolves software, estás a livrar-te de eventuais processos só porque alguém decidiu patentear o duplo clique do rato no botão de confirmação da acção e decidiu processar-te por violação dessa patente.

Se não acreditas nos perigos de um sistema de patentes de software na Europa, pensa no seguinte: o kernel Linux seria o que é hoje se existissem patentes na Europa? E o Firefox? Muito provavelmente, estes dois conhecidos projectos ainda estariam a ser desenvolvidos numa garagem, sem que o mundo soubesse que eles existem e os pudesse utilizar.

Energia Solar para os dispositivos portateis da Apple?!

Energia Solar Portatil

Esta é a mais recente patente dos nossos amigos de Cuppertino!

Segundo informações, a energia solar ajudaria a aumentar a autonomia dos dispositivos portáteis a bateria, tais como: iPod, iPhone, MacBook, etc…

Os pequenos painéis solares, ficariam montados por de traz dos ecrãs LCD, podendo desta forma evitar a alteração do design actual dos produtos.

Mas pelos vistos, a apple não é a única com esta ideia maravilhosa, pois a Motorola em 2001 registou também uma patente deste género, mas com algumas limitações.

Esperemos que esta ideia ganhe vida, pois a mim parece uma boa ideia!

Via | Macrumors

Microsoft e Novell de mão dadas para a China

A cooperação entre a Novell e a Microsoft conheceu mais um novo marco, com a aliança formada entre as duas empresas para entrar no mercado Chinês.

Estas duas empresas vão, mais uma vez, colaborar, desta vez para oferecer soluções mistas – de sistemas livres e fechados – às empresas chinesas. Estas soluções estarão protegidas de potenciais processos por violação de patentes.

A China é um mercado onde o software livre tem muito sucesso. Um exemplo deste sucesso é o Red Flag Linux, uma distribuição de GNU/Linux usada no sector empresarial deste país asiático.

via news.yahoo.com

Nota: Obrigado ao Francisco Carinha pela dica

Microsoft condenada a pagar 367,4 milhões de dólares à Alcatel-Lucent

Um tribunal do distrito judicial americano de San Diego condenou a Microsoft ao pagamento de uma indemnização à Alcatel-Lucent no valor de 367,4 milhões de dólares (aproximadamente 234 milhões de euros), por violação de patentes.

O tribunal deu como provada a violação de duas patentes da Alcatel-Lucent relacionadas com interfaces. No entanto, uma outra queixa, relacionada com o sistema de reprodução de DVDs utilizado pela Microsoft, não teve seguimento.

A Microsoft, pela pessoa de Tom Burton, vice-presidente da empresa, pronunciou-se sobre esta decisão e garantiu que irá recorrer da sentença.

via heise-online.co.uk e itworld.com

End Software Patents: um esforço para acabar com as patentes de software nos EUA

Nos Estados Unidos, vários grupos e pessoas uniram-se para acabar com as patentes de software neste país. O esforço conjunto chama-se End Software Patents e dele fazem parte alguns membros como a Free Software Foundation, Software Freedom Law Center e Public Patent Foundation.

De acordo o End Software Patents, as patentes de software não promovem a inovação e tornam difícil a criação de software.

"Software innovation happens without government intervention. Virtually all of the technologies you use now, was developed before software was widely viewed as patentable. The Web, email, your word processor and spreadsheet program, instant messaging, or even more technical features like the psychoachoustic encoding and Huffman compression underlying the MP3 standard—all of it was originally developed by enthusiastic programmers, many of whom have formed successful business around such software, none of whom asked the government for a monopoly. So if software authors have a proven track-record of innovation without patents, why force them to use patents? What is the gain from billions of dollars in patent litigation?"

Este grupo estima que, anualmente, mais de 11.4 mil milhões de dólares são gastos em processos relacionados com alegadas violações de patentes e afirma que há uma tendência cada vez maior dos "patent trolls" em processar empresas que não estão directamente relacionadas com o desenvolvimento de software.

via Arstechnica.com

Empresas de tecnologia abrem patentes “verdes” ao mundo

naturezaVárias empresas de tecnologia estão a abdicar das suas patentes relacionadas com ecologia. As razões para estas empresas abrirem mãos de algumas patentes prendem-se com a promoção da filosofia "verde" no sector empresarial.

As patentes em causa estão relacionadas com a diminuição do consumo energético, reciclagem, gestão de resíduos, etc. A gerir esta iniciativa, chamada Eco-Patent Commons, está a World Business Council for Sustainable Development (WBCSD).

Gigantes da tecnologia como a Nokia, IBM e Sony já aderiram à iniciativa e abdicaram de patentes relacionadas com a protecção do ambiente ou matérias ecológicas.

É pena estas e outras empresas não lutarem contra a extinção das patentes de software, mas o abrir mão de várias patentes "verdes" já não é mau e pode mesmo ser um primeiro passo.

Fonte: iGov

Free Software Foundation afirma que a Microsoft não está livre da GPL3

Pouco tempo depois do lançamento oficial da GPL3 , a Microsoft disse que não tinha nada a ver com esta licença. Mas a Free Software Foundation , num comunicado divulgado ontem, diz que as coisas não são bem assim.

No comunicado, a FSF Free Software Foundation ) afirma que, ao distribuir ou pagar a outro para distribuir em seu nome software sob licenciado com a GNU General Public License 3 (por exemplo, os cupões que compraram à Novell para distribuir o SLED 10, sem data de termino definida), a Microsoft terá que respeitar a licença e não poderá processar ninguém por violação de patentes.

If Microsoft distributes our works licensed under GPLv3 , or pays others to distribute them on its behalf , it is bound to do so under the terms of that license . It may not do so under any other terms ; it cannot declare itself exempt from the requirements of GPLv3 .

Durante o comunicado, são feitas fortes críticas à Microsoft e às suas alegadas – e já dadas como provadas pela UE – práticas monopolistas e anticompetitivas e acusa ainda a empresa de tentar destruir o software livre.

A Free Software Foundation termina o comunicado com uma promessa: defender das acusações de violação de propriedade intelectual todos aqueles que licenciaram o seu software sob a GPL3 .

We will ensure–and, to the extent of our resources, assist other GPLv3 licensors in ensuring- that Microsoft respects our copyrights and complies with our licenses.

Mark Shuttleworth faz fortes críticas à Microsoft

Ubuntu

Numa entrevista dada à Eweek, Mark Shuttleworth falou das alegadas infracções de patentes da Microsoft e fez fortes críticas à empresa, acusando-a de fazer extorsão.

Mark Shuttleworth acusa a Microsoft de tentar dividir a comunidade open-source, ao alegar infracção de 235 patentes, e de se aproveitar da fraqueza financeira de algumas distribuições para comprar acordos. O presidente da Canonical também aponta o dedo às distribuições que fizeram os acordos de protecção com a Microsoft, por se deixarem arrastar para uma teia de incertezas, medo e confusão (FUD).

To say, as Ballmer did, that there is undisclosed balance sheet liability, that’s just extortion and we should refuse to get drawn into that game. On the other side, if Microsoft is concerned about its intellectual property, there is no one in the free software community that wants to violate anyone’s IP. Disclose the patents and we’ll fix the code. Alternatively, move on.

Durante a entrevista, Mark Shuttleworth é questionado sobre a GPL3. Ele afirma que a GPL3 é melhor que a sua antecessora e que o novo Ubuntu vai estar sob esta licença. Quanto às criticas de Linus Torvalds à nova GPL e à não passagem do kernel do Linux para esta licença, ele acredita que o ditador benevolente – Linus Torvalds – apenas quer o melhor para o kernel e que não há problema em haver ou não mudança de licença.

Quanto a possíveis acordos de interoperabilidade com a Microsoft, o homem forte da Canonical afirma que eles não estão postos de lado, mas que os acordos de protecção são uma carta fora do baralho.

Versão mais barata do iPhone pode chegar no final do ano

http://i206.photobucket.com/albums/bb156/r1c4rd0100/iphone-1.jpg

A Apple poderá lançar uma versão mais barata do iPhone, baseada no iPod Nano, ainda este ano.

Esta possibilidade foi avançada por um relatório da JP Morgan, baseado em informações cedidas por fontes e por pedidos de registo que deram entrada no Gabinete de Registo de Patentes norte-americano.

De acordo com o relatório publicado pela casa de investimentos, a Apple preencheu um requerimento de registo de patente no dia 5 de Julho referente a um dispositivo móvel multifuncional com um controlo circular por toque, semelhante aos controlos do iPod Nano. Ao que tudo indica, o equipamento poderá custar perto de 300 dólares, ou menos e será colocado no mercado no último trimestre de 2007.

Mais informações
Fonte: tek