Gmail agora com to-do lists

Só quem utiliza diariamente o Gmail é que sabe a potencialidade deste webmail.

O Gmail é um dos únicos clientes de e-mail que nos permite escolher de entre vários aspectos, falar directamente com outras pessoas sem a necessidade de um cliente de instant messaging pelo Gtalk, adicionar vários gadgets a nossa caixa de correio e integrar a nossa conta de e-mail com outros serviços como é o caso do Google Calendar e do Google Docs.

Mas a equipa do Gmail achou que faltava algo no Gmail e achou muito bem, portanto a partir de agora o Gmail tem também uma lista de tarefas (to-do list), onde podemos fazer a gestão dos nossos a fazeres.

Para além disso, é possível associar uma determinada mensagem da nossa caixa de entrada a uma tarefa.

Se quer utilizar as Tasks no Gmail, aceda às configurações da sua conta e active-o no menu “Labs”.

São pequenas coisas como esta que fazem a diferença e a equipa do Gmail está la.

Gmail

soshiku – gestão de testes e trabalhos da escola

Soshiku

O regresso às aulas é por vezes “stressante” e com tanta coisa para fazer, por vezes esquecemos-nos da data dos testes.

Na altura pesquisava sempre na Internet por ferramentas que permitissem gerir os testes e entregas de trabalho, mas nunca encontrava nada.

Ontem encontrei aquilo que já devia existir à bastante tempo.

Soshiku é o nome de um site que permite gerir a vida de um estudante, podendo adicionar disciplinas e posteriormente associar trabalhos a essas disciplinas e ainda receber alertas no e-mail para a aproximação dos eventos.

No meu caso iria usar sempre para me avisar um ou dois dias anteriores. Sim, eu estudo sobre pressão, no entanto poderá personalizar os alertas ao seu gosto.

Pode para além disso criar uma rede com os seus colegas de turma e partilhar com eles as datas dos trabalhos.

No caso de moradores dos Estados Unidos é até possível receber as notificações via SMS.

Além disso, poderá adicionar notas relevantes nesse teste (bastante útil para seleccionar os tópicos e a matéria dos testes), adicionar tarefas (útil para gerir as tarefas em caso de trabalhos de grupo) e ainda enviar ficheiros em anexo.

Os alunos podem ainda discutir o teste ou o trabalho e no final colocar a nota do teste ou trabalho e comparar as notas estatisticamente.

É sem dúvida uma grande aplicação web para estudantes e também para os professores sugerirem aos alunos.

Olá MySQL Workbench! Adeus DBDesigner4!

Foi lançado hoje o MySQL Workbench, uma ferramenta visual de modelação de dados com suporte alargado das funcionalidades do MySQL.

A principal característica que todos nós procuramos numa ferramenta destas para MySQL é a “unificação” das tarefas mais importantes (analisar, conceber e implementar) necessárias para uma base de dados, no contexto de um processo de desenvolvimento integrado e interactivo.

Até há pouco tempo, a principal ferramenta de modelação de dados no MySQL era o DB Designer 4, um projecto open source sem suporte oficial por parte da MySQL.

Muitos achavam que apesar de implementar as características necessárias para a modelação, o DB Designer4 deixava um pouco a desejar, mostrando-se pouco eficiente. Apresentava alguns “bugs irritantes”, uma utilização desleixada e uma configuração muito abstracta.

É aqui que entra o Workbench, o sucessor de DB Designer 4 mas construído de raiz a pensar no suporte alargado a todas as funcionalidades do MySQL. Apresenta uma interface melhorada, mais fácil de usar e é mais estável que o seu antecessor. Para além disto, tem a promessa de evoluir rapidamente com base no feedback que a comunidade devolve: bugs, pedido de novas funcionalidades e até de plugins!

O Workbench será distribuído de duas formas, grátis e paga. A versão grátis (Workbench OSS) terá certas “funcionalidades trancadas” para o uso do utilizador. Isto não significa que não o poderemos utilizar na sua totalidade, não sejam induzidos ao erro, até porque a própria MySQL admitiu que não. A principal diferença entre as duas versões é que na versão paga (Standard Edition) poderás adicionar módulos e plugins para o utilizar de forma optimizada.

Os Plugins disponíveis (brevemente) para o Workbench são desenvolvidos sob a linguagem Lua (originalmente do Brasil) e, apesar de ainda não estar “aberto ao público”, o repositório de plugins tem um lugar reservado no site oficial do produto.

Fonte: André Torgal

Open Source Rails – Directório de aplicações Rails código-livre

Ruby On Rails tem sido uma das linguagens mais prometedoras e usadas em aplicações Web 2.0.

Para quem programa em RoR, ou está a pensar em começar a aprender, o Open Source Rails reúne uma compilação de aplicações web open-source criadas em Ruby On Rails totalmente gratuitas.

Desde aplicações para serviços de endereços curtos, redes sociais e gestores de tarefas online, o Open Source Rails é uma referência a não faltar para quem estuda a linguagem.

Dia da mãe

Obrigado porque tiveste na tua vida um lugar para a minha vida, renunciando a tantas coisas boas que poderias ter saboreado. Porque – mais do que isso – fizeste da tua vida um lugar para a minha. E de muitas maneiras morreste para que eu pudesse viver.

Porque não eras corajosa, mas tiveste a coragem de embarcar numa aventura que sabias não ter retorno.

Porque não fizeste as contas para avaliar se a minha chegada era conveniente: abriste simplesmente os braços quando eu vim.

Porque não só me aceitaste como era, como estavas disposta a aceitar-me fosse eu como fosse. Porque dirias "o meu filhinho" mesmo que eu tivesse nascido deformado e me contarias histórias ainda que eu tivesse nascido sem orelhas. E me levarias ao colo mesmo que eu fosse leproso. E, mesmo com tudo isso, me mostrarias com orgulho às tuas amigas. Porque seria sempre o teu bebé lindo.

Devo-te isso, embora não tenha acontecido, porque o farias.
Obrigado porque não tiveste tempo para visitar as capitais da Europa. Porque as tuas amigas usavam um perfume de melhor qualidade que o teu. Porque, sendo mulher, chegaste a esquecer-te de que havia a moda.

Porque não te deixei dormir e estavas sorridente no dia seguinte. Porque foste muitas vezes trabalhar com manchas de leite na blusa. Porque me sossegaste dizendo "não chores, filho, que a mãe está aqui", e estar no teu regaço era tão seguro como dormir na palma da mão de Deus.

Obrigado porque é pensando em ti que posso entender Deus.

Obrigado porque não tiveste vergonha de mim quando eu fazia birras nos museus, ou me enfiava debaixo da mesa do restaurante porque queria comer um gelado antes da refeição. E porque suportaste que eu, na adolescência, tivesse vergonha de que os meus amigos me vissem contigo na rua.

Obrigado porque fizeste de costureira e aprendeste a fazer bolos. Porque fizeste roupas e máscaras para as festas da escola. Porque passaste uma boa parte dos fins de semana a ver jogos de rugby ou de futebol para que – quando eu perguntasse "viste-me, mãe, viste-me?" – pudesses responder com sinceridade e orgulho "é claro que te vi!".

Obrigado por o teu coração ser do tamanho de me teres dado irmãos. Como eu seria pobre se não os tivesse!

Obrigado pelas lágrimas que choraste e nunca cheguei a saber que choraste.

Obrigado porque me ralhaste quando me portei mal nas lojas, quando bati os pés com teimosia, quando "roubei" batatas fritas antes de o jantar estar servido, quando atirei a roupa suja para um canto do quarto. Obrigado por me teres mandado para a escola quando não me apetecia e inventava desculpas. E por me teres mandado fazer tarefas da casa que tu farias bem melhor e muito mais depressa.

Obrigado por teres mantido a calma quando eu num dia de chuva fui consertar a bicicleta para a cozinha, ou quando arranjei uma namorada de cabelo verde…

Obrigado por teres querido conhecer os meus amigos, e por todas as vezes que não me deixaste sair à noite sem saberes muito bem com quem ia e onde ia.

Obrigado porque eu cresci e o teu coração parece ter também crescido. Porque me deste coragem. Porque aprovaste as minhas escolhas, e te mantiveste a meu lado apesar de ter passado a haver a distância. Porque levantas a cabeça – mesmo sabendo que eu estou muito longe – quando vais na rua e ouves alguém da multidão chamar: "mãe!".

Obrigado por guardares como tesouros os desenhos que fiz para ti na escola quando era, como hoje, o Dia da Mãe. E por ficares à janela a ver partir o carro, quando me vou embora, comovendo-te com os meus sinais de luzes.

Obrigado – já agora… – por não teres esquecido quais são os meus pratos favoritos; por o sótão da tua casa poder ser uma extensão do sótão da minha casa; por teres ainda no mesmo lugar a lata dos biscoitos…

por Paulo Geraldo

Firefox – o Lucky Luke do Mac OS X

Como muito provavelmente esta notícia vai ser abafada, venho mencioná-la aqui no Webtuga, para que ela "não caia no esquecimento".

Adrian Kingsley-Hughes, da ZDNet, anunciou neste site que a versão para Mac PS X do Firefox 3.0 Beta 5 é mais rápida que o Safari 3.1 na interpretação de JavaScript. O teste, da autoria do próprio, foi feito num Mac Mini.

O teste inclui tarefas como a mostragem de imagens 3D, tagcloud, criptografia e manipulação de datas.

Este resultado poderá não parecer muito relevante – e é certo que muito fã da Apple vai dizer isso mesmo -, mas o Javascript é cada vez mais utilizado nos sites à lá Web 2.0 (Gmail, Google Reader, etc).

via Joelcalado.com

Firefox – o Lucky Luke do Mac OS X

Como muito provavelmente esta notícia vai ser abafada, venho mencioná-la aqui no Webtuga, para que ela "não caia no esquecimento".

Adrian Kingsley-Hughes, da ZDNet, anunciou neste site que a versão para Mac PS X do Firefox 3.0 Beta 5 é mais rápida que o Safari 3.1 na interpretação de JavaScript. O teste, da autoria do próprio, foi feito num Mac Mini.

O teste inclui tarefas como a mostragem de imagens 3D, tagcloud, criptografia e manipulação de datas.

Este resultado poderá não parecer muito relevante – e é certo que muito fã da Apple vai dizer isso mesmo -, mas o Javascript é cada vez mais utilizado nos sites à lá Web 2.0 (Gmail, Google Reader, etc).

via Joelcalado.com

Google Docs com mais novidades

google docsIa eu agora para escrever um texto no Google Docs para o meu blog pessoal, quando reparo que este serviço do Google sofreu mais algumas alterações. E que alterações são estas!

Agora, por cima da barra de tarefas, está disponível um menu onde é possível criar um novo documento, editar o código HTML do documento, verificar a ortografia, etc. Isto deu um ar muito mais profissional e limpo a esta ferramenta.

Mas não foi só o editor de texto a sofrer alterações. O "centro de gestão" dos documentos também tem novidades, como a possibilidade de atribuir uma cor a um pasta e alterar o nome e discrição dessa pasta apenas com um clique do rato.

E ainda há mais novidades. Mas são tantas, que prefiro deixar-vos a link para a página que o Google disponibilizou com a listagem de novas funcionalidades e alterações das suas ferramentas de produtividade.

eM Client – o Outlook Killer?!

Se o Thunderbird não corresponde às vossas expectativas e não têm paciência para o Outlook (lookout), o eM Client é uma boa opção para PIM (personal information managment).

Com funcionalidades como calendário, tarefas e contactos, este cliente de email é uma opção a ter em conta. Futuramente, terá integração com o Google Calendar, Google Contacts, redes de mensagens instantâneas, Facebook e anti-vírus; e suporte para ActiveSync.

Se estão habituados ao Microsoft Outlook ou ao Tunderbird, vão-se sentir mais ou menos à vontade com as funcionalidades do eM Client.

Recentemente, um projecto opensource semelhante chamado Spicebird, já aqui mencionado, foi lançado. Esta aplicação também tem calendário, gestor de tarefas e contactos e integração com a rede Jabber.

Com todas estas funcionalidades, será o eM Client o Outlook killer? Não sei porquê, mas não me parece. E a vocês?

Como terminar processos pela linha de comandos em Windows

matar processosUma das poucas coisas que podem matar sem ir parar à prisão são os processos dos computadores. Isto dá jeito quando uma aplicação crasha e não a conseguimos encerrar pelas vias normais.

Em Windows, um processo pode ser terminado ("You are terminated") através do gestor de tarefas ou da linha de comandos – aquela coisa muito complicada em que se utiliza o teclado.

Antes de matar um processo, convém saber qual é o seu identificador (PID ou Process ID). Para saber isso, é preciso executar o comando tasklist.exe. Depois de corrido, o tasklist vai mostrar os processos em execução, o PID de cada um e mais alguma informação útil.

Depois de sabido o PID do processo em causa, é altura de lhe enfiar uma bala nos bits. Para isso, utiliza-se o taskkill. Esta aplicação pode ser usada com vários argumentos.

Imaginem que têm um processo com o PID 5412 e que crashou. Já tentaram encerrá-lo normalmente, mas ele teima em não terminar. Para isso, executa-se o comando taskkill /PID 5412 /F. O /PID é necessário para dizer que o programa está a ser terminado com base na sua identificação e o /F é para forçar o término do programa.

Para tomarem conhecimento dos vários parâmetro dos comandos tasklist e taskkill, executem cada um destes comandos, seguido de /?. Exemplo: tasklist /?

Boa caça aos processos.

Fonte: Technospot.net

Actualização
Também é possível terminar processos pelo nome. Basta passar o parâmetro /IM, seguido do nome do processo: taskkill /IM explorer.exe
Obrigado ao nosso leitor JGomes pela dica.

A imagem é da autoria de Theron Parlin e foi disponibilizada pelo autor sob a licença Creative Commons 2.0 by-nc-nd