Sitonomy

O Sitonomy permite-lhe descobrir quais as tecnologias que um site está a utilizar, como software de recolha de estatísticas, linguagens de programação utilizadas pelo site, bibliotecas javascripts utilizadas no site, redes de publicidade utilizadas pelo site e ainda o servidor web que corre o site.

Para além disso o Sitonomy ajuda-o a encontrar alternativas ao software que esse site utiliza e obter estatísticas acerca desse software.

Quer espiar o software que o WebTuga utiliza? Então clique aqui.

Novos MacBook com Bastantes Novidades?

Novos MacBook Pro?

Com a chegada de mais uma época de Natal, também chegarão novidades da Apple. E, segundo os rumores, este ano é o ano dos MacBooks.

Tanto o MacBook como o MacBook Pro não são renovados desde a sua introdução em 2006 (não falando em pequenas actualizações de hardware). Segundo os rumores, serão ambos renovados em Setembro. Continue a ler para saber tudo sobre esta renovação.

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LG lança três gravadores de Blu-ray

LG Gravador Blu-Ray

A cada dia que passa, o CD vai sendo substituido por novos formatos, sendo o Blu-Ray um dos ultimos formatos alternativos que possivelmente irá suceder o CD e o DVD.

A LG lançou três gravadores de Blu-ray a 6x, o GBC-H20L, BE06 e o GBW-H20L. Todos eles suportam as tecnologias LightScribe e SecurDisc. O BE06 é uma drive externa com ligação USB 2.0 e terá um preço de cerca de 379.95 dolares, enquanto que os modelos GBC-H20L e GBW-H20L terão um preço de $199.95 e $279.97 respectivamente.

Associação Ensino Livre publicou manifesto sobre formatos padrão abertos no sistema de ensino

Os formatos padrão abertos são a pedra basilar das comunicações digitais. Sem eles, ficamos sujeitos a formatos fechados, o que faz com que uma empresa ou governo autoritário passem a censurar toda a informação que nos chega. E também permite que nos fechem.
Para evitar isso, devemos usar formatos abertos em todo o lado, até no ensino. Por isso a Associação Ensino Livre publicou recentemente um conjunto de orientações sobre a utilização de formatos padrão abertos, para que escolas, professores e alunos possam escrever, divulgar e trocar informação sem estarem sujeitos a amarras que não se vêm mas se sentem a apertar os pulsos.

PRESS RELEASE: Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino

A utilização de standards tem-se revelado de extrema importância numa sociedade de inovação e conhecimento. No sector das tecnologias de informação são particularmente cruciais. Ao estabelecerem uma linguagem comum entre diferentes intervenientes, empresas e outras entidades podem desenvolver equipamento e programas de computador que comunicam entre si sem obstáculos, eliminando directamente barreiras aos utilizadores finais. O conhecimento pode assim fluir e escoar livremente entre todos os cidadãos. Um dos grandes exemplos é o êxito da Internet, que só foi possível devido à existência desta liberdade na transmissão de informação.

Existem contudo áreas em que a neutralidade tecnológica ainda não está suficientemente desenvolvida. Por exemplo, ao produzir um documento no processador de texto do seu computador, e ao tentar partilhá-lo com um amigo, já se deparou com a situação de que o amigo não conseguiu abrir o documento, ou que o documento lhe apareceu completamente desformatado? Esta situação poderá ser especialmente grave em instituições públicas, nomeadamente instituições de ensino. Imagine um professor que solicita um trabalho de casa a um aluno, que o professor depois não consegue abrir para avaliar correctamente. Ou então imagine um aluno que recebeu um trabalho de casa que depois não consegue abrir correctamente no seu computador pessoal. Outras situações ainda mais sérias existirão, tais como o armazenamento de informação vital em formatos binários, que se pode tornar inacessível com o passar dos anos, ou ainda a impossibilidade de alguns elementos da comunidade educativa acederem a informação legalmente sem dispenderem largas centenas de euros.

A Associação Ensino Livre publica o "Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino" com os seguintes objectivos gerais:

– potenciar a neutralidade tecnológica nas instituições de ensino, de forma a que a utilização de recursos electrónicos não esteja dependente das plataformas e ferramentas dos utilizadores;
– garantir o máximo de justiça e igualdade na utilização dos recursos electrónicos;
– garantir o acesso, agora e no futuro, a informação produzida no decurso das actividades institucionais;
– fomentar a literacia tecnológica;
– reduzir o desperdício de recursos no sector das tecnologias de informação;
– tornar a tecnologia mais acessível;

Um Guia de Aplicação do "Manifesto sobre Standards Abertos no Sistema de Ensino" será publicado em breve.

Sensibilizem os vossos alunos, professores, familiares e amigos para a importância da utilização dos formatos livres. Sem eles, o "mundo virtual" não é um mundo democrático, mas um local ditatorial e autoritário. Defendam a vossa liberdade.

Download do manifesto, em PDF

via blog.softwarelivre.sapo.pt

Violência nos Jogos

Um dos jogos mais esperados do ano para PC é o Grand Theft Auto IV da Rockstar Games.

Depois do lançamento do jogo para as plataformas de consolas da Sony e da Microsoft que já bateram recorde de vendas, o jogo tem gerado muita controvérsia.

Já há muito que se sabe que o GTA IV é um jogo violento, mas se não fosse violento ninguém o compraria, certo?

Apenas não percebo muito esta opinião de certos pais em relação a este jogo. O GTA é uma saga violenta? E o que se pode dizer acerca dos filmes de terror?

Antes de culparem os desenvolvedores de jogos ou os productores de filmes, os pais deveriam instruir os seus educandos de forma a ensinar-lhes o que é real do que é irreal, ficção ou animação.

O GTA é um jogo… os jogos servem para nos divertir-nos. Sem violência os jogos seriam monótonos.

Todo este artigo tem um propósito, dar os parabéns à Rockstar pela inovação que tem trazido aos videojogos, não só com o GTA, como também o Max Payne e o Bully.

E também dar os parabéns à Rockstar por me ter despertado para novas tecnologias e me ter "obrigado" a criar um site sobre GTA San Andreas, que acabou por ter um fórum que mais tarde se viria a tornar no WebTuga que é hoje em dia uma referência tecnológica.

Bons jogos…

ShutDown Day 2008

Já tínhamos aqui falado desta iniciativa o ano passado e este ano voltamos a falar pois é uma iniciativa que me intriga um pouco.

O ShutDown Day tem como objectivo seleccionar anualmente um dia em que não podemos tocar nos computadores, ou seja, temos de nos livrar destas pequenas pestes durante um dia inteiro, ficar totalmente off-line.

Será a nossa dependência às novas tecnologias assim tão forte que não nos permite afastar nem por um dia destas pequenas maravilhas que nos permitem obter novos conhecimentos?

Quanto a nós, a resposta é não, tal como o ano passado, pois se ficássemos 24 horas off-line, quem iria tratar do WebTuga?

E vocês, são dependentes destes pequenos gadgets? Vão conseguir ficar um dia sem os utilizar?

Site: Shutdown Day

WGA do Vista SP1 cracado (quem é que não esperava esta?!)

pirataIsto que vou mencionar normalmente não é notícia por ser algo tão habitual como respirar; mas eu não resisto a fazer um pequeno rant sobre o tema.

Ao que parece, os sistemas anti-cópia desenvolvidos pela Microsoft têm mais utilidade na subida dos preços dos seus sistemas operativos que no combate às cópias ilegais do Windows. Perto de duas semanas após o lançamento do primeiro service pack para o Windows Vista, já circulam pela net alegados cracks para o WGA – o sistema de validação de cópia do Windows.

É verdade que, com este Service Pack, a Microsoft tornou o WGA um pouco menos rígido. Mas já quando o Windows Vista foi oficialmente lançado, um crack para o WGA apareceu pouco tempo depois.

Até que ponto valerá a pena gastar dinheiro a desenvolver estas tecnologias, que são cracadas pouco tempo depois e ajudam a encarecer os preços dos produtos? Não seria melhor dar prioridade a outras coisas como, sei lá, estabilidade, segurança e performance?

A quem estiver a pensar em pedir o crack, esqueçam. Não sei onde o encontrar; e mesmo que soubesse, não vos dizia. Se querem utilizar software proprietário, paguem por ele.

Revista Programar, 13ª Edição

A Revista Programar festeja o seu segundo aniversário. (Parabéns a você!) Para comemorar o seu segundo ano de existência, foi lançada uma edição – curiosamente a 13ª (para os italianos, o 13 é o número da sorte) – cheia de artigos interessantes, como as tecnologias wireless, algoritmia clássica em C++ e introdução ao SOAP.

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Entrevista a Nuno Pinheiro, um dos responsáveis pelo interface do KDE 4

banner do KDE 4

Depois da entrevista aos responsáveis da Caixa Mágica, o Webtuga tem o prazer de apresentar a entrevista ao Nuno Pinheiro, uma das masterminds por detrás do KDE 4.

O KDE 4, recorde-se, é a nova versão do gestor de desktop KDE. Consigo trás muitas novidades, entre as quais uma nova framework multimédia e um interface brutal!

Passemos à entrevista.

Bruno: Eu segui com alguma atenção o desenvolvimento do KDE 4. Durante esse desenvolvimento, a data de lançamento da versão oficial sofreu alguns atrasos. Como lidou o projecto com eles?

Nuno: Com naturalidade, quando mudamos para este novo kde já havia uma ideia bastante clara do que pretendamos fazer, portanto enquanto a base dessas coisas não estivessem prontas não poderíamos fazer uma release.
Com este kde 4.0 as tecnologias base estão lá o que quer dizer que todo mar de aplicações KDE mas que não fazem parte do kde podem começar a fazer uso delas, sejam elas o phonon, strigi, solid, decibel ou o plasma.

Bruno: A versão 4.0 do KDE é um marco importante neste projecto, já que foram feitas várias alterações de fundo. Por essa internet fora tenho lido vários comentários que dizem que o KDE 4.0 não está pronto para produção. Qual é a tua opinião sobre isso?

Nuno: Não está claramente, dá para usar, mas não é um substituto para o 3.5 por exemplo.
Como disse na resposta anterior, esta release tem como principal objectivo os pilares do kde 4, e esses estão prontos code wise isto é o grosso do trabalho dos pilares esta feito, é a partir destes pilares que tudo o resto se vai construir, e na minha opinião de engenheiro civil são grandes e fantásticos pilares.
Acho incrível o que conseguimos especialmente que dê para usar e funcione minimamente.

Bruno: Recentemente, a Canonical anunciou que não iria suportar o KDE 4.0 na próxima versão Long Term Support do Ubuntu. Qual a tua opinião sobre esta decisão?

Nuno: Concordo acho que faz todo o sentido a Canonical tem a sua forma de funcionar e de acordo como trabalha não é possível eles de forma seria suportar o KDE 4.0.
Mais uma vez o kde tomou um risco muito sério com este 4.0 mas é um risco que acredito que era impossível de não tomar, se queremos realmente ser um desktop com capacidade de fazer frente a todos os outros, tínhamos de ser muito melhores que todos os outros m todos os aspectos. É isso que este kde promete, a capacidade de ser muito melhor que tudo o resto por aí. Não sei se vamos conseguir mas pelo menos devemos tentar.

Bruno: Eu tenho que admitir que acho o novo interface do KDE fabuloso, extraordinário. Como foi desenvolve-lo? Muito difícil, fácil, muitas dores de cabeça, muitos litros de café bebidos, muitos maços fumados?

Nuno: Obrigado.
:) Deixei de fumar e cortei no café a bastante tempo.
Como a maior parte das coisas do kde 4 o que se pode ver agora ainda está muito longe do que poderemos ter, sério é para ficar muito muito muito melhor, o que se vê agora aponta o caminho mas ainda tenho de trabalhar imensos aspectos e muito muito polimento das coisas.
O tema de ícones só estabilizou a cerca de dois meses.
O widget theme qt oxygen ainda precisa de muito muito trabalho até ficar perfeito.
Em relação aos plasmoids bem são mesmo muito recentes e pouquíssimo polidos, mas é normal porque o plasma é o pilar do kde que sendo mais revolucionário, também é o mais inacabado.
Mas é uma uma experiência fenomenal que me gastou a mim e a muitos outros milhares de horas e que outros milhares vai gastar.

Bruno: Os utilizadores de GNU/Linux costumam discutir, muitas vezes de uma forma pouco saudável, as virtudes do KDE em relação ao GNOME e vice-versa. Qual é a tua opinião sobre este assunto? Consideras que um é superior ao outro ou que são apenas duas escolhas entre tantas?

Nuno: Acho que muita gente que não sabe nada do assunto fala demais sobre o assunto.
Acho que o que une o gnome e o kde é muito mais do que os separa.
Acho que são diferentes.
Acho que as questões fundamentais que levaram o kde a dar um salto em frente deveram levar o gnome a também o dar. (o gnome tem questões internas muito importantes para decidir no próximo salto)
Acho que o qt 4.4 nos dá uma vantagem competitiva.
Acho a comunidade gnome fantástica.
Acho muita coisa :)

Bruno: Na tua opinião, achas que o GNU/Linux está pronto para o desktop ou consideras que ainda precisa de melhorar nesse campo?

Nuno: Acho que sim, eu uso em exclusivo para cima de 3 anos o kde 3.5 é completamente utilizável por qualquer pessoa. (experiência própria de por linux’s a trabalhar no mundo real com gente real de limitados conhecimentos de computadores, temos mais problemas com uma pessoa que julgue já dominar de computadores do que com aleguem que de facto não tenha grande experiencia).
O objectivo do kde 4 é colocar o kde e o Desktop Linux bem acima de outros Desktops.
Não sei se vamos conseguir mas vamos tentar. e sabemos que temos as tecnologias para o fazer.

Em nome do Webtuga, quero agradecer ao Nuno pela disponibilidade em responder a estas seis questões e desejar-lhe as maiores felicidades no desenvolvimento de interface do KDE.