
A empresa, que alberga 100 funcionários espalhados pelo mundo, quer aproveitar o facto deste país ter penas muito pesadas para pirataria informática e preços muito elevados para as licenças de software para se afirmar como uma alternativa gratuita e viável ao software proprietário.
A Mozilla, pode assim, passar dos 100 milhões para os 137 milhões de utilizadores, já que a China é o segundo país com mais utilizadores ligados à internet.
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