O uso de smartphones pelos médicos cresce rapidamente

O grupo de consultoria Spyglass publicou um documento que afirma que a adoção de smartphones entre os médicos é extremamente elevado. Dos 100 médicos entrevistados para o estudo, 94 tinham usado ou smartphones.
Outros destaques do estudo:

-Médicos têm enfrentado dificuldades de conexão com os colegas
-Médicos sobrecarregados pelo volume de comunicações recebidas
-Médicos não possuem processos pradozinados para coordenar os cuidados do paciente
– A experiência da adoção dos smartphones pelos médicos vem experimentando um crescimento significativo.

Com apenas 100 médicos entrevistados, as conclusões específicas sobre toda a população de E.U.os médicos podem estar chegando um pouco longe. No entanto, como pagers, nos anos 80, docs são, sem dúvida, liderando o caminho neste domínio, razão pela qual não há como um robusto mercado de referência para aplicações médicas, como EpocratesSkyscape’s PDR, and Unbound Medicine.

Full press release: Study: Physician Smartphone Adoption Experiencing Exponential Growth…
Fonte: Tecnologia da Informação e Medicina via Medgadget

Alojamento Web

Redes neurais, Inteligência artificial e aplicações na Medicina

Redes Neurais

O cérebro humano é considerado o mais fascinante processador baseado em carbono existente, sendo composto por aproximadamente 10 bilhões neurónios. Todas as funções e movimentos do organismo estão relacionados ao funcionamento destas pequenas células. Os neurónios estão conectados uns aos outros através de sinapses, e juntos formam uma grande rede, chamada REDE NEURAL. As sinapses transmitem estímulos através de diferentes concentrações de Na+ (Sódio) e K+ (Potássio), e o resultado disto pode ser estendido por todo o corpo humano.

Esta grande rede proporciona uma fabulosa capacidade de processamento e armazenamento de informação.

Foi pensando em como os neurónios trabalham que pesquisadores desenvolveram neurónios artificiais.O segredo não está na arquitectura dessa rede, mas na forma como ela processa: Redes Neurais não rodam programas, elas aprendem!

A grande vantagem disso é que para executar tarefas, uma rede neural não precisa guardar instruções de comando e executá-las de forma lógica, como num computador tradicional. Ao invés disso, a rede aprende o que é preciso ser feito e executa a função. Dessa forma, uma mesma rede, se ela for capacitada com os neurónios necessários para tal, é capaz de executar várias funções diferentes, independente de espaço de memória. Uma rede neural consegue aprender qualquer função que uma pessoa possa saber e não há limites para a quantidade de informação que ela possa processar.

As redes neurais são principalmente utilizadas para criar sistemas de inteligência artificial. Os computadores tradicionais podem fazer isso de forma simulada, mas sua principal função é seguir regras ou comandos oferecidos pelo usuário. Assim, a inteligência artificial gerada por computadores tradicionais são simulações de inteligência real, ou seja, apresentam respostas segundo regras e comandos de um programa pré-estabelecido.

Já os sistemas de IA baseados em redes neurais conseguem aprender com seus erros e executar diferentes processos, independente de instruções.

Aplicações na Medicina:

Computação Bioinspirada é uma área de pesquisa da Computação que estuda e desenvolve técnicas de Computação inspiradas na Biologia e utiliza estas técnicas para a resolução de problemas práticos.

O aprendizado de máquinas, por exemplo, não está somente relacionado a robôs. Pode ser aplicada a um computador programado para reconhecer materiais microbiológicos, como o DNA. Para isso, o computador agrupa dados biológicos e os classifica. Com isso, é possível, além de fazer o reconhecimento de paternidade, realizar a comparação entre espécies de animais.

“Outra aplicação é na medicina. Se descobrirmos através do reconhecimento do DNA, o que causa determinadas doenças, poderemos saber quem tem tendência a ter quais tipos de problemas”, conta o professor Rodrigo Mello, do grupo de Computação Bioinspirada (BioCom) do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP.

De forma geral, todas as pesquisas trabalham com a compreensão de informações conhecidas no passado, interpretação lógica desses dados e criação de um modelo matemático capaz de expressá-las. “Nessa lógica, quanto mais informações o computador tem como referência, maior são suas chances de acertar”, explica Mello.

Outra aplicação das redes neurais e da AI na Medicina são os Sistemas de Apoio a Decisão Clínica, onde software são desenvolvidos para aprenderem com base nos dados inseridos e ajudarem na análise de dados como imagens de mamografias, colonoscopias ou mesmo dados de acompanhamento clínico para prognósticos.

Fonte: Mundo das Novas, Redes Neurais, Giga Mundo, Notícias Tecnologia USP

Alojamento Web

Saiba se tem Gripe Suína (Swine Flu H1N1) e o que fazer

Swine Flu

A Microsoft em parceria com a Universidade de Emory lançou o H1N1 Swine Flue Response Center para ajudar as pessoas com sintomas de doença a saber se pode ser a Gripe H1n1 e se realmente precisam de ajuda clínica. É gratuito e online, em inglês.

Fonte: Medgadget

Alojamento Web

Orçamento Participativo ou Neuro-tecnologia para decidir obras públicas?

A revista Science publicou um estudo onde usaram a  Ressonância Magnética Funcional (fMRI – ressonância que mede o fluxo sanguíneo em áreas do cérebro, em resposta a um estímulo) para determinar soluções viáveis, eficientes e justas para o problema da compra de bens públicos. Exemplos de bens públicos vão desde saúde, educação, defesa nacional até sala de musculação ou piscina aquecida que seu condomínio decide comprar. Mas como vão o governo ou o seu condomínio decidir em que bens públicos gastar seus recursos limitados? E como é que decidirão a melhor maneira de dividir os custos?

O estudo convidou as pessoas a fornecerem um valor de impostos que estariam dispostas a pagar por um bem público, e depois perguntou a elas o quanto o bem seria útil. Com base nas imagens obtidas na fMRI, se houvesse incompatibilidade entre os dados (desvalorização do bem, mas com benefício para a pessoa), ela pagaria um imposto mais alto do que quem valorizou de acordo com o benefício da obra.

Esta é uma das primeiras aplicações da neuro-tecnologia para problemas reais da vida económica. “Nós mostramos que, ao aplicar as ferramentas da neuro-ciência ao problema do bem público, podemos obter soluções que são significativamente melhores do que aqueles que podem ser obtidos sem analisar dados do cérebro”, diz António Rangel, professor de Economia da Caltech e principal pesquisador.

Na verdade, Rangel diz, é possível imaginar um futuro em que, em vez de uma votação sobre uma proposta para financiar uma nova rodovia, esta tecnologia é usada para fazer a varredura de uma amostra aleatória de pessoas que se beneficiariam com a estrada para ver se é realmente vale o investimento. “Seria uma forma alternativa interessante para decidir onde gastar o dinheiro do governo”, observa ele.

Fonte: medgadget

Alojamento Web

Fitbit – fitness gadget que contabiliza calorias queimadas e horas de sono

Fitbit

Fitbit é um gadget de saúde muito interessante para quem gosta de fitness. Ele consegue calcular quantas calorias você perdeu num dia, quantos passos deu, qual a distância que percorreu, quanto tempo demorou para dormir, quantas vezes acordou durante a noite e quanto tempo ficou realmente a dormir, ao invés de deitado na cama.

O Fitbit contém um sensor de movimento 3D, como o encontrado na Nintendo Wii. O gadget segue os seus movimentos em três dimensões e converte-o em informações úteis sobre suas actividades diárias.

FitBit

Pode usar o Fitbit na sua cintura, no bolso ou até mesmo na roupa interior. À noite, pode usar o Fitbit cortada ao incluídos pulseira, a fim de acompanhar o seu sono. Quando você anda pela estação base sem fio incluído, os dados de seu Fitbit são silenciosamente carregados em segundo plano para Fitbit.com .

FitBit PocketFitBit Wii

O FitBit liga-se sem fios à sua base/carregador (dock), que envia os dados para uma base de dados online que avalia o seu desempenho.

O Fitbit tem um custo de $99,00 e pode ser comprado aqui.

Alojamento Web

Nanotecnologia e a Medicina

Nanotecnologia

O nanómetro não é uma partícula ou um componente da electrónica, mas é apenas uma mera forma de medida. O nome “nanotecnologia” foi criado e definido pela Universidade Científica de Tóquio, no ano de 1974. Entre 1980 e 1990 muitas outras teorias foram elaboradas em cima da definição básica criada por um professor da Universidade de Tóquio. Finalmente, no ano de 2000 a nanotecnologia começou a ser desenvolvida em laboratórios.

Os processadores de computador são, provavelmente, os componentes electrónicos que mais se utilizam da nanotecnologia. Evidentemente, o processador não tem dimensões em manómetros, mas as peças dentro dele são desta escala minúscula. Temos também as placas de vídeo, a NVIDIA como ATI possuem processadores gráficos (os famosos GPUs) elaborados com tecnologia nano. Vale frisar que cada novo modelo que sai, os GPUs ficam mais poderosos e ao mesmo tempo, tendem a utilizar uma tecnologia nano em menor escala. Algumas placas utilizam nanotecnologia de 90nm, já as placas mais modernas utilizam 55nm ou até menos.

Outro uso muito interessante é na conservação dos alimentos. Embalagem anti-microbiana feitas com filmes comestíveis a base de óleo de canela ou de orégão, ou nano partículas de zinco, cálcio ou outros materiais bactericidas; além disso, nano compostos de argila, que bloqueiam o oxigénio, fazem embalagens que dobram a validade de alimentos. Um protótipo desses já foi feito na Unicamp.

Na Medicina já existem várias aplicações na nanotecnologia (nano-medicina). Uma delas é o curativo do cancro, compostos de oxigénio sensíveis à luz estão sendo usados para tratar o câncer de pele, na chamada terapia foto-dinâmica. Ao receberem luz, eles danificam as células cancerígenas ao redor, que acabam formando uma crosta e sendo substituídas por tecidos sadios. Outra aplicação já disponível é a obturação natural. Ela não cai nunca. É um adesivo da 3M que se liga molecularmente ao dente.

Nano-robôs:

Existem dois tipos sendo pesquisados e desenvolvidos: os orgânicos, também denominados bionanorrobôs, e os inorgânicos. Bionanorrobôs serão fabricados a partir de estruturas de DNA e materiais orgânicos inspirados em bactérias e vírus programados. Sua função será identificar bactérias e vírus com acção negativa dentro do corpo e destruí-los. Os inorgânicos serão revestidos com estruturas de diamantes mecanicamente manipuladas e terão aplicações mais amplas e complexas, como realizar cirurgias não-invasivas e enviar medicamentos a células e órgãos específicos.

Em teoria, nano-robôs poderiam ser introduzidos no corpo, seja por via oral ou intra-venosa, e então identificariam e destruiriam células cancerosas ou infectadas por vírus, poderiam regenerar tecidos destruídos e fazer rapidamente uma infinidade de coisas que os medicamentos convencionais (baseados unicamente em química) não conseguem ou demoram para conseguir.

Nanotecnologia

Por exemplo, pode injectar um antibiótico em um paciente por meio de uma seringa para ajudar seu sistema imunológico. O antibiótico dilui enquanto viaja pela corrente sanguínea do paciente, fazendo com que somente uma parte chegue ao ponto de infecção. No entanto, um nano-robô – ou vários nano-robôs – poderia viajar directamente até o ponto de infecção e depositar uma pequena dose de medicação. O paciente possivelmente sofreria menos efeitos colaterais com a medicação.

Estes são alguns exemplos de aplicações dos nano-robôs:

Limpadores de pulmão
Centenas de nano-robôs entrando em uma cavidade bronquial a caminho dos pulmões. Ao chegarem lá acoplam-se à superfície do tecido pulmonar com o objectivo de retirar impurezas do pulmão.

Caçador de micróbios – Um nano-robô que imita uma célula branca flutuando na corrente sanguínea a caminho de um micróbio causador de doenças. O nano-robô irá captura-lo e elimina-lo.
Ataque aos inimigos – Outra versão do nano-robô capturador de micróbios, que utiliza tentáculos retrateis para cercar e capturar o inimigo.
Plaquetas mecânicas – Um nano-robô que auxilia na coagulação do sangue.
Reparadores de vasos – Nano-robôs menores que vírus e bactérias, cuja função é reparar vasos sanguíneos.
Reparadores de vasos – Nano-robôs menores que vírus e bactérias, cuja função é reparar vasos sanguíneos.
Gastronano-robôs – Nano-robôs usados para a detecção de infecções no estômago.

Fonte: Super, Nonomedicina

Alojamento Web

Lentes de contacto electrónicas para jogadores, cirurgiões e outros benefícios

Lentes biónicas

Imagine uma lente de contacto que fosse capaz de medir o colesterol, íons como sódio e potássio, glicose e com um transmissor de dados sem fio, a lente poderia transmitir informações para os médicos ou enfermeiros instantaneamente, sem agulhas ou exames de laboratório. Imagine agora que a mesma lente fosse capaz de mostrar desde informações para motoristas e pilotos, até a aplicação para imersão em videojogos e mundos virtuais ou mesmo a navegação na Internet, por exemplo. E claro, corrigir problemas de visão.

Essa tecnologia está bem perto de ser uma realidade.

Os elementos essenciais da lente são um combinando de plástico fino e flexível com luzes de LED (feito de compostos semicondutores), antenas para fornecer energia, componentes electrónicos de metal de silício e conexões eléctricas.

Lentes para jogadores

Já pensou na Wii em jogos de imersão, ou realidade aumentada? “A lente de contacto electrónica fornece alucinações visuais controladas. Isso irá revolucionar as tarefas de produção, entretenimento e como imaginamos, as nossas capacidades humanas naturais, disse Desney Tan, especialista em interacção humano-computador da Microsoft Research.

Lentes para cirurgiões

Neuro-cirurgiões costumam usar um microscópio para ampliar o cérebro e compensar o tamanho do acesso, geralmente um pequeno furo na calota craniana. Agora, quando eles olharem para oculares do microscópio, eles poderão ver a informação crucial dos exames do paciente, sobreposta a sua visão do cérebro – tudo em tempo real.

CerebroAqui rabiscos de um cirurgião se sobrepõem em um cérebro real. A cor vermelha indica a lesão a ser retirada, o azul e o verde representam boas rotas para alcança-lo, e mostra uma área amarela para evitar – que controla os movimentos do dedo.

A imagem abaixo é um protótipo de lente de contacto tem várias interligações, os componentes semicondutores, componentes de um único cristal de silício e compostos internos embutidos.

Esquema Cientifico

Os progressos

Cientistas da Universidade de Washington estão pesquisando lentes de contacto electrónicas que poderão, um dia, ser utilizadas para mostrar informações no campo de visão do usuário.

Segundo o site TG Daily, os primeiros protótipos já estão em testes em coelhos por curtos períodos de tempo (de até 20 minutos) sem qualquer efeito negativo. A pesquisa conta com o apoio da National Science Foundation e já foi divulgada numa conferência de engenharia electrónica. O invento é composto de camadas muito finas de plástico e componentes electrónicos com espessura de alguns manómetros.

Olho coelho

A imagem acima mostra uma lente nos olhos de um coelho no laboratório,e a abaixo mostra a lente na mão de um cientista .

Chip

Contudo, ainda há alguns desafios a serem superados para que tal tecnologia esteja pronta para comercialização. A fabricação dos componentes usam altas temperaturas e produtos químicos corrosivos, incompatíveis com o polímero frágil da lente. Esses componentes têm ser atóxicos, por exemplo, a maioria dos LEDs vermelhos são feitos de arseneto de gálio alumínio, que é tóxico. Portanto, antes que um LED possa ter uso ocular, ele deve ser envolto em uma substância biocompatível.

Fonte: Science Museum, Spectrum Inside the Tecnology, Medgadget

Alojamento Web

Computação Verde e a Medicina

Computação verde – Mais do que uma tecnologia específica, computação verde é uma nova filosofia que visa à sobrevivência do planeta e da humanidade, pela mudança de comportamentos, de forma especial a redução do consumo de energia, as emissões de carbono e o lançamento de substâncias perigosas no meio ambiente.

A competição entre os maiores fabricantes de computador do mundo ganhou também a dimensão da economia de energia. Em Fevereiro, a Intel apresentou um chip com 8 núcleos de processamento. Hoje, os PCs mais modernos já têm chips de dois núcleos, conhecidos como dual core, e em alguns anos os modelos de quatro núcleos serão o padrão em todas as máquinas.

A tecnologia de múltiplos núcleos tem um desempenho infinitamente superior à geração anterior dos chips, cujo representante máximo é a linha Pentium da Intel – e tem a grande vantagem de não aumentar o consumo de energia. É claro que o consumo de um computador doméstico é muito pequeno quando comparado com um chuveiro ou um ferro eléctrico.

E a questão não se encerra em medidas de performance por watt de um microchip. “Precisamos aprender a usar melhor os computadores”, diz Nicholas Carr, consultor e autor de Does IT Matter? (“A TI importa?”, sem tradução para o português), um influente livro sobre o impacto da tecnologia nos negócios. Carr afirma que a tendência de acedermos cada vez mais programas e serviços pela web pode vir a dispensar a necessidade de uma máquina potente em cada mesa. Os computadores ligados à rede poderiam ser mais simples, e todo o trabalho de computação aconteceria remotamente, em data centers de empresas como Google ou Microsoft, por exemplo. “Não se trata apenas de tornar os computadores mais eficientes. Também temos de tornar a computação mais eficiente”, diz Carr. (Fonte: Planeta sustentável)

Sendo assim, a tendência é usarmos software webased e computadores em rede em clínicas e hospitais. Ou seja,os sistemas de registro em saúde não estarão instalados na máquina do cliente, mas serão acedidos por qualquer computador, em qualquer lugar do mundo, bastando que se tenha acesso a internet.