Google Earth 5

Google EarthO Google decidiu lançar a nova versão do Google Earth que contem várias novidades interessantes, entre elas a possibilidade de navegar no tempo e ver como era determinada zona num ano anterior.

Para além disso é ainda possível gravar vídeos com os progressos das zonas onde viajou e deixar pequenas informações para relembrar mais tarde.

Poderá ainda ver não só o planeta Terra mas também Marte, as constelações do céu e algumas camadas dos Oceanos.

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Ubuntu Free Culture Showcase: vencedores anunciados

Os vencedores do Ubuntu Free Culture Showcase, uma competição destinada a quem cria conteúdos artísticos com software livre, qe figurarão na próxima versão do Ubuntu já estão escolhidos. O anúncio foi feito por Jono Bacon, o responsável pela comunidade do Ubuntu.

Os vencedores são Adrés Vidau, um engenheiro electrónico mexicano que venceu a categoria Áudio, e Andrew Higginson, um jovem inglês de 14 anos que conseguiu o primeiro lugar na categoria Vídeo.

Estes dois trabalhos serão incluídos na próxima versão do Ubuntu. Para acederem a eles, irá bastar um simples sudo apt-get install example-content.

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Gmail com barra de progresso

gmail progresso

À pouco, quando fui ver se tinha algum email na minha conta principal de email do Gmail, reparei em algo interessante: quando o site estava a carregar, apareceu um barra de progresso no local onde aparecia apenas o texto «Loading…». Será que o Google está a testar isto ou já começou a implementar esta funcionalidade?

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Associação Ensino Livre publicou manifesto sobre formatos padrão abertos no sistema de ensino

Os formatos padrão abertos são a pedra basilar das comunicações digitais. Sem eles, ficamos sujeitos a formatos fechados, o que faz com que uma empresa ou governo autoritário passem a censurar toda a informação que nos chega. E também permite que nos fechem.
Para evitar isso, devemos usar formatos abertos em todo o lado, até no ensino. Por isso a Associação Ensino Livre publicou recentemente um conjunto de orientações sobre a utilização de formatos padrão abertos, para que escolas, professores e alunos possam escrever, divulgar e trocar informação sem estarem sujeitos a amarras que não se vêm mas se sentem a apertar os pulsos.

PRESS RELEASE: Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino

A utilização de standards tem-se revelado de extrema importância numa sociedade de inovação e conhecimento. No sector das tecnologias de informação são particularmente cruciais. Ao estabelecerem uma linguagem comum entre diferentes intervenientes, empresas e outras entidades podem desenvolver equipamento e programas de computador que comunicam entre si sem obstáculos, eliminando directamente barreiras aos utilizadores finais. O conhecimento pode assim fluir e escoar livremente entre todos os cidadãos. Um dos grandes exemplos é o êxito da Internet, que só foi possível devido à existência desta liberdade na transmissão de informação.

Existem contudo áreas em que a neutralidade tecnológica ainda não está suficientemente desenvolvida. Por exemplo, ao produzir um documento no processador de texto do seu computador, e ao tentar partilhá-lo com um amigo, já se deparou com a situação de que o amigo não conseguiu abrir o documento, ou que o documento lhe apareceu completamente desformatado? Esta situação poderá ser especialmente grave em instituições públicas, nomeadamente instituições de ensino. Imagine um professor que solicita um trabalho de casa a um aluno, que o professor depois não consegue abrir para avaliar correctamente. Ou então imagine um aluno que recebeu um trabalho de casa que depois não consegue abrir correctamente no seu computador pessoal. Outras situações ainda mais sérias existirão, tais como o armazenamento de informação vital em formatos binários, que se pode tornar inacessível com o passar dos anos, ou ainda a impossibilidade de alguns elementos da comunidade educativa acederem a informação legalmente sem dispenderem largas centenas de euros.

A Associação Ensino Livre publica o "Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino" com os seguintes objectivos gerais:

– potenciar a neutralidade tecnológica nas instituições de ensino, de forma a que a utilização de recursos electrónicos não esteja dependente das plataformas e ferramentas dos utilizadores;
– garantir o máximo de justiça e igualdade na utilização dos recursos electrónicos;
– garantir o acesso, agora e no futuro, a informação produzida no decurso das actividades institucionais;
– fomentar a literacia tecnológica;
– reduzir o desperdício de recursos no sector das tecnologias de informação;
– tornar a tecnologia mais acessível;

Um Guia de Aplicação do "Manifesto sobre Standards Abertos no Sistema de Ensino" será publicado em breve.

Sensibilizem os vossos alunos, professores, familiares e amigos para a importância da utilização dos formatos livres. Sem eles, o "mundo virtual" não é um mundo democrático, mas um local ditatorial e autoritário. Defendam a vossa liberdade.

Download do manifesto, em PDF

via blog.softwarelivre.sapo.pt

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Powerset – O Motor de pesquisa do futuro

Chegou um novo tipo de Motor de Pesquisa à Internet. Chama-se Powerset e um dos seus objectivos é revolucionar o modo de pesquisar dos utilizadores.

Quantas vezes nos aconteceu escrever uma pergunta no Google, para depois chegar-mos à conclusão que tal não é possível?

Agora já é, para tal basta utilizar o Powerset. Neste novo motor de pesquisa, podemos escrever perguntas em vez das habituais Keywords que temos de escrever no Google e motores de pesquisa semelhantes.

Por exemplo, no Powerset podemos escrever: "Quem foi o primeiro rei de Portugal?" enquanto que no Google, teríamos de escrever: Primeiro Rei Portugal.

A pesquisa seria feita com mais naturalidade e facilidade, dando ao user mais vantagens na pesquisa.

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MessengerTV para Windows Live Messenger

A partir do dia 8 de Maio, o Windows Live Messenger recebeu uma nova actividade chamada MessengerTV ( ver aqui ).

O MessengerTV permite aos utilizadores do serviço, visualizarem vídeos do portal MSN Video em simultâneo com os seus contactos.

Para tal deverá adicionar o utilizador robot do MessengerTV ( messengertv@live.com ) e em seguida enviar uma mensagem a esse mesmo contacto, que irá convidar-lo para iniciar a actividade de MessengerTV.

Aparecerá uma widget na sidebar, tal como aparece em baixo:

Curiosidade: Algum dos desenvolvedores da Microsoft, responsável pelo site do MessengerTV esqueceu-se de retirar o lorem ipsum… 😛

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Feedburner com problemas

Feedburner problems
Ao que tudo indica, os macacos do Feedburner voltaram a enganar-se nos cálculos.

No dia 23 de Abril tínhamos cerca de 2212 subscritores, no dia seguinte esse valor desceu para 1984 e ontem voltou novamente a subir até aos 2178.

Será um problema do Feedburner ou foi apenas o impacto do anuncio do Bruno?

Estatisticas Feedburner

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Microsoft e Novell de mão dadas para a China

A cooperação entre a Novell e a Microsoft conheceu mais um novo marco, com a aliança formada entre as duas empresas para entrar no mercado Chinês.

Estas duas empresas vão, mais uma vez, colaborar, desta vez para oferecer soluções mistas – de sistemas livres e fechados – às empresas chinesas. Estas soluções estarão protegidas de potenciais processos por violação de patentes.

A China é um mercado onde o software livre tem muito sucesso. Um exemplo deste sucesso é o Red Flag Linux, uma distribuição de GNU/Linux usada no sector empresarial deste país asiático.

via news.yahoo.com

Nota: Obrigado ao Francisco Carinha pela dica

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Como descobrir passwords de arquivos em GNU/Linux

Alguma vez vos aconteceu alguém vos enviar um arquivo com protegido, mas esquecer-se de dizer qual é a password e depois não se conseguir lembrar dela? Ou então compactarem alguns ficheiros e nunca mais se recordam da palavra-passe?
Quando alguma destas situações se passar convosco e se estiverem a utilizar GNU/Linux, podem descarregar uma aplicação chamada RarCrack. Este programa utiliza o método de bruteforce para tentar encontrar a password de arquivos rar, zip e 7zip.
As instruções de instalação são simples: primeiro, têm que descarregar e descompactar a aplicação; depois, abrem um terminal e navegam até à pasta da aplicação; e, de seguida, executam o comando make, seguido de sudo make install.
Agora que o programa está instalado, basta executar o comando rarcrack (rarcrack arquivo.zip), seguido do arquivo com password – se quiserem, podem utilizar alguns parâmetros. Para verem quais os parâmetros disponíveis, digitem o comando rarcrack –help ou man rarcrack.

Este processo de bruteforce pode ser bastante lento, principalmente num computador mais antigo. Mas é preferível esperar umas horas, que causar danos irreversíveis no teclado, não é?

via Ubuntu Unleashed

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FileQube – mais um serviço de armazenamento de ficheiros

Nos serviços de alojamento de ficheiros, opções gratuitas é coisa que não falta: Box.net, Mediamax.com, Divshare.com, ElephantDrive.com, etc, etc, etc… Eu ainda podia inserir aqui mais uns quantos que tenho nos meus favoritos, uns melhores que outros, mas não vale a pena estar a bombardear-vos com serviços deste género.
Mas vou falar-vos de mais um que apareceu, chamado FileQube. Este serviço é muito semelhante ao Box.net, como poderão ver pela lista de funcionalidades; contudo, tem algumas características bem mais interessantes:
– 2 GB de espaço para as contas gratuitas
– partilha de ficheiros através de widgets,
– organização de ficheiros por tags
– upload de múltiplos ficheiros
– limite máximo do tamanho dos ficheiros a 150MB para os utilizadores que não têm conta registada e 500MB para quem tem conta no FileQube
– partilha de pastas
– acesso aos ficheiros através de RSS
– downloads directos
– interface agradável
– apenas 512 MB de tráfego
O serviço parece ser interessante: 2GB de espaço e organização de ficheiros por tags são funcionalidades bastante apelativas. Mas se utilizarem o FileQube para partilhar ficheiros com os vossos colegas, familiares e amigos, o limite do tráfego a 512 MB estraga tudo.

FileQube, via 2.0 Webmania