Knol – Wikipedia do Google

Knol Google Logo

O Google deve ter conhecimento de que a Wikipédia tem uma base de dados gigantesca de informação, mas mesmo assim decidiu criar a sua própria base de dados de conhecimento.

Knol é o nome do site de partilha de conhecimento do Google, que lhe permite adicionar dados do seu conhecimento e colaborar com outros utilizadores do site nas suas entradas.

Poderá adicionar um titulo, um subtítulo, um afiliado, um resumo, um ranking, um texto alternativo e o texto da entrada em si mesmo.

Para além disso, os visitantes das suas entradas poderão adicionar comentários e colaborar consigo, revendo o seu texto ou completando-o com pequenas entradas.

O nome do site é um diminutivo da palavra knowledge, conhecimento em inglês e, as entradas são chamadas de knols ( nōls ).

Esperemos que não seja alvo de ataque de spammers e que a comunidade em volta do site consiga contribuir para o aumento de informação relevante na Internet.

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CDs gratuitos de Sistemas Operativos OpenSource

CDs Gratuitos

Apesar de muitas pessoas ainda não terem conhecimento, existem vários sistemas operativos gratuitos e open-source que poderão usar sem ter que gastar dinheiro para usufruir dos serviços do mesmo.

No entanto, hoje em dia não é apenas o código destes sistemas operativos que é gratuito, mas inclusive são distribuídos CDs gratuitos com o sistema operativo.

As empresas responsáveis pelos sistemas operativos, vêem assim uma maneira de promover o software livre e de convencer as pessoas a testarem uma alternativa.

Para aqueles que estejam interessados a testar uma alternativa ao sistema operativo que usam, o WebTuga deixa aqui alguns sistemas operativos que pode receber gratuitamente em casa, preenchendo apenas um simples formulário.

Ubuntu ( Canonical )
edubuntu ( Canonical )
kubuntu ( Canonical )
OpenSolaris ( Sun )
Unbreakable Linux ( Oracle )

Preencha os formulários, espere umas semanas e terá em sua casa os CDs com os respectivos Sistemas Operativos.

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Associação Ensino Livre publicou manifesto sobre formatos padrão abertos no sistema de ensino

Os formatos padrão abertos são a pedra basilar das comunicações digitais. Sem eles, ficamos sujeitos a formatos fechados, o que faz com que uma empresa ou governo autoritário passem a censurar toda a informação que nos chega. E também permite que nos fechem.
Para evitar isso, devemos usar formatos abertos em todo o lado, até no ensino. Por isso a Associação Ensino Livre publicou recentemente um conjunto de orientações sobre a utilização de formatos padrão abertos, para que escolas, professores e alunos possam escrever, divulgar e trocar informação sem estarem sujeitos a amarras que não se vêm mas se sentem a apertar os pulsos.

PRESS RELEASE: Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino

A utilização de standards tem-se revelado de extrema importância numa sociedade de inovação e conhecimento. No sector das tecnologias de informação são particularmente cruciais. Ao estabelecerem uma linguagem comum entre diferentes intervenientes, empresas e outras entidades podem desenvolver equipamento e programas de computador que comunicam entre si sem obstáculos, eliminando directamente barreiras aos utilizadores finais. O conhecimento pode assim fluir e escoar livremente entre todos os cidadãos. Um dos grandes exemplos é o êxito da Internet, que só foi possível devido à existência desta liberdade na transmissão de informação.

Existem contudo áreas em que a neutralidade tecnológica ainda não está suficientemente desenvolvida. Por exemplo, ao produzir um documento no processador de texto do seu computador, e ao tentar partilhá-lo com um amigo, já se deparou com a situação de que o amigo não conseguiu abrir o documento, ou que o documento lhe apareceu completamente desformatado? Esta situação poderá ser especialmente grave em instituições públicas, nomeadamente instituições de ensino. Imagine um professor que solicita um trabalho de casa a um aluno, que o professor depois não consegue abrir para avaliar correctamente. Ou então imagine um aluno que recebeu um trabalho de casa que depois não consegue abrir correctamente no seu computador pessoal. Outras situações ainda mais sérias existirão, tais como o armazenamento de informação vital em formatos binários, que se pode tornar inacessível com o passar dos anos, ou ainda a impossibilidade de alguns elementos da comunidade educativa acederem a informação legalmente sem dispenderem largas centenas de euros.

A Associação Ensino Livre publica o "Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino" com os seguintes objectivos gerais:

– potenciar a neutralidade tecnológica nas instituições de ensino, de forma a que a utilização de recursos electrónicos não esteja dependente das plataformas e ferramentas dos utilizadores;
– garantir o máximo de justiça e igualdade na utilização dos recursos electrónicos;
– garantir o acesso, agora e no futuro, a informação produzida no decurso das actividades institucionais;
– fomentar a literacia tecnológica;
– reduzir o desperdício de recursos no sector das tecnologias de informação;
– tornar a tecnologia mais acessível;

Um Guia de Aplicação do "Manifesto sobre Standards Abertos no Sistema de Ensino" será publicado em breve.

Sensibilizem os vossos alunos, professores, familiares e amigos para a importância da utilização dos formatos livres. Sem eles, o "mundo virtual" não é um mundo democrático, mas um local ditatorial e autoritário. Defendam a vossa liberdade.

Download do manifesto, em PDF

via blog.softwarelivre.sapo.pt

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Ensaio sobre Software Livre e como ganhar dinheiro com ele

gnuÀ uns 14 meses atrás, fiquei completamente farto do Windows XP e decidi mudar de sistema operativo. Apesar de todos os cuidados que tinha e das aplicações de segurança que utilizava – firewall, anti-vírus, anti-spyware e por aí fora -, acabava com infecções de malware; e quando não era malware, era um decréscimo absurdo na performance.
Como, na altura, tinha aqui mencionado o Ubuntu algumas vezes e sabia que a comunidade portuguesa em torno desta distribuição era grande, mantive um dual-boot com o Windows Xp e o Ubuntu. Ao fim de duas semanas com dual-boot, removi a partição do Windows.
À medida que fui conhecendo mais sobre o GNU/Linux e os sistemas operativos livres em geral, fiquei a conhecer o movimento open source. Mais tarde, fiquei a conhecer o movimento Free Software, movimento em que me revejo.
Como a minha inaptidão para programar é tão grande como a inaptidão para desenhar, e como sinto que devo dar algo à comunidade que me deu o software que hoje utilizo, decidi escrever um pequeno ensaio sobre formas de ganhar dinheiro com software livre, para ajudar a desmistificar algumas ideias incorrectas que existem. O texto é simples, curto e direccionado para o público com menos conhecimentos de informática.
O texto original está disponível em português, sob uma licença GNU Free Documentation License. Uma tradução para inglês, igualmente sob a FDL, e revista por Karl Berry, a quem eu deixo o meu agradecimento, também está disponível para download. Ambos os documentos estão no formato ODF e PDF e não garanto que os disponibilize noutro formato.

Download da versão portuguesa (PDF)
Download da versão inglesa (PDF)

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Este blog não me sai da cabeça

WebTuga na cabeça

Pois é, o WebTuga foi condecorado com o selo de "Este blog não me sai da cabeça" pelo Glob-PT, pelo TugaTrónica e pelo AppleTuga.

[ironica mode on]
O WebTuga tem sido um projecto que me tem roubado bastante tempo e não me admira nada que esse blog não vos saia da cabeça, pois é o melhor blog do mundo, quiçá Portugal.
[/ironic mode on]

Cavalo que pensa

Agora que dei um bocado de treta, chegou a minha vez de pegar no ferro quente e marcar os blogs que não me saem da cabeça.

2.0 Webmania – A Web encontra-se numa fase de mudança de vertentes, ao qual se tem dado o nome de Web 2.0, como tal, não podia deixar de referir este excelente blog que faz cobertura das novidades e principais mudanças da Web presente e futura.

Obvious – Se o WebTuga é o melhor blog do mundo, quiçá Portugal, este é o melhor blog do Universo, quiçá via Láctea. O adquirimento de conhecimento cultural através deste blog é-nos atribuído via pequenas curiosidades que despertam a nossa atenção e o nosso interesse. Simplesmente genial.

Software Livre @ Sapo – Todos os dias recebemos noticias sobre os progressos da comunidade open-source em todo o Mundo. Este blog do Sapo, faz-nos chegar informações acerca de projectos e eventos Open-Source em Portugal. Um blog a seguir.

Estes são apenas 3 blogs em muitos que sigo diariamente através da RSS ( segundo o Google Reader, cerca de 700 ). Cada um tem o seu valor, cada um tem a sua temática, mas todos seguem o espírito do blogging.

Obrigado pelo selo.

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DebianDayPT – 15º Aniversário da Distribuição Debian


No dia 16 de Agosto de 2008 a distribuição GNU/Linux Debian festeja o seu 15º aniversário.

Para festejar, a Comunidade Portuguesa de Utilizadores de Debian GNU/Linux vai organizar um encontro em Aveiro para todos aqueles que usem esta distribuição, sejam utilizadores Linux ou estejam apenas interessados em saber mais do mundo Linux.

Para além de festejar os 15 anos da distribuição, este evento tem também o objectivo de divulgar o GNU/Linux e de divulgar a troca de conhecimentos e experiências no mundo Linux.

No decorrer do evento vão haver várias palestras e workshops.

Para mais informações visitem a página oficial da comunidade DebianPT.

Página Oficial: DebianPT

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ShutDown Day 2008

Já tínhamos aqui falado desta iniciativa o ano passado e este ano voltamos a falar pois é uma iniciativa que me intriga um pouco.

O ShutDown Day tem como objectivo seleccionar anualmente um dia em que não podemos tocar nos computadores, ou seja, temos de nos livrar destas pequenas pestes durante um dia inteiro, ficar totalmente off-line.

Será a nossa dependência às novas tecnologias assim tão forte que não nos permite afastar nem por um dia destas pequenas maravilhas que nos permitem obter novos conhecimentos?

Quanto a nós, a resposta é não, tal como o ano passado, pois se ficássemos 24 horas off-line, quem iria tratar do WebTuga?

E vocês, são dependentes destes pequenos gadgets? Vão conseguir ficar um dia sem os utilizar?

Site: Shutdown Day

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Blinkx – um serviço p2p de streaming de vídeo com reconhecimento de voz

Foi lançado mais um serviço de streaming de vídeo que utiliza uma tecnologia p2p para disponibilizar os seus conteúdos: o Blinkx.

Tal como o Miro ou o Joost, os utilizadores têm que descarregar uma aplicação para poderem aceder ao serviço. Mas esta tem uma funcionalidade que a destaca das outros: reconhecimento de voz. Esta funcionalidade não está disponível em todos os vídeos mas, nos que a têm activa, os utilizadores podem clicar numa linha do texto que aparece para saltarem imediatamente para esse ponto no vídeo.

Outra funcionalidade que poderá ser interessante é a possibilidade de pesquisar informações sobre actores no IMDB, Google ou qualquer outro motor de busca.

Se estão à espera de encontrar no Blinkx aquelas séries televisivas que costumam descarregar, esqueçam; só estão disponíveis conteúdos independentes e videocasts. E isso não quer dizer que não existam bons conteúdos disponíveis, só por serem independentes – vejam a música indie, por exemplo.

Blinkx, via portfolio.com

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Microsoft poderá apostar na criação de software para o iPhone

Em entrevista à Forbes, um dos vice-presidentes da Microsoft, Tom Gibbons, deixou no ar a hipótese do seu empregador começar a desenvolver aplicações para o iPhone.

Actualmente, a Apple tem algum software da Microsoft licenciado para o iPhone, como o suporte para Exchange e o protocolo ActiveSync.

Tom Gibbons não deu totais garantias de que a Microsoft irá realmente desenvolver aplicações para o iPhone, mas afirmou que a empresa está a examinar o SDK, a fim de tentar perceber se valerá realmente a pena desenvolver software para este telemóvel.

Caso a Microsoft realmente aposte no desenvolvimento de software para o telemóvel da Apple, será um claro reconhecimento do sucesso deste gadget.

via efluxmedia.com, intoiphone.com e fortune.cnn.com

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Como terminar processos pela linha de comandos em Windows

matar processosUma das poucas coisas que podem matar sem ir parar à prisão são os processos dos computadores. Isto dá jeito quando uma aplicação crasha e não a conseguimos encerrar pelas vias normais.

Em Windows, um processo pode ser terminado ("You are terminated") através do gestor de tarefas ou da linha de comandos – aquela coisa muito complicada em que se utiliza o teclado.

Antes de matar um processo, convém saber qual é o seu identificador (PID ou Process ID). Para saber isso, é preciso executar o comando tasklist.exe. Depois de corrido, o tasklist vai mostrar os processos em execução, o PID de cada um e mais alguma informação útil.

Depois de sabido o PID do processo em causa, é altura de lhe enfiar uma bala nos bits. Para isso, utiliza-se o taskkill. Esta aplicação pode ser usada com vários argumentos.

Imaginem que têm um processo com o PID 5412 e que crashou. Já tentaram encerrá-lo normalmente, mas ele teima em não terminar. Para isso, executa-se o comando taskkill /PID 5412 /F. O /PID é necessário para dizer que o programa está a ser terminado com base na sua identificação e o /F é para forçar o término do programa.

Para tomarem conhecimento dos vários parâmetro dos comandos tasklist e taskkill, executem cada um destes comandos, seguido de /?. Exemplo: tasklist /?

Boa caça aos processos.

Fonte: Technospot.net

Actualização
Também é possível terminar processos pelo nome. Basta passar o parâmetro /IM, seguido do nome do processo: taskkill /IM explorer.exe
Obrigado ao nosso leitor JGomes pela dica.

A imagem é da autoria de Theron Parlin e foi disponibilizada pelo autor sob a licença Creative Commons 2.0 by-nc-nd