soshiku – gestão de testes e trabalhos da escola

Soshiku

O regresso às aulas é por vezes “stressante” e com tanta coisa para fazer, por vezes esquecemos-nos da data dos testes.

Na altura pesquisava sempre na Internet por ferramentas que permitissem gerir os testes e entregas de trabalho, mas nunca encontrava nada.

Ontem encontrei aquilo que já devia existir à bastante tempo.

Soshiku é o nome de um site que permite gerir a vida de um estudante, podendo adicionar disciplinas e posteriormente associar trabalhos a essas disciplinas e ainda receber alertas no e-mail para a aproximação dos eventos.

No meu caso iria usar sempre para me avisar um ou dois dias anteriores. Sim, eu estudo sobre pressão, no entanto poderá personalizar os alertas ao seu gosto.

Pode para além disso criar uma rede com os seus colegas de turma e partilhar com eles as datas dos trabalhos.

No caso de moradores dos Estados Unidos é até possível receber as notificações via SMS.

Além disso, poderá adicionar notas relevantes nesse teste (bastante útil para seleccionar os tópicos e a matéria dos testes), adicionar tarefas (útil para gerir as tarefas em caso de trabalhos de grupo) e ainda enviar ficheiros em anexo.

Os alunos podem ainda discutir o teste ou o trabalho e no final colocar a nota do teste ou trabalho e comparar as notas estatisticamente.

É sem dúvida uma grande aplicação web para estudantes e também para os professores sugerirem aos alunos.

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SAPO Summerbits

O SAPO e a Associação Ensino Livre lançam hoje dia 8 de Julho o programa SAPO Summer Bits. Neste programa são oferecidas bolsas a estudantes, de todos os graus de ensino ou proveniências (maiores de 18 anos e com vínculo a Escola/Universidade Portuguesa), para que desenvolvam código para projectos de Software Livre, já existentes ou completamente novos. As ideias com maior impacto tecnológico e social serão financiadas com 2500€ ao longo de três meses.

A ambição do SAPO Summer Bits é, acima de tudo, o de se tornar um programa de referência no meio académico e junto das diversas comunidades de software livre que fervilham por todo o país, mostrando simultaneamente ao mundo toda a capacidade criativa dos nossos estudantes.

Na 1ª Edição serão financiados até 10 projectos. As candidaturas são feitas
electronicamente pelos orientadores que vão acompanhar o aluno ao longo dos três meses e estarão abertas até dia 19 de Julho de 2008. Para mais informações visite a página oficial do projecto.

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Associação Ensino Livre publicou manifesto sobre formatos padrão abertos no sistema de ensino

Os formatos padrão abertos são a pedra basilar das comunicações digitais. Sem eles, ficamos sujeitos a formatos fechados, o que faz com que uma empresa ou governo autoritário passem a censurar toda a informação que nos chega. E também permite que nos fechem.
Para evitar isso, devemos usar formatos abertos em todo o lado, até no ensino. Por isso a Associação Ensino Livre publicou recentemente um conjunto de orientações sobre a utilização de formatos padrão abertos, para que escolas, professores e alunos possam escrever, divulgar e trocar informação sem estarem sujeitos a amarras que não se vêm mas se sentem a apertar os pulsos.

PRESS RELEASE: Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino

A utilização de standards tem-se revelado de extrema importância numa sociedade de inovação e conhecimento. No sector das tecnologias de informação são particularmente cruciais. Ao estabelecerem uma linguagem comum entre diferentes intervenientes, empresas e outras entidades podem desenvolver equipamento e programas de computador que comunicam entre si sem obstáculos, eliminando directamente barreiras aos utilizadores finais. O conhecimento pode assim fluir e escoar livremente entre todos os cidadãos. Um dos grandes exemplos é o êxito da Internet, que só foi possível devido à existência desta liberdade na transmissão de informação.

Existem contudo áreas em que a neutralidade tecnológica ainda não está suficientemente desenvolvida. Por exemplo, ao produzir um documento no processador de texto do seu computador, e ao tentar partilhá-lo com um amigo, já se deparou com a situação de que o amigo não conseguiu abrir o documento, ou que o documento lhe apareceu completamente desformatado? Esta situação poderá ser especialmente grave em instituições públicas, nomeadamente instituições de ensino. Imagine um professor que solicita um trabalho de casa a um aluno, que o professor depois não consegue abrir para avaliar correctamente. Ou então imagine um aluno que recebeu um trabalho de casa que depois não consegue abrir correctamente no seu computador pessoal. Outras situações ainda mais sérias existirão, tais como o armazenamento de informação vital em formatos binários, que se pode tornar inacessível com o passar dos anos, ou ainda a impossibilidade de alguns elementos da comunidade educativa acederem a informação legalmente sem dispenderem largas centenas de euros.

A Associação Ensino Livre publica o "Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino" com os seguintes objectivos gerais:

– potenciar a neutralidade tecnológica nas instituições de ensino, de forma a que a utilização de recursos electrónicos não esteja dependente das plataformas e ferramentas dos utilizadores;
– garantir o máximo de justiça e igualdade na utilização dos recursos electrónicos;
– garantir o acesso, agora e no futuro, a informação produzida no decurso das actividades institucionais;
– fomentar a literacia tecnológica;
– reduzir o desperdício de recursos no sector das tecnologias de informação;
– tornar a tecnologia mais acessível;

Um Guia de Aplicação do "Manifesto sobre Standards Abertos no Sistema de Ensino" será publicado em breve.

Sensibilizem os vossos alunos, professores, familiares e amigos para a importância da utilização dos formatos livres. Sem eles, o "mundo virtual" não é um mundo democrático, mas um local ditatorial e autoritário. Defendam a vossa liberdade.

Download do manifesto, em PDF

via blog.softwarelivre.sapo.pt

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Novo portátil do e-escolas já foi apresentado

portatil e-escolas caixa magicaO novo portátil do projecto e-escolas, já aqui mencionado, já foi apresentado. Este portátil nasce da parceria entre a Caixa Mágica e a Inforlândia, e está disponível na oferta da TMN no e-escolas. Apesar de não ser uma máquina topo de gama – nenhum portátil disponível no e-escolas o é – tem umas características bastante interessantes que me parecem ser as melhores de entre toda a oferta disponível no site desta iniciativa.

A melhor característica, pelo menos para mim, é o facto de vir com a Caixa Mágica 12 pré-instalada. Para quem não sabe, a Caixa Mágica é uma distribuição portuguesa de GNU/Linux – sim, esse sistema operativo sexy usado por gente sexy. Para além da Caixa Mágica, vem com o excelente pacote de produtividade OpenOffice, muito bom suporte para os ISPs nacionais e livre de BSODs (Blue Screen of Death).

Mas estas são do software. A nível do hardware, contem com um generoso Intel® Core2 Duo / Solo até T7800 2,6 GHz, um chipset VIA VN896, uma gráfica nVidia GeForce Go 8400 Turbo Cache com memória dedicada até 895Mb, um monitor TFT 15,4″ WXGA (1280×800) HyperBrilho, até 4GB de ram DDR2 667, 3 portas USB, um leitor de cartões 7 em 1, uma placa de som 7.1, dispositivo WiFi, Webcam de 1.3 megapixeis e um disco SATA (lamento, mas não sei qual a capacidade do disco, mas aponto para os 120GB).

Nada mau este portátil. Vejamos: Caixa Mágica, OpenOffice, Intel Core2Duo, 4GB de RAM, nVidia GeForce Go 8400, leitor de cartões, WiFi; tudo em 360 x 267 x 25.4 mm e 2.6Kg.Porreiro. Se eu ainda estudasse, comprava um portátil destes.

via globpt.com

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Nova oferta da Caixa Mágica 12 no e-escolas

A Caixa Mágica, em parceria com a Inforlândia, vai lançar um portátil com a Caixa Mágica 12 pré-instalada para o projecto e-escolas. O anúncio foi feito no sexto Encontro Nacional sobre Tecnologia Aberta.

Esta parceria surge devido ao descontentamento do projecto Caixa Mágica em relação à iniciativa e-escolas. De acordo com Paulo Trezentos, a não permissão da diferenciação de preço da oferta livre e a fraca promoção tornam as coisas muito difíceis.

Este computador portátil custará também 150 euros, uma vez que não é possível alterar o preço, e será integrado nas ofertas da TMN.

Se estão a ponderar a aquisição de um portátil através do projecto e-escolas, recomendo-vos vivamente a compra de um modelo com a Caixa Mágica. Quando o utilizarem, vão perceber.

via Tek.sapo.pt

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Ministério da Educação lança portal sobre Software Livre

"Mais vale tarde que nunca". Foi a primeira coisa que me ocorreu, ao saber que o Ministério da Educação lançou o portal Software Livre nas Escolas, um portal onde serão divulgados programas e sistemas operativos livres para uso escolar e não só, bem como fornecer apoio às escolas que adiram ao software livre.

Esta iniciativa, como diz o Paulo Vilela, do blog Abre-te Software, precisa de ser divulgada. Falem do portal Software Livre nas Escolas junto dos vossos pais, amigos, cônjuges, filhos, professores, empregadores. Em suma, junto de todas as pessoas que conheçam – e até que não conheçam, se quiserem.

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TMN aumenta as velocidades do acesso à net

Hoje, a TMN anunciou um aumento automático das velocidades de download nos seguintes tarifários: Banda Larga Light, Banda Larga e Banda Larga Casa T.

O primeiro tarifário passou dos 384Kbps para os 512Kbps. O segundo e o terceiro, anteriormente com uma velocidade de 640Kbps, estão agora a 1Mbps.

Este aumento de velocidade abrange todos os clientes Banda Larga TMN, incluindo os beneficiários do projecto e-escolas.

Fonte: Bit.pt

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Projecto Escolas Livres reconhecido como associação

O projecto Escolas Livres, que pretende promover o uso de software livre no sistema de ensino, tornou-se uma associação – reconhecida aos olhos da lei -, e agora chama-se Associação Ensino Livre.

Mudaram o estatuto e o nome, mas os objectivos permanecem os mesmos: promover o software livre e conteúdos livres no sistema de ensino, realizar acções pedagógicas sobre software livre e desenvolver software livre educacional.

Comunicado oficial, via Software Livre no SAPO

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Caixa Mágica 12 oficialmente lançada

Hoje foi dia de lançamento da versão 12 da distribuição portuguesa de GNU/Linux Caixa Mágica. Por enquanto, está apenas disponível para plataformas 32bit e apenas por subscrição; a versão para processadores 64bit será disponibilizada dentro de dias e os utilizadores que desejem fazer o download gratuito da distribuição poderão fazê-lo a partir do dia 14 deste mês

A versão 12 da Caixa Mágica é marcada pela mudança da base da distribuição para a Mandriva, conhecida por ser uma das distribuições mais amigáveis. Outra das novidades é a inclusão do GNOME 2.20, assim como do OpenOffice 2.3.1, Linux 2.6.22, GIMP 2.4.3, suporte para os modems e placas 3G utilizadas em Portugal, suporte para o Cartão do Cidadão e efeitos 3D.

Recentemente, a Caixa Mágica 12 foi incluída no projecto e-escolas, vindo pré-instalada num portátil Fujitsu-Siemens. Este portátil poderá ser adquirido pelo mesmo preço que os restantes com Windows Vista: €150. Contudo, os alunos e professores que adquirirem um portátil com a Caixa Mágica terão direito a suporte telefónico e web durante 2 anos, a um manual de utilização e configuração em formato digital e a um módulo de e-learning de introdução ao GNU/Linux.