Pizza Party – Encomendar pizza pela linha de comandos

Pizza 2

Haverá coisa mais geek do que encomendar pizza pelo terminal do seu computador? Não sei não, mas é isso o que este projecto, chamado Pizza Party, tem como objectivo.

O projecto é desenvolvido em Perl e tem uma versão estável chamada pizza_party 0.1 beta criada em 2004. Já existe inclusive uma versão em Python chamada Pizza Py Party, desenvolvida por Travis Nickles.

Com o Pizza Party nunca foi tão fácil encomendar pizza:

  • Encomendar pizza enquanto bate tecla
  • Salvar as preferências da Pizza
  • Poderá utilizar ficheiros batch para encomendar várias pizzas
  • É fácil encomendar diferentes tipos de sobremesa
  • Corre na maioria dos sistemas operativos baseados em Unix

O Pizza Party é distribuído sob a licença GNU General Public License e poderá ser descarregado aqui. Veja um vídeo acerca do Pizza Party:

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O que é o wget?

O que é o Wget

Para quem nunca ouviu falar e não sabe para que serve, o wget é uma ferramenta para a linha de comandos que permite efectuar o download de ficheiros ou páginas web através dos protocolos FTP, HTTP e HTTPS, recorrendo a várias opções.

Para além disso, o wget não tem um interface interactivo, correndo totalmente na consola, o que permite a possibilidade de o executar em background, sem a necessidade de existir um utilizador logado para que o programa efectue as suas operações.

O wget permite fazer o download total de páginas web em HTML e XHTML, reconstruindo a estrutura base das mesmas e respeitando a informação que lhe é fornecida pelo robots.txt.

Neste artigo vou exemplificar algumas das opções de transferência que o wget permite e que são, a meu ver, bastante úteis.

Continuar um download

Se necessitar de parar uma transferência e pretender continuar novamente mais tarde, deverá usar a opção -c:

wget https://www.webtuga.com/download -c

Traffic shaping / Limitar a velocidade de transferência

Para aquelas pessoas que têm uma ligação à Internet lenta ou de pouca capacidade, esta é a melhor opção para usar o wget sem perturbar as restantes ligações à Internet. Tudo o que necessita é de usar a opção –limit-rate para limitar a velocidade a que a transferência vai ser realizada.

wget https://www.webtuga.com/download –limit-rate=20k

Deixar o wget a continuar a trabalhar depois de sair da conexão SSH

Muitas das vezes necessitamos de efectuar transferências de ficheiros de um servidor para o outro, usando para tal o wget. No entanto, para não haver a necessidade de estarmos conectados ao servidor enquanto o download continua, podemos usar a opção -b ( background ):

wget -b https://www.webtuga.com/download

Guardar os registos ( logs ) num ficheiro

Esta opção é bastante útil, pois permite-nos depurar problemas ocorridos durante a transferência, verificando os registos criados num ficheiro externo.

wget https://www.webtuga.com/download -o $HOME/logstransferencia.txt

Para além destas opções existem muitas mais, que poderão ser encontradas mais detalhadamente no man wget.

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Flash this converte vídeos para flv e swf

O ffmpeg é uma excelente ferramenta para realizar conversões entre vários formatos de áudio e vídeo. Mas quantos de vós estão dispostos a utilizar a linha de comandos? Não sei porquê, mas penso que a maioria não está para isso.

Para que possam utilizar o ffmpeg sem terem que se atirar de cabeça para a linha de comandos, existe uma pequena aplicação chamada Flash this. Este programa gratuito, disponível apenas para Windows, não é mais que um interface gráfico para o ffmpeg e permite converter vídeos para os formatos swf e flv.

O funcionamento desta aplicação é simples: basta escolher o vídeo que se quer converter, a pasta onde se quer guardar o vídeo convertido escolher o formato swf ou flve clicar no botão Go. Simples e rápido.

Flash this!, via freewaregenius.com

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Como terminar processos pela linha de comandos em Windows

matar processosUma das poucas coisas que podem matar sem ir parar à prisão são os processos dos computadores. Isto dá jeito quando uma aplicação crasha e não a conseguimos encerrar pelas vias normais.

Em Windows, um processo pode ser terminado ("You are terminated") através do gestor de tarefas ou da linha de comandos – aquela coisa muito complicada em que se utiliza o teclado.

Antes de matar um processo, convém saber qual é o seu identificador (PID ou Process ID). Para saber isso, é preciso executar o comando tasklist.exe. Depois de corrido, o tasklist vai mostrar os processos em execução, o PID de cada um e mais alguma informação útil.

Depois de sabido o PID do processo em causa, é altura de lhe enfiar uma bala nos bits. Para isso, utiliza-se o taskkill. Esta aplicação pode ser usada com vários argumentos.

Imaginem que têm um processo com o PID 5412 e que crashou. Já tentaram encerrá-lo normalmente, mas ele teima em não terminar. Para isso, executa-se o comando taskkill /PID 5412 /F. O /PID é necessário para dizer que o programa está a ser terminado com base na sua identificação e o /F é para forçar o término do programa.

Para tomarem conhecimento dos vários parâmetro dos comandos tasklist e taskkill, executem cada um destes comandos, seguido de /?. Exemplo: tasklist /?

Boa caça aos processos.

Fonte: Technospot.net

Actualização
Também é possível terminar processos pelo nome. Basta passar o parâmetro /IM, seguido do nome do processo: taskkill /IM explorer.exe
Obrigado ao nosso leitor JGomes pela dica.

A imagem é da autoria de Theron Parlin e foi disponibilizada pelo autor sob a licença Creative Commons 2.0 by-nc-nd

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Defraggler 1.01.064 Beta

defragglerA nova versão do Defraggler, o desfragmentador de disco dos criadores do CCleaner, já está disponível para download.

As novidades do Defraggler 1.01.064 Beta são a adição de uma versão do programa para a linha de comandos e da opção de alterar a prioridade do processo, e a correcção do erro que mantinha ficheiros desfragmentados na lista.

O Defraggler é gratuito e ainda está numa fase beta, por isso não é tão estável como se desejaria; como tal, a sua utilização deve ser feita com alguma ponderação.

Download

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Como instalar o KDE 4 no Fedora 8

No Fedora 8, o KDE 3.5.x ainda é a versão do K Desktop Environment utilizada. A versão 4 será apenas incluída no Fedora 9.

Se não querem aguardar até ao lançamento da próxima versão do Fedora, o blog lokuhetty.blogspot.com tem um tutorial que explica como compilar e configurar o KDE 4.0.2 no Fedora 8.

Este tutorial é feito com recurso exclusivo à linha de comandos. Mas está bem explicado, por isso não deverão ter grandes dificuldades.

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TwitterFox – Tweets a partir do Firefox

O cada vez mais popular Twitter pode ser acedido e utilizado de uma miríade de formas. Podem ser enviadas mensagens a partir da linha de comandos, de uma quantidade bastante grande de aplicações para o desktop, de redes de chat, de vários websites (netvibes é um exemplo) e até do browser.

Um browser com várias ferramentas que permitem aceder ao Twitter, sem ter que visitar o Twitter.com ou um site que interaja com este serviço, é o Firefox. Existem várias extensões para o integrar com este serviço de microblogging. Uma delas é a TwitterFox, uma pequena extensão que adiciona um ícone à barra de estado deste browser e notifica – pode utilizar um aviso sonoro – o utilizador das novas mensagens dos seus contactos.

Esta extensão faz mais que notificar; ela também permite enviar tweets. É compatível a última beta do Firefox 3.0 e vem em vários idiomas – infelizmente, o português, seja europeu ou brasileiro, não é um deles.

TwitterFox, via geekbargainbins.com

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Twitts a partir da linha de comandos

Com um pequeno utilitário chamado cURL, disponível na maioria das distribuições de GNU/Linux, é possível actualizar enviar twitts para o Twitter.

No Ubuntu, os utilizadores terão que instalar o cURL. Um simples sudo apt-get install curl faz o servicinho. Depois, apenas têm que utilizar o seguinte comando: curl -u yourusername:yourpassword -d status="Your Message Here" http://twitter.com/statuses/update.xml

Onde está yourusername, devem inserir o vosso utilizador. yourpassword deve ser substituído pela vossa palavra-passe do twitter. Depois, só têm que inserir a vossa mensagem entre as aspas.

Dica retirada do site blogs.tech-recipes.com

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Bazaar – o sistema de controle de versão da Canonical

A Canonical, a empresa por detrás do Ubuntu, disponibilizou a versão 1.0 do Bazaar – um sistema de controle de versão multi-plataforma, uma vez que foi desenvolvido em Python.

O Bazaar, ao contrário dos normais sistema de controle de versão (VCS), utiliza um sistema distribuido, possibilitando a criação de "branches" locais, que podem ser acedidas por outros utilizadores. Parece ser uma fusão entre o Git, criado pelo ditador benevolente, e os tradicionais VCS.

Para além do tradicional uso do terminal, o Bazaar também tem um interface gráfico, para facilitar a vida a quem não está tão à vontade com a linha de comandos.

{Fonte: Linux-Watch}

edit: obrigado ao Marco Rodrigues por me ter chamado a atenção para um erro no nome da aplicação (faltava um a). estas distrações são fruto da minha insistência para regular o sono, por isso peço-vos um pouco de compreensão.

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CoreFTP – muitas funcionalidades, custo zero

Existem tantos clientes de FTP que, por vezes, pode ser complicado escolher um. Por isso venho falar-vos de uma aplicação de FTP, cheia de funcionalidades e gratuita, a ter em conta: o CoreFTP.

O CoreFTP é um cliente de FTP gratuito, para Windows. Para além do normal FTP, também suporta FTP através de SSH, SSL e TLS (ligações seguras), integra-se com o browser, permite a edição local de ficheiros remotos e suporta linha de comandos.

Se necessitarem de mais algumas funcionalidades, podem adquirir a versão Pro desta aplicação. Mas as muitas funcionalidades da versão gratuita devem ser mais que suficientes para a maioria dos utilizadores.

Download do CoreFTP