Mendeley, o seu gestor de referências bibliográficas

Mendeley LogoMendeley é uma aplicação gratuita para gestão de referências bibliográficas. É composta por uma componente desktop e que permite sincronizar os seus artigos científicos online e também entre computadores.

Disponível para todas as plataformas (Win, Linux, Mac), permite a fácil organização dos seus documentos através da análise dos ficheiros PDF e extracção da informação contida. Tornando assim fácil a pesquisa em tempo-real da sua biblioteca, tomar notas, adicionar tags, etc.

A introdução de referências e posterior listagem bibliográfica numa tese ou relatório nunca foi tão fácil. O software Mendeley vem “equipado” com um plugin para MS Word e Open Office que lhe permite inserir com uns simples cliques de rato as referências automaticamente e com a formatação desejada.

Para além do software para desktop, existe também um “bookmarklet” para o seu browser que lhe permite a importação de artigos e referências directamente de sites como Google Scholar, PubMed, ISI of Knowledge, e mais.

Mais info em: http://www.mendeley.com

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Universal Document Converter 4.2

Universal Document ConverterConverter documentos para outros formatos pode por vezes ser uma dor de cabeça para todos nós.

Por vezes temos a necessidade de converter documentos de texto, tabelas ou folhas de calculo para formatos como por exemplo PDF e outros formatos de imagem o que nem sempre é possível com as aplicações que usamos habitualmente.

Com o Universal Document Converter, todos os utilizadores do Windows vão ter esta tarefa facilitada. O Universal Document Converter cria uma impressora virtual que lhe permite “imprimir”, ou melhor, exportar os seus documentos em até 8 formatos diferentes com bastantes opções de escolha.

Pode utilizar este software em qualquer aplicação que permite imprimir ou usar o sistema de impressão do Windows, bastante seleccionar a impressora virtual criada pelo software e escolher o formato de output preferido.

São um total de 8 formatos possíveis, entre eles o Adobe PDF e 7 formatos populares de imagem TIFF, JPEG, PNG, PCX, DCX, GIF e BMP.

Todos os documentos são gerados em alta resolução e existe ainda a possibilidade de utilizar serviços como o Microsoft Windows Terminal Services ou o Citrix de forma a gerar os documentos remotamente.

Tudo isto é possível em poucos minutos e sem a necessidade de qualquer conhecimento técnico avançado para o utilizador.

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PDF Search Engine – motor de busca para PDFs

PDF Search

Hoje em dia na Internet podemos encontrar qualquer tipo de ficheiro ou documento em variadíssimos formatos.

PDF Search Engine é um motor de busca que lhe permite, através de tags/palavras-chave, encontrar documentos com informação relevante.

Por exemplo, se procurar por "webtuga" encontrará 9 documentos no formato PDF. Alguns deles eram até desconhecidos para mim, mas graças ao PDF Search Engine, pude constatar que o WebTuga é referência em alguns trabalhos catedráticos.

Os resultados são fornecidos pelo Google, mas em vez de retornar todos os resultados, apenas retorna aqueles que estão em formato .pdf.

Agora já sabe, se está à procura de informações acerca de um determinado assunto, o PDF Search Engine pode-lo-á ajudar.

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Microsoft Suportará ODF com o SP2 do Office 2007

Office 2007 Save Dialog Box

A Microsoft anunciou hoje que com o Service Pack 2 do Office 2007 a sua suite de Office suportará a leitura e escrita de ficheiros no formato ODF 1.1, formato que é usado pelo OpenOffice.org e é um standart ISO.

Além do ODF, este SP2 permitirá gravar, sem qualquer plugin, em XPS (XML Paper Specification) e PDF (Portable Document Format).

Além dos novos formatos, o Office 2007 permitirá definir como default o ODF para gravação de ficheiros, ao invés do OOXML.

Apesar do anúncio hoje efectuado, a Microsoft continuará a dar suporte ao projecto alojado no SourceForge.net que “traduz” de OOXML para ODF.

Com o crescimento do mercado chinês, a Microsoft também quer suportar o UOF (Uniform Office Format), formato utilizado pelo governo chinês.

No entanto, este SP2 apenas deverá surgir no início de 2009. Se não quer esperar, porque não usar o OpenOffice.org?

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Microsoft Suportará ODF com o SP2 do Office 2007

Office 2007 Save Dialog Box

A Microsoft anunciou hoje que com o Service Pack 2 do Office 2007 a sua suite de Office suportará a leitura e escrita de ficheiros no formato ODF 1.1, formato que é usado pelo OpenOffice.org e é um standart ISO.

Além do ODF, este SP2 permitirá gravar, sem qualquer plugin, em XPS (XML Paper Specification) e PDF (Portable Document Format).

Além dos novos formatos, o Office 2007 permitirá definir como default o ODF para gravação de ficheiros, ao invés do OOXML.

Apesar do anúncio hoje efectuado, a Microsoft continuará a dar suporte ao projecto alojado no SourceForge.net que “traduz” de OOXML para ODF.

Com o crescimento do mercado chinês, a Microsoft também quer suportar o UOF (Uniform Office Format), formato utilizado pelo governo chinês.

No entanto, este SP2 apenas deverá surgir no início de 2009. Se não quer esperar, porque não usar o OpenOffice.org?

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Associação Ensino Livre publicou manifesto sobre formatos padrão abertos no sistema de ensino

Os formatos padrão abertos são a pedra basilar das comunicações digitais. Sem eles, ficamos sujeitos a formatos fechados, o que faz com que uma empresa ou governo autoritário passem a censurar toda a informação que nos chega. E também permite que nos fechem.
Para evitar isso, devemos usar formatos abertos em todo o lado, até no ensino. Por isso a Associação Ensino Livre publicou recentemente um conjunto de orientações sobre a utilização de formatos padrão abertos, para que escolas, professores e alunos possam escrever, divulgar e trocar informação sem estarem sujeitos a amarras que não se vêm mas se sentem a apertar os pulsos.

PRESS RELEASE: Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino

A utilização de standards tem-se revelado de extrema importância numa sociedade de inovação e conhecimento. No sector das tecnologias de informação são particularmente cruciais. Ao estabelecerem uma linguagem comum entre diferentes intervenientes, empresas e outras entidades podem desenvolver equipamento e programas de computador que comunicam entre si sem obstáculos, eliminando directamente barreiras aos utilizadores finais. O conhecimento pode assim fluir e escoar livremente entre todos os cidadãos. Um dos grandes exemplos é o êxito da Internet, que só foi possível devido à existência desta liberdade na transmissão de informação.

Existem contudo áreas em que a neutralidade tecnológica ainda não está suficientemente desenvolvida. Por exemplo, ao produzir um documento no processador de texto do seu computador, e ao tentar partilhá-lo com um amigo, já se deparou com a situação de que o amigo não conseguiu abrir o documento, ou que o documento lhe apareceu completamente desformatado? Esta situação poderá ser especialmente grave em instituições públicas, nomeadamente instituições de ensino. Imagine um professor que solicita um trabalho de casa a um aluno, que o professor depois não consegue abrir para avaliar correctamente. Ou então imagine um aluno que recebeu um trabalho de casa que depois não consegue abrir correctamente no seu computador pessoal. Outras situações ainda mais sérias existirão, tais como o armazenamento de informação vital em formatos binários, que se pode tornar inacessível com o passar dos anos, ou ainda a impossibilidade de alguns elementos da comunidade educativa acederem a informação legalmente sem dispenderem largas centenas de euros.

A Associação Ensino Livre publica o "Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino" com os seguintes objectivos gerais:

– potenciar a neutralidade tecnológica nas instituições de ensino, de forma a que a utilização de recursos electrónicos não esteja dependente das plataformas e ferramentas dos utilizadores;
– garantir o máximo de justiça e igualdade na utilização dos recursos electrónicos;
– garantir o acesso, agora e no futuro, a informação produzida no decurso das actividades institucionais;
– fomentar a literacia tecnológica;
– reduzir o desperdício de recursos no sector das tecnologias de informação;
– tornar a tecnologia mais acessível;

Um Guia de Aplicação do "Manifesto sobre Standards Abertos no Sistema de Ensino" será publicado em breve.

Sensibilizem os vossos alunos, professores, familiares e amigos para a importância da utilização dos formatos livres. Sem eles, o "mundo virtual" não é um mundo democrático, mas um local ditatorial e autoritário. Defendam a vossa liberdade.

Download do manifesto, em PDF

via blog.softwarelivre.sapo.pt

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Ensaio sobre Software Livre e como ganhar dinheiro com ele

gnuÀ uns 14 meses atrás, fiquei completamente farto do Windows XP e decidi mudar de sistema operativo. Apesar de todos os cuidados que tinha e das aplicações de segurança que utilizava – firewall, anti-vírus, anti-spyware e por aí fora -, acabava com infecções de malware; e quando não era malware, era um decréscimo absurdo na performance.
Como, na altura, tinha aqui mencionado o Ubuntu algumas vezes e sabia que a comunidade portuguesa em torno desta distribuição era grande, mantive um dual-boot com o Windows Xp e o Ubuntu. Ao fim de duas semanas com dual-boot, removi a partição do Windows.
À medida que fui conhecendo mais sobre o GNU/Linux e os sistemas operativos livres em geral, fiquei a conhecer o movimento open source. Mais tarde, fiquei a conhecer o movimento Free Software, movimento em que me revejo.
Como a minha inaptidão para programar é tão grande como a inaptidão para desenhar, e como sinto que devo dar algo à comunidade que me deu o software que hoje utilizo, decidi escrever um pequeno ensaio sobre formas de ganhar dinheiro com software livre, para ajudar a desmistificar algumas ideias incorrectas que existem. O texto é simples, curto e direccionado para o público com menos conhecimentos de informática.
O texto original está disponível em português, sob uma licença GNU Free Documentation License. Uma tradução para inglês, igualmente sob a FDL, e revista por Karl Berry, a quem eu deixo o meu agradecimento, também está disponível para download. Ambos os documentos estão no formato ODF e PDF e não garanto que os disponibilize noutro formato.

Download da versão portuguesa (PDF)
Download da versão inglesa (PDF)

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Monopólio (o jogo) à Google

Googolopoly é um jogo inspirado pelo Google. Em poucas palavras: é o Monopólio normal onde, em vez de se comprarem casas, se compram empresas. Outra diferença em relação ao Monopólio tradicional é o uso de Google Dollars como moeda. De resto, é exactamente o mesmo que o bom velho Monopólio.

Se quiserem jogar o Googolopoly e comprar todas as empresas que vos aparecem pela frente, podem descarregar e imprimir este PDF.

via Labnol.org

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Tiny USB Office – um pacote de produtividade grande em aplicações e pequeno em tamanho

Ainda se fazem programas que cabem numa disquete. Digo mais, ainda se fazem pacotes de produtividade que cabem numa disquete. Ou melhor, faziam, porque o pacote de produtividade em causa passou de quase 1.44MB para 2.4MB.

Sim, eu sei que 2.4MB é um abuso, mas têm que compreender que são muitas aplicações.

Este pacote de produtividade, para Windows, de que falo chama-se Tiny USB Office – o nome não podia ser mais apropriado, porque ele já necessita de uma pendrive, pois ocupa uns enormes 2.4MB (lá vai o tempo em que podíamos copiá-lo para uma disquete).

Algumas das aplicações incluídas neste pacote de produtividade são o cliente de email NPopUK, o processador de texto KPad, o leitor de PDFs PDF Producer, a ferramenta de compressão 100 Zipper e o cliente de chat para a rede MSN PixaMSN. Ao todo são… muitos programas.

Tiny USB Office, via shellcity.net

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