Pizza Party – Encomendar pizza pela linha de comandos

Pizza 2

Haverá coisa mais geek do que encomendar pizza pelo terminal do seu computador? Não sei não, mas é isso o que este projecto, chamado Pizza Party, tem como objectivo.

O projecto é desenvolvido em Perl e tem uma versão estável chamada pizza_party 0.1 beta criada em 2004. Já existe inclusive uma versão em Python chamada Pizza Py Party, desenvolvida por Travis Nickles.

Com o Pizza Party nunca foi tão fácil encomendar pizza:

  • Encomendar pizza enquanto bate tecla
  • Salvar as preferências da Pizza
  • Poderá utilizar ficheiros batch para encomendar várias pizzas
  • É fácil encomendar diferentes tipos de sobremesa
  • Corre na maioria dos sistemas operativos baseados em Unix

O Pizza Party é distribuído sob a licença GNU General Public License e poderá ser descarregado aqui. Veja um vídeo acerca do Pizza Party:

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Six Apart torna o Movable Type open source

A Six Apart, empresa responsável pelo desenvolvimento da plataforma de gestão de conteúdos Movable Type, decidiu tornar o projecto open source.

A empresa defende que só tem a ganhar ao tornar a plataforma open source, pois acredita que isto será um incentivo para os programadores e designers, que criarão novos mods e templates, tornando o sistema mais rico a nível de tecnologias e mais personalizável.

A plataforma actualmente está optimizada para blogging, tendo no seu núcleo o sistema de TrackBack, Atom e OpenID.

Numa época em que quase todos os blogs correm a plataforma WordPress, será que o Movable Type vai ganhar força com esta iniciativa?

Agora falta colocar a plataforma 100% PHP e eliminar a necessidade do uso de Perl.

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Ruby on Rails 2.0

A nova versão da framework Ruby On Rails está finalmente acabada e tem novidades muito prometedoras.





Para quem não sabe, Ruby é uma linguagem de programação da autoria de Yukihiro Matsumoto inspirada nas linguagens Python e Perl, sendo o Ruby on Rails uma framework web criada pela 37 Signals (David Hansson).

Algumas das novidades desta versão são:

– melhoramentos no REST;
– Sessions guardadas em Cookies;
– HTTP Loving que lhe permite fazer autenticação por HTTP facilmente;
– Vários melhoramentos no perfomance da linguagem;




A instalação do Rails é bastante simples: basta digitar o comando gem install rails -y no terminal.

Caso não tenha o gestor gem instalado, terá que executar primeiro o comando gem install rails -y –source http://gems.rubyonrails.org, seguido do comando anterior.





Se estiver interessado em conhecer esta framework, visite a comunidade Ruby PT ou o site Portugal On Rails. Quando desejar testar o seu projecto em RoR, adquira um plano de alojamento Webtuga.

Ruby on Rails
Ruby-PT
Portugal On Rails
Alojamento com Ruby on Rails

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Entrevista a Flávio Moringa e Paulo Trezentos, da Caixa Mágica

Logo da Caixa Mágica

Caixa Mágica, uma das distribuições portuguesa de GNU/Linux, lançou recentemente a primeira beta da versão 12. Esta nova versão é marcada por uma mudança de base da distribuição para a Mandriva 2008, deixando para trás o Suse.

Quem ainda não conhece esta distribuição, não sabe o que está a perder. Eu já tive oportunidade de testar a primeira beta da nova versão e posso dizer-vos que os utilizadores da Caixa Mágica, ao contrário dos utilizadores de um certo sistema proprietário, têm razões mais que suficientes para dizer "WOW".

Como se tem falado muito do GNU/Linux como sistema para o desktop e aproveitando o lançamento da primeira beta da Caixa Mágica, o Webtuga tentou fazer uma pequena entrevista com os responsáveis deste projecto. Paulo Trezentos e Flávio Moringa acederam gentilmente ao nosso pedido.

Webtuga: Na nova versão da Caixa Mágica, a versão 12, o projecto decidiu adoptar a Mandriva como base. Quais foram as razões para esta mudança e que podem os utilizadores esperar dela?

Flávio Moringa: Tal como indicado em http://contribsoft.caixamagica.pt/trac/wiki/LetterToTheCommunity, as razões não tiveram como base aspectos meramente técnicos, mas principalmente de ordem estratégica. A associação à Mandriva permite-nos ter uma colaboração mais estreita em todo o processo de desenvolvimento da distribuição, devido ao facto de toda a "máquina" Mandriva não ter o peso na Novell/SUSE (a base anterior da Caixa Mágica) e facilitando assim a troca de experiências de uma forma muito mais simplificada. Isto aliado ao facto de estarmos inserido num projecto europeu no qual somos parceiros (ou seja o gelo já estava quebrado a nível de contactos), e considerando que a Mandriva é reconhecidamente umas das distribuições mais amigáveis de usar levou a esta tomada de decisão. Conseguimos assim colaborar de forma a trazer aos nossos utilizadores o melhor que o mundo do Linux tem para oferecer, ou seja, a facilidade de utilização da Mandriva, aliada ao "know how" que possuímos do mercado português e das necessidades especificas que ele possui.

Webtuga: Se um utilizador pretender instalar a Caixa Mágica no seu computador, pode fazer o download gratuito do site do projecto, mas também pode adquirir o sistema operativo. Quais as vantagens da aquisição da Caixa Mágica sobre o download?

Flávio Moringa: A grande vantagem são os serviços associados. O software é livre e quem quiser pode instalá-lo onde entender e como entender, mas o pacote, além do software, integra um conjunto de serviços que pode fazer a diferença para muita gente, nomeadamente:
   – Suporte telefónico de 30 minutos de apoio à instalação;
   – Suporte por e-mail durante 6 meses;
   – Desconto em formação Caixa Mágica;
   – Manual impresso;
   – DVD’s em versões de 32 e 64 bits;
Este tipo de serviços não estão incluídos em sistemas operativos proprietários, e mesmo a nível de distribuições Linux, as restantes à venda em Portugal não possuem centros de apoio cá, o que torna o acesso ao suporte bem mais complicado.
Com estes serviços incluídos é possível assim garantir a empresas ou particulares que se sintam menos à vontade para instalar este novo sistema, que caso surjam dificuldades, existe alguém que os pode ajudar rapidamente a ultrapassá-las.

Webtuga: Este tem sido um tópico muito debatido, por isso não posso deixar de fazer a seguinte pergunta: Consideram o Linux um sistema operativo tão bom ou superior aos sistemas proprietários no desktop?

Flávio Moringa: Como em tudo na vida, depende sempre do uso pretendido. Se me disser que o Sistema Operativo actual que usa serve para ler e escrever documentos office, navegar na internet, ler e enviar correio electrónico, imprimir e digitalizar documentos, ver filmes e ouvir música, então a minha resposta é que um sistema GNU/Linux é claramente superior e está neste momento a deitar dinheiro à rua se investir em qualquer outro sistema. E isto sem precisar de estar minimamente familiarizado com o sistema. Se além do que referi, precisa de ter alguma tipo de ligação a redes com áreas e utilizadores partilhados, sistemas de correio electrónico especiais (ex: exchange server) então muito provavelmente um sistema GNU/Linux continua a ser uma excelente alternativa, mas já pode precisar de apoio técnico para algumas configurações. Finalmente, se possui alguma aplicação que funciona exclusivamente num Sistema Operativo Proprietário, se possui algum hardware que não tenha suporte em Linux ou usar o seu computador para jogar jogos de última geração, então nesse caso poderá ser complicado, mas não impossível, usar uma distribuição de GNU/Linux. Mas como referi inicialmente, cada um destes casos depende sempre vários factores que só o utilizador pode indicar. Posso, no entanto, afirmar categoricamente que em 90% dos casos de utilização de um computador numa empresa, um sistema GNU/Linux supera a nível de funcionalidades, segurança e performance qualquer sistema proprietário.

Webtuga: Como classificam o panorama do software livre e a adopção de sistemas livres em Portugal?

Flávio Moringa: Ainda somos um país muito agarrado aos sistemas proprietários, mas é notório que uma grande mudança está a começar a acontecer. Em primeiro lugar temos o Estado, que está cada vez mais a perceber as enormes vantagens da utilização do software livre, como podemos observar pelo Linius (O Linux do Ministério da Justiça), pela utilização, nas escolas, de portais livre como o moodle, pela lançamento em simultâneo da aplicação de acesso ao futuro cartão do cidadão para as três principais plataformas (Linux, Windows e MAC), entre outros como se pode ver em http://www.softwarelivre.gov.pt/boas_praticas/, e ainda pela organização de eventos sobre esta temática como por exemplo o evento Software livre na Administração Pública que mostrou o que de melhor se faz no Estado português nesta área. Temos depois várias empresas a apostar em usar software livre como principal ferramenta de desenvolvimento, como o portal Sapo do grupo PT e a UZO da TMN. E temos cada vez mais empresas a dar apoio de consultoria e outsourcing nas áreas do software livre, como a Caixa Mágica, a DRI, a Ângulo Sólido, etc.
Com todos estes grandes "players" no mercado parece-me ser só uma questão de tempo até que os utilizadores individuais, e as pequenas empresas se apercebam das vantagens que têm em passar a usar software livre no seu dia a dia. Esta é a principal batalha que se trava agora, conseguir mudar as mentalidades das pessoas para que se apercebam que o mundo já não é só um Sistema Operativo, mas que existem alternativas melhores, mais baratas, mais fiáveis e acima de tudo que não restringem em nada a forma como cada pessoa pode tirar partido desse sistema.

Webtuga: Quais as perspectivas de futuro para a Caixa Mágica?

Paulo Trezentos: A Caixa Mágica aposta num crescimento sustentado, afirmado-se como um dos pricipais especialistas Open Source em Portugal. Até 2010 apostamos em crescer em Portugal, fornecendo Linux às grandes organizações com ganhos económicos e de robustez. Para isso, contamos com desenvolvimento interno e aposta em Investigação e Desenvolvimento.
Outra área que pretendemos continuar a liderar é no desenvolvimento Open Source em linguagens como PHP, Perl e Python em projectos para grandes clientes.
Sabemos que atingir estes objectivos ambiciosos só é possível com recurso a uma equipa motivada e altamente qualificada. É por isso que continuaremos a aposta em recrutar os melhores.

O Webtuga agradece a disponibilidade para responder a estas questões e faz votos de muito sucesso para o projecto Caixa Mágica e todos os envolvidos nele.

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Google Calendar integrado com Google Maps

O Google integrou, de uma forma bastante interessante, o Google Calendar e o Google Maps. Depois do utilizador criar um evento no Google Calendar, tem que se clicar no evento, na vista do calendário, para mostrar o balão de informação. Nesse balão, na localização definida, está uma hiperligação que permite ver o local definido no Google Maps. Porreiro!

Google Calendar + Google Maps

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Text-Link-Ads não quer hiperligações com atributo nofollow

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Recentemente o Google fez uma actualização ao Page Rank em que os sites que vendem hiperligações patrocinadas saíram penalizados.

Muitos desses sites que usam o serviço Text-Link-Ads para obter ganhos através da venda de links nos seus blogs, estão agora a usar o atributo "nofollow" nas suas hiperligações.

No entanto o Text-Link-Ads está a bloquear temporariamente contas de bloggers que usam este método nos seus bloggers, devido a este não beneficiar o anunciante.

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Sapo Spot, a verdadeira rede social

Recentemente o Sapo lançou o Sapo Spot, uma rede social que vem complementar os seus outros serviços já disponibilizados. Esta rede social, muito ao estilo do Hi5, permite-lhe partilhar informação e conhecer e rever novas pessoas.

A integração do Sapo Spot com os restantes serviços do Sapo é talvez o mais impressionante. Podemos, por exemplo, adicionar vídeos do Sapo Vídeos e fotos do Fotos Sapo ao nosso perfil, adicionar uma hiperligação para o nosso blog e mesmo partilhar os nossos favoritos do Tags Sapo. Mas a integração dos serviços Sapo não é a única; também podemos integrar esta rede com o Flickr, Youtube, Blogger e rss feeds de qualquer outro serviço ou blog.

Para ser membro, apenas necessita de ter um mail sapo, que é como se fosse a sua identificação para todos os serviços Sapo. Quando quiser adicionar amigos, poderá adicionar os contactos da sua conta de email Sapo, Sapo Messenger, MSN, Gmail, Yahoo, Aol, Hi5, MySpace, Orkut, entre muitos, muitos outros serviços.

As muitas funcionalidades desta rede social e o facto de estar muito bem integrada com os serviços Sapo e alguns serviços externos muito conhecidos, faz dela um projecto muito interessante e digno de nota. Tão digno de nota, que o Webtuga já tem um grupo. Depois de criarem uma conta no Sapo Spot, juntem-se ao grupo Webtuga.

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Webtuga Hosting voltou e está ainda melhor


WebTuga Hosting

Webtuga Hosting voltou e está ainda melhor

Webtuga Hosting tem novos planos

    O Webtuga Hosting voltou e traz com ele novos e melhores planos de alojamento web.     Melhorámos o plano gratuito e introduzimos planos pagos para os utilizadores mais exigentes, tudo aos melhores preços.
    O novo plano gratuito incluí 50MB de espaço web e 2,5GB de transferência mensal. Se necessitar de mais espaço, pode optar pelos nossos excelentes e acessíveis planos pagos. E, se o desejar, poderá também optar pelos nossos fantásticos planos de revenda.
    Todas as contas incluem acesso ao painel de controlo CPanel com o script Fantástico, PHP, Perl, Mysql, criação de listas de discussão e o prazer de pertencer à comunidade Webtuga.
    Se já é cliente nosso entre na nova área de clientes para ver o que mudou!!

    Para os clientes actuais ou não, temos uma promoção especial. Trata-se de um upgrade à conta free para 150MB. Isso tem um custo de €8 /ano. Como estamos em lançamento do novo webtuga.net temos ao vosso dispor um cupão que dá €3 de desconto para sempre. O plano fica por €5/ano se o código do cupão for inserido no acto do pedido ou do upgrade.
    Para pedir esse plano clique aqui e use o código "wtf?". Este cupão é apenas válido para os primeiros 20 pedidos.

    O dinheiro gerado pelos serviços prestados no WebTuga Hosting destina-se inteiramente a ajudar nas despesas da Comunidade WebTuga em geral.

Faça-nos já uma visita !!

www.webtuga.net

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Google Page Rank em actualização

O Google Page Rank está em actualização.

Agosto foi o mês escolhido pelo Google para actualizar o Page Rank dos sites indexados no seu motor de busca.

Para quem não sabe, o Google Page Rank é um algoritmo que calcula o ranking de cada site através de vários factores que o influenciam.

O Page Rank vai de 0 a 10, sendo 0 o mínimo valor e 10 o máximo.

O Google está a começar um processo ao qual chamamos Google Dance. Não, não se trata de uma evento de danças tradicionais patrocinado pelo Google, este nome é verificado devido às DataCenters do Google durante este processo mostrarem valores totalmente diferentes. Quando o processo acabar, todas as DataCenters estarão estabilizadas.

O Google começou por contar ( não, não têm macacos a contar… é um processo automático ) os backlinks para cada site, ou seja, o número de sites que ‘linkam’ um determinado site.

Este é o primeiro processo da actualização, por exemplo, na segunda-feira o Google reportava que o WebTuga tinha 341 Backlinks, hoje se forem a esta página encontramos 421 resultados, que indica o número de sites que têm hiperligações para a página principal do WebTuga.

O processo estará concluído em finais do mês de Agosto, até lá todos os resultados poderão ser instáveis.

O WebTuga desenvolveu uma aplicação que lhe informa o page rank actual da sua página, bem como o número de backlinks e o rank do Alexa.com .

Site: WebTuga Page Rank Check

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Debian GNU/Linux 4.0

O dia 8 de Abril (dia de páscoa) foi o dia escolhido pelo projecto Debian para lançar a nova versão do seu sistema operativo. A nova versão vem com suporte nativo para drives encriptadas, melhoramentos no gestor de pacotes deb, novo sistema de gráfico de instalação e tradução do sistema de instalação para mais de 58 línguas.

O Gnome 2.14, KDE 3.5, Xfce 4.4, GNUstep desktop 5.2 e X.Org 7.1 foram incluidos nesta release do Debian. Também a versão incluída do OpenOffice foi actualizada para a versão 2,04a. O Gimp foi actualizado para a versão 2.2.13. O Iceweasel, Icedove e Iceape estão incluidos.

A nível de servidores e programação, o Debian 4 vem com a versão 8.1.8 do PostgreSQL, MySQL 5.0.32, GNU Compiler Collection 4.1.1, Apache 2.2.3, Samba 3.0.24, Python 2.4.4 e 2.5, Perl 5.8.8, PHP 4.4.4 e 5.2.0.

O Debian Etch usa a versão 2.6.18 do kernel do Linux e tem mais de 18 mil pacotes de software disponíveis. Para mais informações e/ou download, visitem o site oficial.