Voz e imagem podem ser pesquisadas na Internet

Uma busca na internet vai poder ser feita por voz e imagem através da incorporação de um microfone e de uma câmara fotográfica no motor de busca Google, anunciou ontem a empresa.

O sistema já disponível em dispositivos móveis, como telemóveis, com o sistema operativo Android chegará aos computadores tradicionais.

Na barra de busca do Google vão surgir dois novos ícones: um microfone, activado pelo reconhecimento de voz, e uma máquina fotográfica, que permitirá introduzir uma imagem para possibilitar procurar resultados relacionados.

Amit Singhal, membro da equipa de desenvolvimento da empresa multinacional, afirmou que os avanços feitos vão acabar com as «barreiras entre os utilizadores e o conhecimento».

Um clique no botão direito do rato sobre uma foto nos sistemas Chrome e Mozilla dará ainda a possibilidade de encontrar resultados relacionados com essa imagem no Google.

A busca por imagens arrancará em 40 idiomas, enquanto a por voz estará disponível apenas em inglês, mas já existem planos a para alargar a outras línguas.

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Voxli – Teamspeak pelo seu browser

Voxli

Voxli é um sistema que permite através do seu browser iniciar uma conversa de áudio muito ao género dos servidores TeamSpeak.

O Voxli funciona via flash, no entanto necessita de um plugin adicional que tratará de se certificar que todo o sistema funciona correctamente com o seu hardware.

Poderá criar novas salas/canais de conversa, convidar os seus colegas e ainda editar uma série de preferências.

É ainda possível definir uma tecla do seu teclado para que ao ser premida o seu microfone fique activo, tal como no TeamSpeak.

O único contra neste sistema, é o facto de não funcionar em Linux, pelo menos sem algumas alterações (provavelmente bastará mudar o user-agent e o serviço já funciona em Linux).

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Youtube quer dar voz ao “cidadão jornalista”

O Youtube vai dar voz ao “jornalismo do cidadão” – não sei porque, mas não gosto muito desta terminologia – com a criação do canal Citizen News, um local no Youtube onde o cidadão comum poderá ter os seus quinze minutos de fama graças a uma notícia sua.

Para já, o Citizen News está agregar conteúdos de perto de 70 “repórteres amadores” que publicam informação no Youtube e está a pedir feedback dos seus utilizadores e sugestões de utilizadores que possam ser agregados pelo canal.

Esta iniciativa do Youtube pretende, mais que dar voz ao cidadão, tornar-se a primeira escolha no tal “jornalismo do cidadão”, uma tendência que está a crescer de dia para dia. Mas como irá o Youtube lidar com o ruído de algumas “notícias”? E terão eles algum controlo sobre os conteúdos que aparecem no Citizen News?

via Arstechnica.com

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Triplo Expresso – Novo podcast em Português

Triplo Expresso

É com imenso prazer que vejo um novo projecto de podcasting nacional a nascer.

Trata-se do Triplo Expresso, que pela voz de 3 bloggers portugueses, David Rodrigues, Phil e a Maria João Valente, nos vai trazer várias discussões acerca de computadores, internet e cybercultura.

O primeiro episódio do podcast já está disponível e tem o nome de "episódio 0 – blogues!", onde os três colegas falam desde os bloggers mais polémicos, à nova moda do microblogging ( != blogging num teclado pequeno ).

Acedam ao blog do projecto e subscrevam o podcast, podem ter a certeza que valerá a pena.

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Google lança nova versão do cliente de chat Google Talk

google talkA equipa responsável pelo desenvolvimento do Google Talk lançou, finalmente, uma versão actualizada deste cliente de chat do Google.

A nova versão do Google Talk, chamada Google Talk Labs Edition, permite conversações em grupo; tem novos emoticons; e notifica o utilizador da chegada de novos emails, de novo eventos do Google Calendar e novas mensagens do Orkut.

Funcionalidades como a transferência de ficheiros ou as conversações com voz ficaram de fora desta nova versão – experimental – do Google Talk., disponível apenas para Windows.

Download, via Downloadsquad.com

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MIT desenvolve robô capaz de expressar emoções

nexiO MIT (Massachusetts Institute of Technology), juntamente com a Xitome Design, desenvolveram o Nexi: um robô que consegue movimentar a cabeça em quatro direcções, reproduzir expressões faciais e deslocar-se à mesma velocidade dos humanos.

Para se movimentar à mesma velocidade que um humano, é usada uma base semelhante ao Segway em vez de pernas, o que lhe permite uma movimentação rápida e também um equilíbrio automático.

A face do Nexi, desenvolvida em parceria com a Xitome Design, consegue expressar 15 diferentes expressões faciais e movimentar as sobrancelhas, boca, olhos, etc, para realçar essas mesmas expressões. Quatro microfones permitem localizar a origem do som, um outro é usado para a captura de voz e um altifalante é utilizado para sintetizar a fala. Cada olho tem uma câmara que captura imagens a côr e um sensor de infravermelhos para detectar e evitar obstáculos, mesmo num local sem luminosidade.

As expressões faciais, movimento, visão, sintetização de voz, comunicação sem fios e outras funções são controladas através de um computador embebido que utiliza GNU/Linux, sendo possível controlar o Nexi remotamente.

Este robô, à primeira vista, pode parecer assustador. Mas, para mim, é fascinante, porque tem a capacidade de reproduzir expressões faciais e manter uma conversa, mesmo que ainda seja um pouco artificial.

Vídeo do Nexi, via Exame Informática e Daily Tech

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Casal americano processa Google por imagem no Street View

Um casal de "pombinhos" do estado americano da Pensilvânia processou o Google por violação de privacidade.

A razão para este processo é uma imagem da casa do casal no Google Street View. Aaron e Christine Boring afirmam que compraram a casa para ter privacidade, mas que essa imagem a viola.

Esta não é a primeira situação do género a acontecer com o Google Street View. No início de Março, o Google foi obrigado a retirar imagens de uma base militar de San Antonio, Texas.

O casal afirma ainda que a imagem causou stress emocional em ambos e fez com que a propriedade se desvalorizasse. Por isso, exigem que o Google seja proibido de encetar actividades semelhantes no futuro e pedem uma compensação de 25 mil dólares pelos danos causados.

Um porta-voz do Google pronunciou-se sobre este caso e afirmou que a empresa permite que os utilizadores peçam a remoção de determinadas imagens.

via techwhack.com, tech.blorge.com e technologyexpert.blogspot.com

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Blinkx – um serviço p2p de streaming de vídeo com reconhecimento de voz

Foi lançado mais um serviço de streaming de vídeo que utiliza uma tecnologia p2p para disponibilizar os seus conteúdos: o Blinkx.

Tal como o Miro ou o Joost, os utilizadores têm que descarregar uma aplicação para poderem aceder ao serviço. Mas esta tem uma funcionalidade que a destaca das outros: reconhecimento de voz. Esta funcionalidade não está disponível em todos os vídeos mas, nos que a têm activa, os utilizadores podem clicar numa linha do texto que aparece para saltarem imediatamente para esse ponto no vídeo.

Outra funcionalidade que poderá ser interessante é a possibilidade de pesquisar informações sobre actores no IMDB, Google ou qualquer outro motor de busca.

Se estão à espera de encontrar no Blinkx aquelas séries televisivas que costumam descarregar, esqueçam; só estão disponíveis conteúdos independentes e videocasts. E isso não quer dizer que não existam bons conteúdos disponíveis, só por serem independentes – vejam a música indie, por exemplo.

Blinkx, via portfolio.com

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Google: Aquisição da DoubleClick aprovada pela UE

Durante a semana passada, muitas vozes previram a aprovação, por parte da União Europeia, do negócio que envolvia a aquisição da DoubleClick.com pelo Google. E, de facto, isso aconteceu.

Este negócio, no valor de 31 mil milhões de dólares, vem firmar ainda mais a posição dominante do Google no marcado da publicidade contextual online.

via Techcrunch.com

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As novidades do KDE 4.0

Após alguns atrasos, a versão 4.0 do gestor de desktop KDE, utilizado em várias distribuições de GNU/Linux e *BSD, chegou finalmente. Nova cara, maior performance e muito eye-candy são algumas das muitas novidades.

Nesta nova versão estável do KDE, houve uma reconstrução do núcleo do KDE, com recurso às novas bibliotecas QT, versão 4, da Trolltech. O uso destas novas bibliotecas traduz-se num aumento de performance, ao mesmo tempo que se adiciona suporte para composite, e numa superior framework multimédia.

Após muitos anos a servir fielmente a gestão de ficheiros e navegações web do KDE, o Konqueror foi relegado apenas para web browser, passando o papel da gestão de ficheiros ao Dolphin, que tem um interface mais intuitivo e simples. Mas, caso prefiram utilizar o Konqueror para gestor de ficheiros, podem configurar o KDE para isso.

Esta nova cara do KDE 4.0 é, sem dúvida, muito superior à anterior. Tanto os ícones como o tema são fruto do trabalho do projecto Oxygen, do qual faz parte o "nosso" Nuno Pinheiro – que, verdade seja dita, tem feito um trabalho, no mínimo, excelente. Pena é aquele menu de acesso às aplicações, que não me agrada muito – prefiro algo na onda do menu do GNOME.

Muitas aplicações do KDE sofreram alterações ao nível do interface e das suas funcionalidades. Exemplos disso são o visualizador de imagens Gwenview e o visualizador de documentos Okular. O Amarok é que, para infelicidade dos utilizadores do KDE, só vai ter nova versão daqui a algum tempo.

Ao contrário do que as vozes da desgraça dizem, eu não acredito que o KDE vá rivalizar com o GNOME, ou vice-versa. Esta nova versão do KDE é apenas mais uma excelente escolha, no meio de tantas, para os desktops livres. É certo que eles competem entre si, mas isso só é bom para os utilizadores, pois essa competição resulta num maior e melhor desenvolvimento.