Mac4Lin – Transformar Linux em MacOSx

Mac4Lin

Saiu recentemente o Mac4Lin versão 1.0 final, um conjunto de alterações que permitem transformar o seu sistema operativo Linux na interface do macOSx Leopard.

O Mac4Lin faz alterações no Gnome, Xfce, na janela de login GDM e algumas aplicações mais conhecidas, como o Firefox, Metacity, Songbird e Pidgin.

Para fazer estas alterações, só tem que fazer download do pacote pela página oficial no SourceForge, extrair e executar um ficheiro shell (.sh) de forma a que as alterações sejam aplicadas.

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Caixa Mágica 14 RC1

A Caixa Mágica Software lançou hoje durante a tarde a primeira release candidate da próxima versão desta distribuição de linux nacional: Caixa Mágica 14 RC1.

Como principais novidades temos:

  • Kernel 2.6.29
  • Gnome 2.26
  • KDE 4.2.2
  • XFCE 4.6

Para já apenas estão disponíveis nos servidores os dvds de instalação das versões de 32 e 64bits com os liveCDs a serem disponibilizados até ao fim da semana e os torrents a serem disponibilizados durante o dia de amanhã.

Como sempre fica o aviso de que esta é uma versão de desenvolvimento e que pode colocar os vossos pcs a arder ou qualquer coisa parecida por isso já sabem. De resto divirtam-se a reportar bugs no trac oficial da distribuição [ http://contribsoft.caixamagica.pt/ ].

Links:

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DreamLinux 3.5

DreamLinuxA equipa de desenvolvimento por detrás do projecto DreamLinux anunciou ontem o lançamento do DreamLinux 3.5.

Baseado em Debian 5.0 Lenny, o DreamLinux 3.5 contra-se em unificar um sistema operativo pronto para qualquer uso, dando especial atenção à facilidade de instalação em portáteis e netbooks através de pens USB.

Tem ao seu dispor dois ambientes gráficos pré-instalados, Gnome e Xfce e ainda vários programas que lhe permitem utilizar o sistema de uma forma estável e completa.

O DreamLinux é acompanhado também por uma ferramenta que permite remasterizar o sistema operativo apenas com o que necessita, óptimo para criar um sistema para utilizar numa rede escolar ou empresarial, onde o software utilizado nos computadores é praticamente o mesmo.

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10 razões para não utilizar Ubuntu

Ubuntu Tux

Existem muitas pessoas que mesmo após utilizarem o Ubuntu (ou qualquer outra distribuição Linux) continuam a preferir/utilizar o seu Windows (provavelmente pirata ou que pagaram os olhos da cara para o ter ( ou então não )).

Enquanto estava a stumblar (estou viciado no stumbleupon), encontrei um artigo no Socialized Software que indica as top 10 razões para não utilizar Ubuntu e achei no mínimo engraçado.

1 – Não é possível testar antes de comprar

Como o Ubuntu é um software livre, não é possível testar antes de comprar, pois é impossível de comprar.

Por isso o Ubuntu não lhe dá a oportunidade de testar o software antes de pagar.

2 – A instalação de software é demasiado fácil

A instalação de software no Ubuntu via Synaptic ou apt-get é demasiado fácil. Com o synaptic basta fazer uma pesquisa, seleccionar as aplicações/bibliotecas que desejamos instalar e em poucos segundos elas estão instaladas. Simples, fácil e eficaz.

As pessoas estão habituadas a fazer muitas pesquisas e muitos click’s antes do programa estar instalado.

3 – Poucos vírus e muita segurança

Linux é um sistema bastante seguro, portanto não existe a necessidade de ter um anti-virus + anti-spyware + anti-adware + qualquer coisa para proteger os seus dados.

4 – Não tem software de produtividade caros

O Ubuntu não tem uma Suite de produtividade como o Microsoft Office que custa 400$, portanto provavelmente não presta.

O OpenOffice.org é gratuito e opensource, portanto se não se paga, não deve ser grande coisa (tal como o Ubuntu, se é gratuito não presta!).

5 – Não é possível comprar

Como já foi dito o Ubuntu é totalmente gratuito, portanto se não se paga e se até oferecem CDs do Ubuntu é porque provavelmente a ninguém quer o sistema operativo da Canonical e portanto a empresa distribui os CDs que não foram vendidos… provavelmente.

6 – Demasiadas aplicações gratuitas por onde escolher

Existem milhões de aplicações para Linux totalmente gratuitas e a maioria delas é opensource.

São tantas as aplicações que as pessoas têm problemas a escolher aquelas que lhe agradam.

7 – Documentado bem demais

A comunidade Ubuntu junta esforços para documentar todo o software e até mesmo traduzir em várias línguas. Ora se a documentação está em Português não vai prestar… pois o que é em Inglês é que é bom…

8 – Suporte gratuito e rápido

Para além da documentação, das centenas de sites/blogs/fóruns e restantes comunidades que existem para o ajudar a gerir o seu sistema operativo, existem ainda vários canais distribuídos pelas redes de IRC com pessoas dispostas a ajuda-lo em tudo o que for preciso.

9 – Demasiadas Interfaces por onde escolher

Apesar da maioria das pessoas pensarem que Linux ainda é um bicho de 7 cabeças e ainda é tudo por linha de comandos, o Linux permite escolher entre vários Gestores de Janelas (ex: Gnome, KDE, xFCE, etc…) e personalizar totalmente o sistema operativo.

Existem muitas mais configurações possíveis para deskmod em Linux do que em macOSx ou Windows.

10 – Demasiado Eye Candy

Para além dos gestores de janelas disponíveis, é possivel a instalação de pequenas aplicações que apesar de terem como principal objectivo tornar o ambiente Eye Candy, facilitam a vida de quem trabalha com várias aplicações, podendo ter vários desktops no mesmo sistema e agrupar as aplicações em cada um deles.

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Mythbuntu 8.10

Mythbuntu logo

O Ubuntu 8.10 está ai e as distribuições baseadas no sistema operativo da Canonical estão agora a ser actualizadas para acompanhar as versões do Ubuntu, como é o exemplo do Mythbuntu.

O Mythbuntu é uma distribuição Linux, que como já foi dito anteriormente, é baseada no Ubuntu, mas que tem como principal função tornar o computador num Media Center, utilizando o software MythTV.

O Mythbuntu tem como gestor de janelas o ambiente gráfico Xfce 4 e agora permite também a utilização do Wubi.

O Wubi facilita a instalação do Mythbuntu no Windows, tal como de que um programa se trata-se.

Isto permite-lhe testar a distribuição Linux sem a necessidade de sequer particionar o seu disco.

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Foresight Kid’s 1.0

Foresight Logo

Foresight é o nome de uma distribuição Linux com bastantes utilizadores que para além de ser bastante leve, é também muito versátil.

Para além das versões normais com Gnome e XFCE, existe também uma versão Mobile optimizada para os novos netbooks.

Mas a grande novidade não é a versão Foresight Mobile, mas sim o Foresight Kid’s Edition, direccionada a crianças com ferramentas de entretenimento e educação para além das grandes vantagens do gestor Gnome.

Será um bom sistema operativo a instalar no portátil Magalhães.

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O que esperar do Ubuntu 8.04

ubuntuA próxima versão do Ubuntu, que é também a próxima Long Term Support (versão com suporte de três anos para o desktop e cinco para o servidor), está apenas a seis dias de ser lançada. Por isso, está na altura de fazer um pequeno resumo do que se pode esperar da nova versão desta distribuição de GNU/Linux.

Uma das novidades é a inclusão do Wubi, algo que interessa bastante a quem utiliza Windows e quer experimentar o Ubuntu. Esta aplicação permite instalar o Ubuntu a partir do Windows, sem necessidade de criar partições.
A versão 7.3 do Xorg será incluída. Isto permitirá uma melhor configuração automática do hardware gráfico e será usado em conjunto com um utilitário que permite alterar de forma dinâmica a resolução, taxa de refrescamento e rotação de um segundo monitor.
A versão do Linux incluída será, à partida, a 2.6.24. Ela inclui um novo scheduler, melhor gestão de energia e melhor suporte de dispositivos wireless.
O Gnome continuará a ser o gestor de desktop por omissão. A versão que figurará no Ubuntu 8.04 será o Gnome 2.22; no Kubuntu, será utilizado o KDE 3.5.9; o Xubuntu terá a versão 4.4.2 do XFCE
Para uma gestão mais simples e usável das permissões, será usado o PolicyKit. Esta framework de segurança estará integrada nas ferramentas administrativas, na forma de um botão.
A gestão do som ficará a cargo do PulseAudio, uma framework que permite controlar o som de cada aplicação individualmente na ferramenta de volume do desktop.
Outras novidades são um novo cliente de bittorrent, uma nova aplicação para gravar CDs e DVDs, um novo cliente VNC, adição do Inkscape, suporte para o sistema de virtualização do Linux, integração com ActiveDirectory, uso de um interface gráfico para a firewall e melhor protecção da memória.

Isto acabou por não ficar pequeno, mas continua a ser um pequeno resumo. A próxima versão do Ubuntu parece ser interessante. Talvez seja esta que vos fará largar os sistemas proprietários. Se não, podem sempre ver a Caixa Mágica, Fedora, Mandriva, gNewSense, Mandriva, etc.

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Geubuntu, um clone do Ubuntu com um desktop muito agradável

GeubuntuCaros leitores e leitoras, uma vez que a distribuição de GNU/Linux Ubuntu tem tanta popularidade entre vós, venho apresentar-vos um clone desta distribuição: o Geubuntu.

O Geubuntu vem com as mesmas aplicações que o Ubuntu, mas diferencia-se no desktop, onde mistura o GNOME e o Enlightenment 17, com uma pitada de XFCE na forma do painel e do gestor de ficheiros Thunar. O resultado desta mistura é um desktop agradável com efeitos 2D que não sacrificam o processador.

Esta distribuição é um projecto de um artista italiano, que aparenta ter apenas diferenças ao nível do desktop; de resto, parece ser o mesmo Ubuntu de sempre, por isso não vos será difícil testar a distribuição.

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Mandriva 2008 já está entre nós

Seis meses após o lançamento da última versão do Mandriva, o projecto lançou hoje a versão final do Mandriva 2008. É mais um marco importante para esta distribuição, depois de quase ter fechado portas devido a dificuldades financeiras.

O Mandriva 2008 continua na linha dos desktops, com a inclusão do KDE 3.5.7, GNOME 2.20, XFCE 4.4.1, OpenOffice 2.2.1, Xorg 7.2, Compiz Fusion 0.5.2, Firefox 2.0.0.6 e ainda uma preview do KDE4. No coração da distribuição está a mais recente versão estável do kernel do Linux, Linux 2.6.22.9, que vem com uma melhor gestão da energia – boas notícias para os utilizadores de portáteis.

Neste lançamento, a transição dos menus do sistema usado no Debian para o standard XDG está quase completa e o sistema de hardware foi alterado para aquele usado pelo Fedora. As ferramentas de configuração e gestão de rede foram fundidas numa única ferramenta, o Draknetcenter; foi criada uma ferramenta para importar as definições de uma instalação de Windows para o Mandriva; e foi introduzido um novo layout do menu. Poderão ver a lista completa de novidades aqui.

sadasdsadas s A distribuição está a apostar numa cada vez melhor experiência para os utilizadores e merece todo o destaque que se possa dar, não apenas por estar cada vez melhor, mas por não ter baixado as calças à Microsoft quando esteve com dificuldades financeiras.

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Lista de novidades do Mandriva 2008
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{Fonte: Linux Today}

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Mandriva Linux 2008 RC1

Saiu ontem a primeira release candidate da próxima versão da distribuição de GNU/Linux, Mandriva – disponível em 3 CDs ou 1 DVD só com software livre, para as plataformas x86 e x86-64.

As maiores novidades desta release candidate são a inclusão do utilitário Draknetcenter para configurar e monitorizar redes, a nova estrutura dos menus, os novos nomes dados aos vários pacotes do kernel disponíveis nos repositórios, suporte nativo de leitura e escrita de partições NTFS e inclusão dos drivers para as NVidia Geforce 8400, 8500 e 8600.

Entre o software incluído nesta nova versão do Mandriva 2008 estão a última versão beta do GNOME 2.20, X.org 7.2, KDE 3.5.7 e a última versão disponível do KDE 4, XFCE 4.4.1, Kernel 2.6.22, Compiz Fusion, OpenOffice 2.2, Firefox 2.0.0.6 e a framework de segurança AppArmor.

Esta distribuição foi a única onde gostei mais ou menos de usar o KDE, por isso, quando sair, vou fazer o download e corrê-la no VirtualBox. Espero que façam o mesmo, porque ela é excelente para o desktop.