
A corrida para construir supercomputadores cada vez mais rápidos tornou-se uma fonte de orgulho nacional, visto a capacidade destas máquinas em resolver problemas criticos em áreas como a defesa, energia, ciência, finanças ou mesmo nas empresas de petróleo e gás.
Embora os EUA estejam habitualmente no “Top1” da super-computação, o Japão em 2002 já havia lançado uma máquina com mais potencia de que os seus 20 melhores supercomputadores. Os Estados Unidos recuperou o seu estatuto de lider em 2004, perdendo-o novamente só agora.


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