Flash Player para smartphones… excepto iPhone

Já há muito tempo que se fala e se pretende um Flash Player para smartphones que nos possibilite ver as animações (dos sites, por exemplo) tal e qual como as vemos nos nossos computadores do dia-a-dia. Demorou muito, mas parece que esse dia está a chegar.

A Adobe apresentou na sua conferência MAX em Los Angeles o novo Flash Player 10.1 que corre em smartphones, seja em ambiente Android, Symbian, Windows Mobile, webOS e BlackBerry OS. Todos estes sistemas operativos são de empresas que fazem parte do projecto Open Screen Project da Adobe. Mas como muitos devem ter reparado, falta um importante sistema operativo nesta lista, o iPhone OS.

Isto acontece porque a Apple não faz parte deste projecto da Adobe (por opção) e daí ter sempre posto o Flash Player fora da sua lista de prioridades do iPhone, indicando aos seus programadores que apostem mais nas alternativas, tal como o HTML5.
Parte desta atitude também provém da relação não muito saudável que a Apple tem tido com a Adobe ao longo dos anos, o que obrigou a marca da maçã a ir procurar alternativas por outras bandas.

As primeiras versões do Adobe Flash Player para smartphones são esperadas na primeira metade de 2010.

Até lá resta saber se a empresa de Steve Jobs vai manter esta posição ou mudar de ideias. Até porque se o Flash se começar a tornar um stantard nos smartphones, a Apple não irá querer que o seu telefone fique atrás da concorrência.

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Inovação tecnológica vs. invasão de privacidade

A cada dia que passa novas e melhores tecnologias são desenvolvidas. Quem diria há alguns anos atrás que um equipamento GPS se tornaria um equipamento banal em grande parte dos carros e telemóveis que transportamos diariamente?

Ou que teríamos disponível à distância de uns cliques uma visão de 360 graus sobre a cidade de Lisboa e outras cidades no mundo?

No entanto, os investigadores da Georgia Institute of Technology querem ir mais longe. Esta equipa desenvolveu uma impressionante tecnologia que consegue recolher informação em tempo real e aplicá-la no Google Earth e Microsoft Virtual Earth.

Basicamente, esta tecnologia recorre a vídeos de câmaras de vigilância ou de trânsito e detecta pessoas, veículos e até o movimento das nuvens. A partir daí analisa e calcula o seu comportamento e velocidade de movimento e faz uma projecção 3D do objecto no mapa da Google ou Microsoft mostrando o seu movimento em tempo real. Esta tecnologia também permite identificar as horas do dia e alterar a cor do céu depente disso.

O grande inconveniente desta tecnologia é que está sempre dependente do número de câmaras de vídeo disponíveis no local.

Embora todos os dados obtidos sejam anónimos, não podemos deixar de pensar no seguinte: E se alguém com acesso a esta ferramenta arranja uma maneira de nos seguir e controlar todos os nossos passos? O site Gizmodo relembra, e bem, o caso de Inglaterra, onde existem câmaras de vigilância por todo o lado (CCTV) e onde não seria muito difícil seguir uma pessoa de um sítio para outro.

Certamente que a nível tecnológico é fantástico e inovador no seu sector, mas a nível social poderá trazer problemas diversos. É claro que se forem aplicadas medidas de segurança apertadas em volta desta tecnologia, em princípio ninguém sairá prejudicado.

No entanto esta dúvida permanece, e é neste ponto em que a linha que separa a inovação tecnológica da invasão de privacidade de cada um de nós se torna muito ténue.

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Intel Core i7 Mobile

Boas notícias para o mundo dos portáteis: a Intel lançou o tão aguardado Core i7 Mobile. Os novos modelos da famíla i7 são o Core i7 720QM (1.6 GHz), 820QM (1.73 GHz) e 920XM (2.0GHz).

Os novos CPUs suportam memórias DDR3 a 1333MHz em modo dual-channel e inclui tecnologia Hyper Threading para aplicações que tirem proveito de vários núcleos e tecnologia Intel Turbo Boost que permite acelerar o processador até 75%. Por exemplo, no caso do Core i7 820QM, o Turbo Boost, permite aumentar a velocidade de relógio de 1.73GHz para 3.06GHz. Um aumento bastante significativo.

A Intel avançou desde logo que o Core i7 Mobile é o processador para portáteis mais rápido até à data. E os benchmarks vêm confirmar esta afirmação.

A Laptop Magazine, utilizou um portátil equipado com o novo Core i7 920XM e efectuou os testes da praxe para determinar se o novo processador é assim tão bom em relação aos anteriores. O resultado foi que em todos os testes em que o CPU era o principal interveniente, o Core i7 venceu.

Estes são os gráficos resultantes do teste:

[gráficos via Laptop Magazine]

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Google Chrome v3

Pouco tempo depois do Google Chrome ter completado 1 ano de existência, a Google lança a terceira versão do seu browser… mas só para Windows.

Segundo a Google, esta terceira versão do Chrome está 25% mais rápida do que a anterior versão a executar javascript e agora suporta HTML 5. Ou seja, tags HTML como <canvas>, <video> e <audio> passam a ser suportadas pelo Chrome.

A Google também aproveitou o lançamento desta nova versão para estrear oficialmente o Chrome Themes que permite alterar o visual do browser, à semelhança do Firefox.

Em relação à versão para Mac, continua tudo na mesma. Os utilizadores de Mac vão ter de continuar a usar a versão instável para developers que a Google disponibilizou há algum tempo atrás.

Se o seu browser suportar HTML 5 (Firefox 3.5, Opera 10, Safari 4, Google Chrome 3) pode visualizar este exemplo que demonstra o poder desta nova versão do HTML:
http://9elements.com/io/projects/html5/canvas/

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Asus Eee Reader

Depois de introduzir no mercado a febre dos netbooks, a ASUS entra no campo dos leitores de e-books com a adição de mais um membro à família Eee, o Eee Reader.

Segundo o jornal Times, enquanto os actuais leitores de e-books (Amazon Kindle, Cool-er), dispõem “apenas” de um único monitor monocromático, o Reader terá dois monitores a cores e poderá incluir a funcionalidade de folhear as páginas do e-book, de modo a aproximar-se mais do formato de um livro comum.

As boas notícias não se ficam por aqui. Ainda segundo a mesma fonte, o preço do ASUS Reader será mais baixo do que o dos leitores presentes no mercado. Actualmente, o Amazon Kindle 2 de 6” está à venda por $299(€206) e o Cool-er por $249(172€). O jornal Times especula que o preço do Reader andará na casa dos $160(110€).

Vamos ter de esperar lá para o final do ano para ver o resultado, mas será interessante ver se a ASUS consegue ou não despertar o mercados dos leitores de e-books como o fez com os netbooks.