Alojamento Web
Alojamento Web

Associação Ensino Livre publicou manifesto sobre formatos padrão abertos no sistema de ensino

Os formatos padrão abertos são a pedra basilar das comunicações digitais. Sem eles, ficamos sujeitos a formatos fechados, o que faz com que uma empresa ou governo autoritário passem a censurar toda a informação que nos chega. E também permite que nos fechem.
Para evitar isso, devemos usar formatos abertos em todo o lado, até no ensino. Por isso a Associação Ensino Livre publicou recentemente um conjunto de orientações sobre a utilização de formatos padrão abertos, para que escolas, professores e alunos possam escrever, divulgar e trocar informação sem estarem sujeitos a amarras que não se vêm mas se sentem a apertar os pulsos.

PRESS RELEASE: Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino

A utilização de standards tem-se revelado de extrema importância numa sociedade de inovação e conhecimento. No sector das tecnologias de informação são particularmente cruciais. Ao estabelecerem uma linguagem comum entre diferentes intervenientes, empresas e outras entidades podem desenvolver equipamento e programas de computador que comunicam entre si sem obstáculos, eliminando directamente barreiras aos utilizadores finais. O conhecimento pode assim fluir e escoar livremente entre todos os cidadãos. Um dos grandes exemplos é o êxito da Internet, que só foi possível devido à existência desta liberdade na transmissão de informação.

Existem contudo áreas em que a neutralidade tecnológica ainda não está suficientemente desenvolvida. Por exemplo, ao produzir um documento no processador de texto do seu computador, e ao tentar partilhá-lo com um amigo, já se deparou com a situação de que o amigo não conseguiu abrir o documento, ou que o documento lhe apareceu completamente desformatado? Esta situação poderá ser especialmente grave em instituições públicas, nomeadamente instituições de ensino. Imagine um professor que solicita um trabalho de casa a um aluno, que o professor depois não consegue abrir para avaliar correctamente. Ou então imagine um aluno que recebeu um trabalho de casa que depois não consegue abrir correctamente no seu computador pessoal. Outras situações ainda mais sérias existirão, tais como o armazenamento de informação vital em formatos binários, que se pode tornar inacessível com o passar dos anos, ou ainda a impossibilidade de alguns elementos da comunidade educativa acederem a informação legalmente sem dispenderem largas centenas de euros.

A Associação Ensino Livre publica o "Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino" com os seguintes objectivos gerais:

– potenciar a neutralidade tecnológica nas instituições de ensino, de forma a que a utilização de recursos electrónicos não esteja dependente das plataformas e ferramentas dos utilizadores;
– garantir o máximo de justiça e igualdade na utilização dos recursos electrónicos;
– garantir o acesso, agora e no futuro, a informação produzida no decurso das actividades institucionais;
– fomentar a literacia tecnológica;
– reduzir o desperdício de recursos no sector das tecnologias de informação;
– tornar a tecnologia mais acessível;

Um Guia de Aplicação do "Manifesto sobre Standards Abertos no Sistema de Ensino" será publicado em breve.

Sensibilizem os vossos alunos, professores, familiares e amigos para a importância da utilização dos formatos livres. Sem eles, o "mundo virtual" não é um mundo democrático, mas um local ditatorial e autoritário. Defendam a vossa liberdade.

Download do manifesto, em PDF

via blog.softwarelivre.sapo.pt

Alojamento Web

The Hague Declaration – defende os teus direitos no “mundo virtual”

Todos vocês partem do principio que, ao viverem numa país democrático, não vão ser discriminados por esse Estado devido às vossas crenças, opiniões ou religião – ou falta dela. Vocês, e eu também, crescemos a acreditar nisto e a respeitar estes valores, estes direitos essenciais.

Quando se está no “mundo virtual”, esses direitos primários mantêm-se. Por isso são necessários formatos padrão livres, para que a informação possa ser acedida por todos, independentemente do software que utiliza, e transportada sem qualquer problema.

Se os formatos não forem abertos e livres, então estamos sujeitos ao controlo de uma entidade que pode muito bem ser um governo autoritário ou uma empresa sem escrúpulos que apenas vê dinheiro à frente e não se preocupa com as pessoas. Vejam o caso da Microsoft, que quase dá as licenças do Windows XP aos fabricantes de computadores económicos, desde que eles limitem ao máximo o hardware destes computadores: só aqui se vê que eles estão apenas preocupados com as vendas do Vista e com a ameaça do GNU/Linux, e não com o facto das pessoas mais desfavorecidas poderem ter acesso a um computador com especificações decentes e software que respeita a liberdade delas.

Por estes e outros motivos, é urgente a utilização de formatos realmente abertos e livres como o ODF – e não como o OOXML. Se não exigirmos a utilização destes formatos, perdemos o livre acesso à informação e permitimos que ela seja filtrada, censurada, ocultada. Assina a Declaração de Hague e defende os teus direitos no "mundo virtual".

via Paula Simões

Alojamento Web
Alojamento Web

Predadores sexuais proibidos de navegar na internet em New Jersey

O estado americano de New Jersey aprovou uma lei que proibe as pessoas acusadas de crimes sexuais de acederem à internet ou de utilizar um computador, mesmo que os seus crimes não tenham utilizado a "auto-estrada da informação" como veículo.

Um dos apoiantes desta lei afirma que este barramento permite "reduzir o risco de um acusado voltar a cometer um crime de natureza sexual".

De acordo com a lei, todos os acusados de crimes sexuais em liberdade condicional poderão ser monitorizados pelos organismos estatais de New Jersey. Se algum dos criminosos, estando ou não em liberdade condicional, tiver usado a internet como forma de cometer crimes, será proibido de aceder à internet e de utilizar um computador. Mas, mesmo que os seus crimes não estejam ligados ao "mundo" online, o seu acesso à internet pode ser proibido e, se o estado de New Jersey entender, poderá ser proibido de utilizar um computador.

Para além de todas estas restrições, os predadores sexuais poderão ser forçados a instalar software de monitorização, para que as suas caminhadas online possam ser controladas em tempo real.

Viva o discernimento americano.

{Fonte: Ars Technica}

Alojamento Web

Dia da Liberdade de Software

Hoje, 15 de Setembro, festeja-se, um pouco por todo o mundo, o Software Freedom Day (Dia da Liberdade de Software). Para além dos festejos, serão mostradas as virtudes e benefícios do uso de Software Livre.

Mais de 330 equipas em 90 países participarão neste evento, que conta com o apoio das Nações Unidas, Canonical, Danish Unix User Group, Google, MindTouch, Free Software Foundation, Zenoss, ManComun.Org, IOSN, Linux Magazine, Zac-Ware, The Open CD e OLPC. Infelizmente, Portugal não tem uma equipa oficial, mas mais anos virão e a criação de uma equipa para o evento pode estar para breve.

O Software Freedom Day começou no dia 28 de Agosto de 2004; na altura, mais de 70 equipas de todo o mundo participaram no evento. No segundo ano do evento, a data de festejo mudou para o dia 10 de Setembro e, mais tarde, foi estabelecido o terceiro sábado de Setembro como o Dia da Liberdade de Software.

As comemorações deste dia também estão a acontecer, de forma informal, em Portugal, este país agarrado tão agarrado à Microsoft. O site Programas Livres está a oferecer o cd oficial do projecto a quem deixar, até às 23h59m de hoje, um comentário no artigo sobre o Dia da Liberdade de Software; para ganhar um cd, basta apenas, no comentário, contar a vossa história de mudança do software proprietário para o software livre. Também no âmbito das comemorações, mas fora do país, o projecto The Open CD actualizou o conteúdo do CD com software livre para Windows e já o tem disponível; se tiverem interessados, podem fazer o download aqui.

Alojamento Web

OpenMoko, free as in freedom

Imaginem um iPhone. Imaginem o conceito liberdade. Agora imaginem os dois conceitos juntos.

Conseguiram? Acabaram de imaginar o OpenMoko, um telemóvel touchscreen com GNU/Linux.

O OpenMoko, ao contrário do tão badalado iPhone, não vem bloqueado a nenhuma rede e não tem DRM.

O Neo 1973 ainda está na fase de desenvolvimento, mas já pode ser adquirido por programadores e hackers, para começarem a desenvolver aplicações ou mesmo alterar ou optimizar o sistema.

A "developer preview" custa 300 dólares, mas por mais 150 dólares, podem adquirir o Neo Advanced Kit, que até traz uma chave de fendas.

O Neo 1973 tem um ecrã touchscreen VGA de 2,8", um processador Samsung de 266MHz, GPS integrado, GSM 2.5, slot MicroSD e USB1.1.

Para saberem as características completas deste gadget, visitem o site oficial.

Fontes: The Register && Boing Boing && Engadget

Alojamento Web

Vodafone e Apple em conversações para a comercialização do iPhone na Europa

A Vodafone está em conversações com a Apple para lançar o iPhone na Europa. A revista Bright avança que as negociações estão dependentes das exigências de ambas as partes tanto pela parte da Vodafone, como da parte da Apple, o que tem atrasado o acordo e a vinda do iPhone para a Europa. De acordo com a revista Bright, a Apple quer que a Vodafone garanta determinado volume de vendas para o mercado europeu enquanto a operadora quer ter maior liberdade na hora de fixar o preço do equipamento. Na minha opinião o iPhone mexera bastante no mercado dos telemóveis em toda a Europa. Enviado por r1c4rd0100

Alojamento Web

Antes de nascer, já estava morta

Ainda falta uma semana para sair a nova revisão do AACS e já se sabe qual a volume key usada.

Vários hackers conseguiram, com sucesso, usar a versão beta mais recente do AnyDVD para ripar uma preview da trilogia do Matrix, que já usa o AACS 3. Esta notícia volta a levantar a questão da eficácia e necessidade dos sistemas DRM.

Se a nova revisão do AACS foi cracada mesmo antes de ser oficialmente lançada, não seria melhor acabar de vez com os DRM nos filmes? A industria musical, aos poucos, já o começa a fazer. E até que ponto existe a necessidade dos DRM, já que estes tiram a liberdade a quem comprou o produto?

Fonte: ars techica