Netvibes vira-se para o social

O Netvibes prepara-se para apresentar uma nova versão.

Ginger

Na conferência sobre  web2.0 que decorreu em Berlim, o Netvibes apresentou aquela que será a sua nova versão: Ginger.

O Ginger integrará vários serviços externos através de widgets, sejam eles internacionais ou regionais, suportará mais linguagens e permitirá a importação da lista de "amigo" de várias redes sociais.

A importação dos "amigos" de outras redes sociais é apenas uma parte da nova incursão do Netvibes. Será possível manter um registo das últimas actividades dos "amigos" e criar páginas públicas.

A primeira fase – beta privada – da nova versão do Netvibes será lançada durante a conferência Le Web 3, em Paris.

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Entrevista a Flávio Moringa e Paulo Trezentos, da Caixa Mágica

Logo da Caixa Mágica

Caixa Mágica, uma das distribuições portuguesa de GNU/Linux, lançou recentemente a primeira beta da versão 12. Esta nova versão é marcada por uma mudança de base da distribuição para a Mandriva 2008, deixando para trás o Suse.

Quem ainda não conhece esta distribuição, não sabe o que está a perder. Eu já tive oportunidade de testar a primeira beta da nova versão e posso dizer-vos que os utilizadores da Caixa Mágica, ao contrário dos utilizadores de um certo sistema proprietário, têm razões mais que suficientes para dizer "WOW".

Como se tem falado muito do GNU/Linux como sistema para o desktop e aproveitando o lançamento da primeira beta da Caixa Mágica, o Webtuga tentou fazer uma pequena entrevista com os responsáveis deste projecto. Paulo Trezentos e Flávio Moringa acederam gentilmente ao nosso pedido.

Webtuga: Na nova versão da Caixa Mágica, a versão 12, o projecto decidiu adoptar a Mandriva como base. Quais foram as razões para esta mudança e que podem os utilizadores esperar dela?

Flávio Moringa: Tal como indicado em http://contribsoft.caixamagica.pt/trac/wiki/LetterToTheCommunity, as razões não tiveram como base aspectos meramente técnicos, mas principalmente de ordem estratégica. A associação à Mandriva permite-nos ter uma colaboração mais estreita em todo o processo de desenvolvimento da distribuição, devido ao facto de toda a "máquina" Mandriva não ter o peso na Novell/SUSE (a base anterior da Caixa Mágica) e facilitando assim a troca de experiências de uma forma muito mais simplificada. Isto aliado ao facto de estarmos inserido num projecto europeu no qual somos parceiros (ou seja o gelo já estava quebrado a nível de contactos), e considerando que a Mandriva é reconhecidamente umas das distribuições mais amigáveis de usar levou a esta tomada de decisão. Conseguimos assim colaborar de forma a trazer aos nossos utilizadores o melhor que o mundo do Linux tem para oferecer, ou seja, a facilidade de utilização da Mandriva, aliada ao "know how" que possuímos do mercado português e das necessidades especificas que ele possui.

Webtuga: Se um utilizador pretender instalar a Caixa Mágica no seu computador, pode fazer o download gratuito do site do projecto, mas também pode adquirir o sistema operativo. Quais as vantagens da aquisição da Caixa Mágica sobre o download?

Flávio Moringa: A grande vantagem são os serviços associados. O software é livre e quem quiser pode instalá-lo onde entender e como entender, mas o pacote, além do software, integra um conjunto de serviços que pode fazer a diferença para muita gente, nomeadamente:
   – Suporte telefónico de 30 minutos de apoio à instalação;
   – Suporte por e-mail durante 6 meses;
   – Desconto em formação Caixa Mágica;
   – Manual impresso;
   – DVD’s em versões de 32 e 64 bits;
Este tipo de serviços não estão incluídos em sistemas operativos proprietários, e mesmo a nível de distribuições Linux, as restantes à venda em Portugal não possuem centros de apoio cá, o que torna o acesso ao suporte bem mais complicado.
Com estes serviços incluídos é possível assim garantir a empresas ou particulares que se sintam menos à vontade para instalar este novo sistema, que caso surjam dificuldades, existe alguém que os pode ajudar rapidamente a ultrapassá-las.

Webtuga: Este tem sido um tópico muito debatido, por isso não posso deixar de fazer a seguinte pergunta: Consideram o Linux um sistema operativo tão bom ou superior aos sistemas proprietários no desktop?

Flávio Moringa: Como em tudo na vida, depende sempre do uso pretendido. Se me disser que o Sistema Operativo actual que usa serve para ler e escrever documentos office, navegar na internet, ler e enviar correio electrónico, imprimir e digitalizar documentos, ver filmes e ouvir música, então a minha resposta é que um sistema GNU/Linux é claramente superior e está neste momento a deitar dinheiro à rua se investir em qualquer outro sistema. E isto sem precisar de estar minimamente familiarizado com o sistema. Se além do que referi, precisa de ter alguma tipo de ligação a redes com áreas e utilizadores partilhados, sistemas de correio electrónico especiais (ex: exchange server) então muito provavelmente um sistema GNU/Linux continua a ser uma excelente alternativa, mas já pode precisar de apoio técnico para algumas configurações. Finalmente, se possui alguma aplicação que funciona exclusivamente num Sistema Operativo Proprietário, se possui algum hardware que não tenha suporte em Linux ou usar o seu computador para jogar jogos de última geração, então nesse caso poderá ser complicado, mas não impossível, usar uma distribuição de GNU/Linux. Mas como referi inicialmente, cada um destes casos depende sempre vários factores que só o utilizador pode indicar. Posso, no entanto, afirmar categoricamente que em 90% dos casos de utilização de um computador numa empresa, um sistema GNU/Linux supera a nível de funcionalidades, segurança e performance qualquer sistema proprietário.

Webtuga: Como classificam o panorama do software livre e a adopção de sistemas livres em Portugal?

Flávio Moringa: Ainda somos um país muito agarrado aos sistemas proprietários, mas é notório que uma grande mudança está a começar a acontecer. Em primeiro lugar temos o Estado, que está cada vez mais a perceber as enormes vantagens da utilização do software livre, como podemos observar pelo Linius (O Linux do Ministério da Justiça), pela utilização, nas escolas, de portais livre como o moodle, pela lançamento em simultâneo da aplicação de acesso ao futuro cartão do cidadão para as três principais plataformas (Linux, Windows e MAC), entre outros como se pode ver em http://www.softwarelivre.gov.pt/boas_praticas/, e ainda pela organização de eventos sobre esta temática como por exemplo o evento Software livre na Administração Pública que mostrou o que de melhor se faz no Estado português nesta área. Temos depois várias empresas a apostar em usar software livre como principal ferramenta de desenvolvimento, como o portal Sapo do grupo PT e a UZO da TMN. E temos cada vez mais empresas a dar apoio de consultoria e outsourcing nas áreas do software livre, como a Caixa Mágica, a DRI, a Ângulo Sólido, etc.
Com todos estes grandes "players" no mercado parece-me ser só uma questão de tempo até que os utilizadores individuais, e as pequenas empresas se apercebam das vantagens que têm em passar a usar software livre no seu dia a dia. Esta é a principal batalha que se trava agora, conseguir mudar as mentalidades das pessoas para que se apercebam que o mundo já não é só um Sistema Operativo, mas que existem alternativas melhores, mais baratas, mais fiáveis e acima de tudo que não restringem em nada a forma como cada pessoa pode tirar partido desse sistema.

Webtuga: Quais as perspectivas de futuro para a Caixa Mágica?

Paulo Trezentos: A Caixa Mágica aposta num crescimento sustentado, afirmado-se como um dos pricipais especialistas Open Source em Portugal. Até 2010 apostamos em crescer em Portugal, fornecendo Linux às grandes organizações com ganhos económicos e de robustez. Para isso, contamos com desenvolvimento interno e aposta em Investigação e Desenvolvimento.
Outra área que pretendemos continuar a liderar é no desenvolvimento Open Source em linguagens como PHP, Perl e Python em projectos para grandes clientes.
Sabemos que atingir estes objectivos ambiciosos só é possível com recurso a uma equipa motivada e altamente qualificada. É por isso que continuaremos a aposta em recrutar os melhores.

O Webtuga agradece a disponibilidade para responder a estas questões e faz votos de muito sucesso para o projecto Caixa Mágica e todos os envolvidos nele.

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Dicas para um bom Programador

Ser um bom programador nem sempre é fácil, para os iniciantes e até mesmo programadores experientes há sempre problemas que podem ser evitados poupando assim grandes dores de cabeça. E como aprender nunca é demais o Webtuga deixa-vos algumas dicas importantes:

1- Organiza a tua própria biblioteca; Ter um CD-Rom ou uma caixa de disquetes com trabalhos de código aberto pode ser sempre útil para consultas posteriores, guardar todo o trabalho, todos os tutoriais acompanhados durante a aprendizagem e ate mesmo projectos de código aberto (phpBB, wordpress, etc.) é importante. A exploração tambím é uma forma de aprendizagem.

2- Pesquisar scripts na Internet; Na Internet temos acesso a vários scripts de código aberto que podemos utilizar nos nosso projectos mas também os podemos usar para serem estudados. O importante não é copiar e utilizar, mas sim entender como foi feito e como funciona.

3- Comentar tudo o que for necessário; Organizar o código e aplicar comentários é importante, assim qualquer pessoa entenderá o teu projecto, e mesmo quando tenha-mos de editar o código algum tempo depois também nos ajudará a nós próprios.

4- Melhorar sempre que possível; Tudo o que funciona pode nem sempre estar bem, é importante tentar explorar novas ideias. Não existe apenas uma maneira de se fazer determinada coisa, é importante que se faça tudo pelo mais simples e funcional possível.

5- Participar e partilhar ideias; Através do Messenger, IRC e comunidades na Internet, mailing lists e fóruns de discussão podes sempre conhecer outras pessoas que também sejam programadores, partilhar ideias e conseguir novas soluções é importante para o teu desenvolvimento como programador.

Para quem quer começar a programar e nunca teve contacto com nenhuma linguagem, pascal ou C são excelentes linguagens para iniciantes, para alem de fácil aprendizagem ao conhecer estas linguagens obtêm-se bases para qualquer outra linguagem de programação.

Links úteis: http://www.opensourcescripts.com/ – Scripts gratuitos em varias linguagens.

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Aptana Studio 1.0

O Aptana Studio chegou, após dois anos de desenvolvimento, à versão 1.0 e já está disponível em duas versões: a versão profissional, que é paga, e a versão comunitária, anunciada à uns meses atrás como a base dos produtos da empresa.

A versão comunitária do Aptana Studio tem, de longe, menos funcionalidades que a versão profissional. Esta versão é uma boa escolha para webdesigners que necessitem de ter pré-visualização de CSS e escrever umas coisas em AJAX e Javascript. O suporte para PHP, RadRails, Adobe Air e outras linguagens está na versão profissional, que também suporta debugging do Internet Explorer e SFTP.

Os utilizadores que quiserem a versão profissional terão que desembolsar uns bons €69, mais euro, menos euro. Os outros poderão descarregar, gratuitamente, a versão comunitária e começar a programar. Ambas as versões estão disponíveis para GNU/Linux, Mac OS X e Windows.

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Google Reader já não é beta

O Google anunciou, no dia 17 do corrente mês, que o seu leitor de feeds – Google Reader – já não é um produto em beta.

Este anúncio, escrito de uma forma algo estranha, surge após a implementação de novas funcionalidades, entre elas a pesquisa e o novo conjunto de linguagens suportadas.

Agora que o Google Reader é um produto “final”, será que vai ser incluído no pacote de aplicações “web office” do Google?

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ActiveState abraça o software aberto

A ActiveState, empresa que desenvolve o gratuito mas fechado IDE (Integrated Development Environment) Komodo Edit, decidiu desenvolver uma nova base de código livre para os seus IDE e criou um projecto comunitário chamado Open Komodo.

O aparecimento do projecto surge após o interesse manifestado pela comunidade à volta do projecto Mozilla na criação de um IDE para aplicações web2.0.

"Since we were a couple months from having everything done, I felt it was a good time to announce, so we can start to talk with people in the community about Komodo from a standpoint that they are willing to work with."

O objectivo do projecto Open Komodo é disponibilizar uma base de código aberto que todos poderão melhorar e usar para a criação de editores direccionados para aplicações web. O Open Komodo também será usado como nova base para os projectos de código fechado da Active State.

No âmbido do Open Komodo será desenvolvido o IDE Komodo Snapdragon, um editor para linguagens web client-side (xml, javascript, css, xhtml, etc). Este editor será também de código aberto e usará o Open Komodo como base, assim como o código do Komodo Edit que a ActiveState irá tornar, brevemente, aberto.

{Fonte: ActiveState (via Internet News)}

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Apache perde terreno para IIS 6 nos Estados Unidos

Um estudo realizado pela empresas Port80 Software aponta para um decréscimo do webserver Apache nos sites do Fortune 1000, em detrimento do IIS 6 da Microsoft .

De acordo com este estudo, desde Agosto de 2006 que o IIS 6 tem vindo a ganhar terreno sobre o Apache e sobre os seus congéneres ISS 5 e 7, conseguindo um aumento de 9,5% desde então. A crescer também, estão as linguagens server-side da Microsoft – Asp e Asp .net -, que totalizam 51,5% deste top.

O Fortune 1000 é uma lista de referência mantida pela revista de negócios Fortune , onde estão as 1000 maiores empresas americanas.

Como o Fortune 1000 apenas diz respeito às empresas americanas e há mais países no mundo para além dos Estados Unidos da América, é difícil dizer se realmente o Apache tem vindo a perder terreno nos servidores de todo o mundo ou se é apenas uma tendência americana.

{Fonte: Port80 && PCWorld}

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Moonlight – Silverlight para GNU/Linux

Os programadores e a comunidade do projecto open-source Mono estão a trabalhar afincadamente para trazer a tecnologia Silverlight, desenvolvida pela Microsoft, para GNU/Linux, com o nome Moonlight.

A equipa começou o port do Silverlight 1.1 -nas linguagens C# e C++ – em Maio e espera mostrar a versão alpha do projecto na conferência Microsoft Mix, que irá decorrer em Paris.

Apesar do desenvolvimento destas tecnologias poder vir a providenciar uma melhor experiência aos utilizadores, com tantos projectos do género (silverlight, apolo, flash, etc…), não deve tardar muito para termos os recursos da máquina gastos em plugins para todas estas plataformas.

Fonte: Webware

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CodeIDE – Programar Online

Print WebTuga

CodeIDE é um ambiente de programação de várias linguagens, das quais Basic, C++, Pascal, Perl, HTML, entre outras, que permite executar o programa online.

CodeID WebTuga

A edição torna-se bastante fácil devido ao seu sistema e posicionamento. De um lado temos um campo com abas onde podemos escolher a linguagem que queremos programar, no campo temos o código e depois clica-se no botão "Run" para correr o programar e numa tabela ao lado irá aparecer o resultado do código.

Nessa tabela temos ainda acesso a uma linha de comandos online e a um grupo de ficheiros guardados.

 Command line Online - terminal

O site tem também uma tabela com um chat online, que permite a troca de informação entre utilizadores facilmente.

Esta ferramenta poderá ajudar bastante os programadores em pequenos testes e ainda poderá ser usada nas escolas nos computadores onde o software de desenvolvimento não está instalado.

Página: CodeIDE

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Windows Live OneCare vai ter mais funcionalidades

A Microsoft anunciou que a nova versão do Windows OneCare, a versão 1.5, vai estar disponível a partir do dia 30 deste mês, ao mesmo tempo que a versão do Windows Vista para os consumidores. A nova versão do pacote de segurança da Microsoft vai ter a detecção de vírus e spyware unificadas e melhoradas, suporte para mais linguagens, melhoramentos na função de backup e vai ser compatível com o Windows XP e Windows Vista.