Facebook “irrita” Uniao Europeia

As autoridades europeias vão investigar o Facebook e a sua funcionalidade de identificação automática de fotografias, que está a ser disponibilizada em vários países, depois de ter sido lançada nos Estados Unidos há alguns meses.

O Facebook implantou globalmente, sem comunicar seus usuários, o sistema de reconhecimento automático de rostos em fotos. O recurso é polémico, pois envolve questões de privacidade.
O sistema de reconhecimento automático vai funcionar por meio de comparação. Quando o usuário carregar novas imagens, o algoritmo irá comparar as faces com outras fotos já “tagueadas” anteriormente. A identificação vai depender de aprovação do usuário para ser publicada.

Quando são carregadas fotografias novas o Facebook faz o reconhecimento facial automático, sugerindo a possível identidade de quem surge nas imagens. Cabe ao utilizador confirmar esse reconhecimento ou ignorá-lo

A questão sobre a violação da privacidade aparece, no entender do regulador europeu, porque não há um pedido de autorização prévio às pessoas retratadas.

A identificação de pessoas nas fotografias só deveria acontecer com o seu consentimento prévio e não pode estar activa de origem”, consideram os reguladores.

O Facebook permite desligar a opção de reconhecimento facial, para evitar a identificação por parte da rede de amigos, mas tal obriga os utilizadores a alterarem nas suas opções de privacidade.

Alojamento Web

Escolha de browsers Windows 7: os resultados

A Microsoft implementou no princípio de Março a possibilidade do utilizador poder escolher o browser que pretende usar nas versões europeias do Windows 7, devido a um processo instaurado pela União Europeia. Passadas 3 semanas, a Opera divulga os resultados que obteve deste processo até agora.

Segundo a Opera, o número de downloads do seu browser duplicou na maioria dos países europeus, chegando mesmo a haver casos de países em que os números triplicaram. Segundo o mesmo relatório, só na Polónia, o aumento dos downloads foi na casa dos 328%. Portugal registou um aumento de 157%.

Aparentemente, pelos resultados apresentados pela Opera, o processo instaurado à Microsoft já começa a colher frutos e a tendência de a maioria dos utilizadores Windows usarem sempre o Internet Explorer como browser principal está a acalmar e a concorrência sem dúvida que agradece. Ficam por ser divulgados os resultados provenientes dos restantes browsers.

Press release completo da Opera >