LegalTorrents – Torrents de multimédia licenciada com Creative-Communs

LegalTorrents Cada dia são criados mais e melhores serviços Web inovadores, permitindo-me afirmar que a Internet está em fase de mudança todos os dias.

Há poucos dias, o Bruno Miguel dava-nos a conhecer que o YouTorrent iria passar a indexar apenas conteúdo legal e agora chega-nos um novo motor de busca de torrents, chamado LegalTorrents.

O LegalTorrents é uma comunidade online de partilha de ficheiros multimédia de alta qualidade, com licença livre da Creative Commons.

Sendo ficheiros legais, o LegalTorrents aloja todos os ficheiros nos seus servidores, fazendo assim uma distribuição directa para o utilizador final, o que faz com que as velocidades de download sejam bastante elevadas.

Assim, tirando partido da tecnologia Bittorrent, o LegalTorrents permite a divulgação de conteúdo de novos autores e a distribuição de conteúdo com licenças gratuitas como a Creative-Commons e outras.

Site: LegalTorrents

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Associação Ensino Livre publicou manifesto sobre formatos padrão abertos no sistema de ensino

Os formatos padrão abertos são a pedra basilar das comunicações digitais. Sem eles, ficamos sujeitos a formatos fechados, o que faz com que uma empresa ou governo autoritário passem a censurar toda a informação que nos chega. E também permite que nos fechem.
Para evitar isso, devemos usar formatos abertos em todo o lado, até no ensino. Por isso a Associação Ensino Livre publicou recentemente um conjunto de orientações sobre a utilização de formatos padrão abertos, para que escolas, professores e alunos possam escrever, divulgar e trocar informação sem estarem sujeitos a amarras que não se vêm mas se sentem a apertar os pulsos.

PRESS RELEASE: Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino

A utilização de standards tem-se revelado de extrema importância numa sociedade de inovação e conhecimento. No sector das tecnologias de informação são particularmente cruciais. Ao estabelecerem uma linguagem comum entre diferentes intervenientes, empresas e outras entidades podem desenvolver equipamento e programas de computador que comunicam entre si sem obstáculos, eliminando directamente barreiras aos utilizadores finais. O conhecimento pode assim fluir e escoar livremente entre todos os cidadãos. Um dos grandes exemplos é o êxito da Internet, que só foi possível devido à existência desta liberdade na transmissão de informação.

Existem contudo áreas em que a neutralidade tecnológica ainda não está suficientemente desenvolvida. Por exemplo, ao produzir um documento no processador de texto do seu computador, e ao tentar partilhá-lo com um amigo, já se deparou com a situação de que o amigo não conseguiu abrir o documento, ou que o documento lhe apareceu completamente desformatado? Esta situação poderá ser especialmente grave em instituições públicas, nomeadamente instituições de ensino. Imagine um professor que solicita um trabalho de casa a um aluno, que o professor depois não consegue abrir para avaliar correctamente. Ou então imagine um aluno que recebeu um trabalho de casa que depois não consegue abrir correctamente no seu computador pessoal. Outras situações ainda mais sérias existirão, tais como o armazenamento de informação vital em formatos binários, que se pode tornar inacessível com o passar dos anos, ou ainda a impossibilidade de alguns elementos da comunidade educativa acederem a informação legalmente sem dispenderem largas centenas de euros.

A Associação Ensino Livre publica o "Manifesto sobre standards abertos no sistema de ensino" com os seguintes objectivos gerais:

– potenciar a neutralidade tecnológica nas instituições de ensino, de forma a que a utilização de recursos electrónicos não esteja dependente das plataformas e ferramentas dos utilizadores;
– garantir o máximo de justiça e igualdade na utilização dos recursos electrónicos;
– garantir o acesso, agora e no futuro, a informação produzida no decurso das actividades institucionais;
– fomentar a literacia tecnológica;
– reduzir o desperdício de recursos no sector das tecnologias de informação;
– tornar a tecnologia mais acessível;

Um Guia de Aplicação do "Manifesto sobre Standards Abertos no Sistema de Ensino" será publicado em breve.

Sensibilizem os vossos alunos, professores, familiares e amigos para a importância da utilização dos formatos livres. Sem eles, o "mundo virtual" não é um mundo democrático, mas um local ditatorial e autoritário. Defendam a vossa liberdade.

Download do manifesto, em PDF

via blog.softwarelivre.sapo.pt

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Microsoft terá, alegadamente, deixado uma falha intencional no SP1 do Windows Vista

Será que eu estava a exagerar ou a mentir quando disse que as vendas do Windows Vista estavam aquém das espectativas? De acordo com a newsletter do Windowssecrets.com, eu não estava errado (como nunca estou; posso é estar, por vezes, menos correcto, mas nunca errado).

O editor do Windowssecrets.com, Brian Livingston, revela no site que a Microsoft terá deixado intencionalmente uma "falha" que permite a actualização de sistemas Windows XP e anteriores para o Windows Vista SP1.

Brian Livingston acredita que isto é intencional, pois permite à Microsoft explorar a chamada pirataria informática para proveito próprio, já que alguns utilizadores de cópias ilegais do Windows acabarão por comprar uma licença, e porque isso mantém a ideia de que o Windows é o sistema padrão e que todos devem ter.

Para mim, esta teoria faz bastante sentido. As pessoas tendem a crer que as coisas pagas são as melhores e gostam de conseguir à borla algo que normalmente é pago. Eu já perguntei isto a muitas pessoas e a resposta da grande maioria é que as coisas pagas lhes dão mais segurança e que gostam de conseguir à borla as coisas que normalmente pagariam, mesmo que para isso tenham que cometer alguma ilegalidade.

Ainda acreditam que as vendas do Windows Vista estão assim tão boas? E não vos preocupa o facto de (alegadas) falhas serem deliberadamente deixadas no software?

via windowssecrets.com

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LimeWire lança loja de música online

O Limewire, uma conhecida rede de partilha nem sempre legal de ficheiros, lançou uma loja de música online. Nesta loja, podem encontrar-se, sobretudo, artistas e editoras independentes.

Na LimeWire Store estão disponíveis mais de 500 mil músicas sem DRM, em formato MP3 com uma bitrate de 256 Kbps.

Cada música é vendida por $0.99 (qualquer coisa como €0.63). Mas existe a opção de subscrever um de três planos, que permitem descarregar 25, 50 ou 75 músicas por mês, mediante um pré-pagamento. Esta segunda opção é ideal para quem pretende comprar várias músicas por mês, já que o preço unitário é mais baixo.

Por enquanto a LimeWire Store e a rede p2p LimeWire ainda não estão integradas, mas uma integração entre os dois está planeada para um futuro próximo.

LimeWire Store, via p2p-blog.com

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Universidade holandesa utiliza o bittorrent para manter 6500 computadores actualizados

pirataA universidade holandesa INHOLLAND mostrou que o bittorrent é apenas um protocolo de partilha de ficheiros como qualquer outro e não uma rede de pirataria – onde tipos com barbas pintadas e pernas de pau partilham ilegalmente conteúdos entre si -, ao utilizá-lo com sucesso para transferir actualizações de software entre 6500 computadores, situados em 16 locais diferentes deste país.

A utilização do bittorrent sucede ao anterior método de disponibilização de actualizações, que envolva mais de 20 servidores a enviar 25.6 terabytes de dados para os 6500 computadores. Este método, para além de acarretar grandes custos, podia demorar mais de quatro dias.

Agora, apenas dois servidores enviam as actualizações através de bittorrent. Quando um dos 6500 computadores recebe os ficheiros, também os fica a partilhar com os restantes, ajudando a distribuir com maior eficácia e rapidez os dados.

via Torrentfreak.com

Off-topic:
Estou para ver se os media de tecnologia portugueses, que adoram atirar chavões como «combater a pirataria», vão fazer destaque a esta notícia. É que estou para ver, mesmo!

imagem da autoria de Mat Honan

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Diferior – CMS para criar um bittorrent tracker


Diferior é um script que lhe permite facilmente criar um bittorrent tracker de modo a poder partilhar artigos usando a tecnologia bittorrent.

Este pequeno CMS integra um sistema de discussão ( fórum ), um sistema de blogging, um directório de links http ou ftp e ainda um sistema de bittorrent tracker.

Apesar de muita das vezes o Bittorrent estar associado à partilha de ficheiros ilegal, esta tecnologia tem grandes potencialidades.

Por exemplo, caso esteja a criar um software open-source e não tem verbas para pagar um servidor onde alojar os ficheiros, poderá usar o bittorrent para a partilha de ficheiros de forma a poupar largura de banda no servidor e espaço.

Contruido na linguagem PHP, esta é uma boa opção ao XBTT Tracker, visto que este ultimo requer GCC e uma conta com acesso SSH.

Site: Diferior

in TorrentFreak

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Como recuperar uma instalação do Windows Vista sem o DVD

Imaginem a seguinte situação:
Compraram um computador que trazia o Windows Vista pré-instalado. Durante muito tempo, ele funcionou (dentro do possível para este sistema); mas, a dada altura, deixaram de poder iniciar sessão.

O que fariam? Iam comprar uma cópia do Vista, para gastarem ainda mais dinheiro? Iam ao local onde adquiriram o computador, para ficarem vários dias sem ele? Descarregavam uma cópia ilegal deste sistema operativo?

Acreditem ou não, não precisam de fazer nada disto. Basta descarregarem um cd de recuperação do Windows Vista – o mesmo sistema de recuperação que costuma vir com os portáteis e vos "come" parte do espaço do disco.

Este cd de recuperação está no formato ISO. Para o gravarem, terão que utilizar uma aplicação que consiga gravar estas imagens – o CDBurnerXP, por exemplo, chega e sobra.

via CyberNetNews.com

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Parlamento Europeu decide respeitar a privacidade dos cidadãos

A proposta do Comité Europeu da Cultura e Educação, apresentada devido à pressão da indústria musical, que iria permitir aos ISPs monitorizar a actividade dos seus utilizadores, por forma a combater a partilha ilegal de ficheiros, não vai avante.

Apesar da pressão da indústria musical, que parou no tempo por volta do final dos anos 90 e ainda não se conseguiu e/ou não se quer adaptar à nova realidade, a proposta do Comité Europeu da Cultura e Educação não irá permitir esse atentado à privacidade dos utilizadores.

Outra das alterações que a indústria musical queria era a extensão dos direitos de autor para 70 anos após a morte deste. Também esta não vai avante.

Fonte: Ars Technica

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Rapidshare em baixo

O rapidshare está de momento fechado, mas não é para obras. Ao que parece, uma empresa alemã apresentou uma queixa contra este site, por ele conter material ilegal. E, como nós sabemos, isso não é mentira nenhuma.

Diz o site techshout.com que a empresa que apresentou queixa contra o rapidshare quer que este serviço revele as informações relativas aos ficheiros que contém.

Este mesmo site menciona também uma alegada justificação de um suposto responsável do site. De acordo com este responsável, o rapidshare teve uma falha de hardware e é por esse motivo que não está a funcionar.

Processo judicial, falha de hardware ou mesmo um ataque virtual? Só amanhã é que devemos saber.

Actualização: a informação oficial é falha de hardware.