Fyels – Upload mais simples, impossivel!

A partilha de ficheiros entre diversos utilizadores pode ser uma verdadeira complicação. Mandar por email está fora de questão pois o tamanho dos anexos limita sempre o envio. Por outro lado soluções como o Dropbox estão também descartadas pois fazer a gestão dos utilizadores é algo complicado. Precisa-se para esses casos de soluções simples e práticas.

Existem muitos sites para partilha de ficheiros, a sua maioria são fáceis de usar e estão bem idealizados. Com maior ou menor espaço para partilha, com a capacidade de comprimir os ficheiros, etc, todos se destacam num ou noutro ponto e numa particularidade. Hoje falamos do Fyels, que prima por uma simplicidade estonteante.

No Fyels nada é complicado. Desde o simples envio do ficheiro que pretendemos partilhar até ao acesso e passando pela gestão destes. Em menos de 2 minutos, e aqui temos de contabilizar o upload dos ficheiros, têm um link que podem distribuir aos vossos amigos ou colegas. Com um grande pormenor, não necessitam de criar qualquer conta ou fazer um único login.

A única limitação que o Fyels vos impõe é o tamanho dos ficheiros. Não vão conseguir enviar e partilhar ficheiros com tamanho superior a 9   GB. Este limite é o “normal” entre estes serviços.

A simplicidade do Fyels começa pelo processo de envio dos ficheiros para os seus serviços. Basta aceder com o browser ao seu endereço e arrastarem o ficheiro pretendido para dentro da janela do browser. O processo de upload é imediatamente começado e em muito pouco tempo está pronto.

No final desse upload é-vos facultado o link que devem indicar para partilha e um código que vão poder usar para eliminar os ficheiros dos servidores do Fyels. Guardem-no se pretendem mais tarde remover o ficheiro.

 

Em qualquer momento podem apagar os vossos ficheiros de forma muito simples. Basta que adicionem ao final do endereço de partilha o texto “.delete“. Ao fazerem-no será mostrada uma caixa onde devem colocar o código que vos foi fornecido aquando do envio do ficheiro.

Homepage: www.fyels.com

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DigaCultura com novo design

DigaCultura

A rede social de partilha de links DigaCultura estreou um novo design que vem assim demarcar a sua independência e seguir um rumo para além do Digg.

Desde cedo que o DigaCultura se afirmou como um projecto à altura do Digg e não apenas mais um clone. O trabalho desenvolvido pelo Sérgio Dinis tem sido fantástico e é um grande prazer trazer-vos as novidades deste projecto.

Caso ainda não conheça este projecto, então eu passo a explicar no que consiste. O DigaCultura permite os bloggers divulgarem links de artigos, posts, vídeos ou outros links de interesse relevante para a comunidade, sendo que esses artigos, depois de submetidos a uma votação, são ou não colocados na página principal.

Existem vários sites do género, no entanto o DigaCultura tem um motor único, potente e que está sempre a acompanhar a evolução da web. Se ainda não é membro do DigaCultura, então deveria seriamente pensar em se juntar à comunidade.

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FileSocial – Partilhar ficheiros pelo Twitter

FileSocial

O FileSocial é um serviço que permite a partilha de ficheiros pela sua conta Twitter, só tem que adicionar os seus dados, adicionar uma descrição e anexar os ficheiros que deseja partilhar.

Ao enviar os seus documentos, irá automaticamente enviar um tweet com o link para os mesmos, caso deseje, poderá também desactivar essa opção.

Poderá enviar qualquer tipo de ficheiro, não havendo qualquer tipo de restrição quanto ao formato do ficheiro.

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Jetbytes – Serviço gratuito de partilha directa de ficheiros

Jetbytes

Jetbytes é um serviço de transferência de ficheiros que permite o envio do ficheiro directamente para o recipiente, bastando seleccionar o ficheiro que deseja partilhar e enviar o respectivo link que o Jetbytes lhe fornece ao seu colega.

Terá que manter a página do Jetbytes aberta durante o processo de transferência, pois o ficheiro é enviado directamente de si para o recipiente, tal como acontece nos protocolos P2P.

O link apenas funcionará uma vez, pelo que deverá apenas enviar-lo à pessoa com quem realmente deseja partilhar o arquivo.

Se ainda não percebeu como funciona, o melhor mesmo é testar você mesmo o Jetbytes e ficar espantado com a forma com que tudo acontece.

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Tubemogul – Partilhe e distribua os seus vídeos

TubeMogulJá tinha aqui falado do Gazup, um serviço que permite distribuir ficheiros por vários sites da Internet. Hoje trago-vos um site do género, o Tubemogul.

O TubeMogul é um serviço que permite enviar um vídeo para várias redes sociais de partilha de vídeos, como o YouTube, Blip.tv, MySpace, Yahoo! Videos, entre outros, e assim atingir um número maior de espectadores.

É uma excelente ferramenta para marketing online, recorrendo a vídeo. O TubeMogul já disponibilizou ao todo mais de um milhão de vídeos por toda a rede Internet.

Se costuma partilhar vídeos online, recomendo-lhe o TubeMogul, pois trata-se de uma excelente ferramenta que certamente irá aumentar o número de visualizações dos seus vídeos.

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Guerra Santa

Todos têm uma fé. Uns acreditam em Delphi, outros em Java. Há ainda os discípulos de C, de Visual Basic, HTML e outras tantas igrejas menores. São programadores, mas poderiam muito bem ser chamados de pastores.

Jamais duvide da linguagem preferida de um programador. Pode ser o caminho mais curto para a fogueira da Guerra Santa Virtual.

Como não podia deixar de ser, também cultivei a minha religião. Ainda brincava com BASIC, sem fazer nada de importante, quando conheci o Pascal. Um amigo baixara algumas apostilas de um BBS – ainda não se acedia à Internet – e assim que li fiquei convertido.

Pela primeira vez na vida vi uma linguagem estruturada. Tudo muito lógico, restrito e, ao mesmo tempo, flexível. Talvez não tão eficiente quanto o todo poderoso C, que conhecia de fama, mas muito mais eficaz que o BASIC e perfeita para a correcta aprendizagem da programação.

Devorei os tutoriais todos e em questão de dias já fazia programas em Pascal que nunca conseguira fazer em BASIC.

Convertido, jurei nunca mais usar “goto” e sempre adorar a estrutura perfeita das constantes, variáveis e sub-rotinas, organizadas e declaradas previamente, Já havia versões estruturadas de BASIC por aí, mas sempre era possível numerar as linhas e desviar o programa usando “goto”, uma verdadeira blasfêmia a ser evitada.

Veio então a interface gráfica, e o computador ficava cada vez mais acessível aos impuros e infiéis humanos normais. Apanhei o comboio um pouco tarde, quando Windows 95 já se firmava como padrão de mercado e comecei a desenvolver em Delphi, que era baseado em Pascal. Percebi, porém, que apesar da minha firme convicção, as linguagens ditas inferiores não desapareciam. Pior.

Percebi que era possível sim, desenvolver programas bons até mesmo em Visual Basic. Minha fé perdera o sentido de ser.

Pode ser difícil de admitir, mas a sua linguagem de programação preferida, assim como a sua equipa de futebol, não ganha sempre. A evolução, já dizia Darwin, depende da selecção natural e da diversidade. Não importa o quanto se batalhe e dicuta, haverá sempre  alguém fazendo um programa melhor que o seu, na linguagem que você mais odeia. E não adianta nada deita-lo na fogueira.

Tentaram esse método há uns mil anos atrás e não deu certo.


resolvi partilhar com vocês esta cronica da revista PC Master (Ano 5, Edição 51, Por Leandro Calçada). O texto demonstra na perfeição a realidade… todos nós (programadores) por uma razão ou por outra gostamos mais de uma linguagem de programação e conscientes da nossa convicção defendemos-la até ao fim, quem diz linguagens de programação, diz sistemas operativos… somos todos seguidores de alguma coisa.

Eu digo, ainda bem que não concordamos em tudo e ainda bem que existe alternativas e concorrência.

Darwin tinha razão, a evolução depende da selecção natural e da diversidade… será sempre assim…

Bom fim de semana, Cumprimentos

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Android será 100% Open Source

Logo do android

Segundo diz o Google, ao contrário do que se tem dito, a plataforma Android, bem como todos os seus componentes e bibliotecas necessárias para fazer o port da plataforma para novos dispositivos, serão totalmente opensource para uso comum.

A licença usada será a ASL v2, ou seja, Apache Software License v2, usada também em projectos como o servidor HTTP Apache, o Tomcat e muitos outros grandes projectos opensource, existindo apenas duas excepções como é o exemplo do software que já está actualmente coberto por licenças, como é o caso do kernel Linux que usa a GPL ( Gnu Public License ) e ainda no que toca ao software Eclipe, que será licenciado pela licença Eclipse Public License (EPL).

O que poderá não ser open-source, serão as aplicações 3rd party criadas por desenvolvedores, que poderão ao abrigo da licença ASL v2, escolher qual será o licenciamento a proteger o seu software. Ou seja, o desenvolvedor poderá escolher se deseja ou não partilhar o código.

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Portugal @ Programar festeja 3º aniversário

Portugal @ Programar

Apesar de não ser uma comunidade onde tenha participação activa, o projecto Portugal @ Programar tem sido um ponto de referência para todos os programadores portugueses.

Um dos projectos levado a cabo pelo P@P que mais admiro é a revista online PROGRAMAR, com artigos sobre os mais diversos tipos de linguagens de programação e técnicas que podem ser usadas no dia a dia do uso das mesmas.

Para além da revista PROGRAMAR, a equipa LinTeam também é um ponto alto desta comunidade. Equipa esta que fora anteriormente de outra comunidade e da qual fazia parte com alguns membros que ainda hoje a constituem.

O fórum conta com uma participação positiva entre os membros que se dedicam à entreajuda, à critica e à partilha de informação.

O Portugal @ Programar realiza hoje o seu 3º Aniversário, resta-me a mim desejar-lhes a todos os parabéns e que continuem com o excelente projecto que têm realizado até ao dia de hoje.

Parabéns Portugal-a-Programar
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Sweetter 2.0 – Sistema de blogging gratuito

Com a chegada do Twitter à Internet, introduziu-se também um novo conceito de microblogging.

O Twitter, com milhares de utilizadores, tem tido um tremendo sucesso muito devido também ao número de aplicações que usam a sua API.

Para aqueles que andam atrás de um sistema de microblogging para instalar no seu site ou no servidor da empresa para partilhar as suas actividades, os seus sentimentos, etc, existe o Sweetter.

O Sweetter é um serviço de microblogging gratuito escrito em Python que lhe permite não só "microblogar" como também escrever as suas listas to-do, votar nos "microposts" dos outros utilizadores e ter um Karma conforme o seu número de votos, positivos ou negativos.

Para além disso o Sweetter tem também a possibilidade de escolher plug-ins que lhe permitirão enviar as suas mensagens para o seu Twitter ou Jaiku.

Visite já o site e verifique com os seus próprios olhos. E para aqueles que pensam que podem comprar o Sweetter, leiam esta página.

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OpenOffice.org 3 Beta para Mac

Se não tem dinheiro para comprar o Office:mac ou gosta de apoiar as alternativas Open Source, esta notícia é para si.

A grande novidade da 3ª versão do Open Office é a integração nativa no Mac com a interface Aqua. Até agora, para o usar era necessário usar o X11.

Entre as novas funções encontra-se a abertura de ficheiros OOXML (vamos lá ver se é desta que se abre um ficheiro de Word como deve de ser), suporte limitado a macros VBA (o Office:mac não o tem sequer), integração com o Mozilla Thunderbird e partilha de folhas de cálculo.

A versão final ainda não saiu, no entanto esta beta é bastante estável e uma excelente alternativa gratuita ao Office:mac da Microsoft, que tem um preço bastante elevado.

Site | OpenOffice.org 3 Beta