Flickr introduz sistema de estatísticas

O Flickr implementou um sistema de estatísticas, disponível apenas para as contas pro deste serviço de alojamento de imagens.

Este sistema de estatísticas permitirá aos autores ver de onde vêm os utilizadores que visualizaram uma fotografia, o número de visitas e os termos usados nos motores de busca para chegar à foto.

{Fonte: Read/Write Web}

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CodecInstall – uma forma mais simples de instalar codecs

Ao contrário da maioria das distribuições de GNU/Linux direccionadas para o desktop pessoal, que vêm com codecs ou oferecem uma forma incrivelmente simples de os instalar, Windows praticamente não consegue ler os formatos multimédia mais usados.

A forma de contornar isto é instalar os codecs, seja um pack deles ou um a um. A segunda opção é muito morosa e a primeira boa demais, porque um pack instala uma panóplia de codecs quando não precisamos, sequer, de metade deles.

Para contornar estas duas situações, existe o CodecInstall, uma pequena aplicação que analisa um conteúdo multimédia e pesquisa o sistema pelo codec necessário. Se o codec estiver instalado, a aplicação fornecerá informação sobre o codec e notificará o utilizador da presença do mesmo no sistema; se o codec não estiver instalado, o CodecInstall faz o download e instalação do mesmo, tornando uma situação chata em algo trivial, ao mesmo tempo que mantém o sistema mais limpo (leia-se, com menos tralha desnecessária).

Mas o CodecInstall faz mais que pesquisa e instalação automática de codecs. Esta aplicação também permite gerir os codecs instalados no sistema e remover aqueles que não queremos e até serve como leitor multimédia, apesar dessa funcionalidade vir desactivada.

Duas pequenas notas: necessitam da versão 2.0 do .NET e não instalem a toolbar do programa

CodecInstall, via FreewareGenius.com

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Microsoft explica algumas mudanças no Windows Vista SP1

Vista

 

A pedido de vários utilizadores, a Microsoft citou algumas novidades que farão parte do Windows Vista SP1. Num comunicado oficial, a empresa disse que as mudanças no combate à pirataria se focarão nos meios usados para driblar as proteções do Windows Vista. O executivo Michael Sievert citou o "OEM BIOS" e o "Grace Timer" como principais cracks que serão desativados. Sievert também lembrou que os dois cracks mudam aspectos muitos profundos do sistema, alterando seu desempenho.

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FilesTube – motor de busca para ficheiros online

FilesTube logoAlguma vez inseriram um ficheiro no rapidshare e acabaram por se esquecer da link de download? Como o rapidshare não tem uma caixa de pesquisa, acabava-se por perder o ficheiro.

Mas, graças ao FilesTube, podemos pesquisar o ficheiro no rapidshare e noutros serviços de alojamento de ficheiros, como o megaupload e filefront. Pode, também, submeter a link do ficheiro no FilesTube para que, caso se esqueça dela, seja mais fácil encontrar o ficheiro.

Infelizmente, todos nós sabemos que estes serviços de alojamento de ficheiros são maioritariamente usados para partilhar conteúdos de legalidade duvidosa. Por isso aconselhamos o uso sensato do FilesTube, bem como dos serviços de alojamento de ficheiros.

{Fonte: eHub}

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Skype 2.0 com suporte para chamadas de vídeo em GNU/Linux

O muito esperado suporte para chamadas de vídeo no Skype para GNU/Linux chegou na nova versão da aplicação: 2.0 beta. Para desfrutarem desta nova funcionalidade, apenas necessitam de uma placa gráfica com suporte para Xv, de uma webcam, ligação à internet, computador com GNU/Linux instalado, um processador a 1Ghz ou mais, 256 MB de Ram e o Skype.

O Skype 2.0 beta tem pacotes de instalação para Ubuntu, Debian, Mepis, Xandros, CentOS, Fedora, OpenSUSE e Mandriva. Para além disso, estão ainda disponíveis dois arquivos universais, que podem ser usados em qualquer distribuição.

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DecentURL – criação de links de memorização fácil

Todos vós deveis conhecer os serviços TinyURL e SpinURL, usados para encurtar links muito grandes e de difícil memorização. Mas há um problema com eles, ambos produzem links difíceis de memorizar. Mesmo que sejam pequenas, torna-se complicado memorizar algo do género http://tinyurl.com/c7nmt. Não seria mais fácil poder controlar a link?

É precisamente essa lacuna que o DecentURL vem preencher. Neste serviço podemos introduzir apenas a link e ele transforma-a em algo humanamente legível: por exemplo, https://www.webtuga.com/content/view/1103/160/ transforma-se em http://decenturl.com/webtuga/webtuga-google-prepara-integra. Mas também podemos dar um nome à link: https://webtuga.com/ transforma-se em http://decenturl.com/webtuga/pai-natal, onde pai-natal é pai natal, o nome que dei à link (o espaço que o nome continha foi transformado num travessão).

Este serviço é, sem sombra de dúvida, mais útil que o TinyURL ou o SpinURL, uma vez que o output é algo que conseguimos perceber e decorar sem problemas.

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Avot Media – vídeos no telemóvel

Até à bem pouco tempo, ver vídeos através da Internet era bastante complicado devido ao seu formato, ao tamanho do vídeo e às velocidades ( em Portugal pelo menos, as velocidades eram bastante baixas).

No entanto começaram a aparecer na Internet vários sites que faziam o loading dos vídeos através de um reprodutor Flash que carrega os vídeos em formato FLV ( Flash Video ) e reproduz o vídeo à medida que este é descarregado, fazendo uma espécie de streaming do vídeo.

Isto não só possibilitou a visualização dos vídeos mais rapidamente, como também permitiu que vários serviços alojassem vídeos em massa gastando menos tráfego de transferência de dados.

Com a rapidez evolução das tecnologias, o YouTube conseguiu aumentar rapidamente as suas visitas, sendo hoje em dia um dos sites mais visitados na Internet.

Devemos ter em conta também que o Youtube fora criado em Fevereiro de 2006, altura em que já o WebTuga existia e, em tão pouco tempo conseguiu tal proeza.

Nesse mesmo ano, o YouTube chegou aos ouvidos do Grande Google, que o acabaria por comprar. Foi um dos maiores investimentos da história na Internet, cerca de 1,65 biliões de dólares em 13 de Novembro de 2006.

Todas estas tecnologias estão agora acessíveis através de qualquer dispositivo que tenha browser com suporte a adobe flash player. Logo qualquer consola, telemóvel, PDA podem ser usados para ver filmes através da Internet.

Para facilitar este acesso, a Avot Media, Inc. apresenta-nos um serviço extremamente útil. O Avot mV ( ainda em versão beta ) é uma solução que nos permite ver o que quisermos através do telemóvel.

Avot mV oferecer uma experiência esplendorosa que nos permite pesquisar e reproduzir vídeos directamente dos vários sites de partilha de vídeos, como é o caso do YouTube, do Google Videos, o Revver, Blip.tv, etc.

Esta aplicação permite ainda ao utilizador agregar canais de vídeos dentro desses sites e explorar entre milhões e milhões de vídeos.

É ainda possível organizar listas de reprodução ( playlists ) usando o Avot mV, tornando o seu telemóvel numa mesa virtual de mistura.

Este serviço é totalmente gratuito, só paga o que está marcado na sua operadora pelo acesso à Internet Móvel.

É recomendável uma ligação rápida, de preferência Wi-Fi que permite uma visualização dos vídeos rápida e sem paragens.

Para usar o serviço têm três hipóteses:

– Entrar no site m.avotmedia.com através do browser do seu telemóvel e fazer download do software cliente.

– Fazer download do software cliente pelo seu computador e posteriormente instalar no seu telemóvel.

– Fazer download do executável que lhe permitirá navegar no site através do seu computador.

Homepage: Avot Media
Homepage:
Avot Mobile Site
Blog: Avot Blog

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Eudora: Mais um cliente de email ou o substituto do Thunderbird?

O agfrg já aqui falou da nova versão do cliente de email Eudora e da nova base que este programa utiliza: o Thunderbird. Ele também mencionou que estes dois programas se complementam, em vez de competirem entre si. E de facto é essa a informação oficial da Mozilla. Mas será que é verdade, ou terá a Mozilla arranjado um substituto para o Thunderbird?

Para além de usar o código do Thunderbird como base, o Eudora usa uma extensão chamada Penelope, que também pode ser usada no Thunderbird, embora algumas funcionalidades desta extensão necessitem do Eudora para funcionar correctamente. Esta extensão permite a implementação das funcionalidades do Eudora, aquando software proprietário, na nova versão.

Em vez de deixar a minha opinião sobre este novo cliente de email, vou fazer um resumo da lista de funcionalidades do novo Eudora e deixar o leitor criar uma opinião, que espero ver expressa aqui no Webtuga, sobre o lançamento deste cliente de email.

As funcionalidades deste programa são, na sua grande maioria, implementações do interface e funcionalidades do antigo Eudora. Os ícones usados na versão proprietária do Eudora – agora descontinuada – foram incluidos na Penelope, assim como as teclas de atalho e a estrutura do menu; é possível importar as caixas de correio e respectivos emails das versões anteriores do programa e os filtros de mensagens do programa; os sons usados nas notificações do antigo Eudora passaram para a versão livre; assim como na antiga versão proprietária, o duplo-clique numa caixa de correio da lista de pastas abre essa caixa de correio numa nova janela; a coluna com o nome "Sender" passou a chamar-se "Who"; foi adicionada uma funcionalidade que permite ver apenas as novas mensagens de um servidor de email IMAP.

Este leque de funcionalidades parece indicar que este novo cliente de email é apenas uma versão gratuita do Eudora, com o código do Thunderbird a juntar todas as peças. Mas também pode indicar um novo rumo para a Mozilla, no que toca a email. Qual é a vossa opinião?

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A web 2,0, as comunidades online e a blogosfera

comunidade

Um dos pressupostos da web 2,0 é o lado social/comunitário, muitas vezes esquecido em detrimento da tecnologia AJAX. Um excelente exemplo disso é a Wikipédia, que disponibiliza conhecimento criado pelos utilizadores do serviço; todos são livres de aceder, usar e alterar esse conhecimento sem ter que pagar um tostão. O Facebook é outro exemplo que, apesar de ser uma rede social, tem um lado comunitário presente. Apesar dos dois exemplos mencionados serem gratuitos, a web 2,0 não tem obrigatoriamente que o ser.

As comunidades online já existem à muito mas, para mim, o grande boom aconteceu aquando do aparecimento da web 2,0. Agora já não são só os fóruns e dois ou três cms que são usados para criar uma comunidade; um blog consegue fazer isso – veja-se o exemplo do webtuga.com.

O conceito comunidade compreende partilha, gratuita ou paga. Essa partilha pode ser apenas uns megas para alojar fotos, como pode ser conhecimento e informação. Mas, na blogosfera, o conceito comunidade quase não existe. A realidade é esta, e isso vê-se na quantidade de artigos plagiados. Há um mês, mais coisa menos coisa, li um artigo que falava precisamente sobre isso, embora os números apresentados me parecessem um pouco exagerados (2% de artigos originais e 98% de artigos copiados). Nunca fiz um apanhado geral, mas tenho para mim que os números andarão na casa dos 10% – 90%.

Se calhar os números apresentados nesse artigo até estão mais próximos da realidade que os meus, mas uma coisa é certa: o que não faltam são artigos/posts copiados na integra. Eu costumo ver algumas destas cópias em blogs conhecidos. Costumo ver, também, traduções integrais de artigos de, na maioria, blogs/sites americanos. Esta tendência é preocupante porque mostra a falta de respeito pelo trabalho dos outros.

Mas, pior ainda, é ver blogs conhecidos de todos (ou quase todos), com artigos baseados no texto de alguém e não fazerem referência às fontes, tentando assim passar por geradores de conteúdos. Para mim, é pior que plagiar.

Na grande maioria dos meus posts, salvo quando são textos pensados por mim (como este) ou quando vou buscar informação ao site oficial do projecto em causa (mas, mesmo aí, meto, pelo menos, uma link para o site), meto a(s) fonte(s). É uma forma de partilhar algo mais com os leitores, de dar o devido crédito ao autor e de respeitar o seu trabalho.

Na blogosfera, o conceito comunidade é quase inexistente e a falta de respeito pelo trabalho alheio é enorme. Todos querem atrair visitas e não olham a meios para isso (nem que tenham que escrever em inglês, só para fazer de conta que já têm projecção internacional; mas cada caso é um caso e nalguns o inglês aplica-se).

Felizmente o boom dos blogs já acabou e o número de blogs inactivos está a aumentar a olhos vistos. Valha-nos, ao menos, isso!

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Cell For Cash – Ganhe dinheiro com o seu telemóvel antigo

Cell For Cash – Ganhe dinheiro com o seu telemóvel antigo através do site CellForCash.com.

( sell my old cell phone )

Apesar de algumas operadoras já darem dinheiro pela retoma do seu telemóvel, algumas pessoas não fazem a troca por falta de conhecimento ou mesmo porque ainda tenciona usar aquele telemóvel.

Através deste site poderá ganhar os trocos com o seu telemóvel antigo que tem parado ai por casa.
Para tal basta seleccionar o modelo e a marca, pedir uma caixa para enviar o telemóvel para o CellForCash e esperar que alguém o compre.

O seu telemóvel antigo pode não valer nada para si, mas num país mais pobre ou onde a tecnologia ainda não chegou, esse telemóvel pode valer ouro.

Segundo uma estimativa, existem milhões de telemóveis que não são usados…

sell a cell phone to CellForCash.com