Segundo um estudo realizado no Reino Unido, os utilizadores que confessaram usar redes P2P para descarregar ficheiros ilegais compram mais música do que utilizadores regulares.

O estudo, que contou com 1.000 participantes da faixa etária dos 16 aos 50 anos, determinou que, em média, um “pirata” gasta cerca de 85€ em música por ano, enquanto que um utilizador regular gasta cerca de 50€.

Também foi possível extrair deste estudo que 1 em cada 10 britânicos admite descarregar conteúdos ilegais. Muitos alegaram usar as redes de partilha de ficheiros para poderem escutarem as músicas antes de comprar e/ou para descobrir novas musicalidades e bandas.

Este tópico divide as opiniões dos consumidores e dos próprios artistas mas, principalmente, cria um dilema às editoras discográficas: será que vale a pena toda esta caça aos piratas, quando são eles que compram mais os seus produtos?

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