
Na casa de um deles, foi detido material usado para atacar as páginas na Internet da Playstation (Sony), BBVA, Bankia, Enel e dos governos do Egipto, Argélia, Líbia, Irão, Chile, Colômbia e Nova Zelândia.
A NATO já tinha lançado um pedido de alerta em relação a esta organização classificando-os como “ameaça militar” pois podiam comprometer documentos importantes que apenas o governo tem autorização para aceder.
Um dos detidos guardava em sua casa um servidor a partir do qual coordenava ataques informáticos contra as páginas electrónicas governamentais, financeiras e empresariais de vários países.
Os três piratas informáticos detidos já tinham previsto lançar um ataque contra os sites dos principais partidos políticos na véspera das eleições de 22 de Maio.


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