Palm Pixi

No dia em que a Apple monopolizou todas as atenções mediáticas, a Palm lançou um novo terminal baseado no seu sistema operativo WebOS, o Palm Pixi.

Palm Pixi

A aposta da Palm foi a de lançar um dispositivo de uso profissional na gama de entrada do mercado de smarthphones dos EUA, sem, contudo, canibalizar o seu outro dispositivo, o Palm Pre. Numa primeira vista está tudo lá, ou quase…

A mudança mais óbvia foi a opção por um formato candybar, fino, amigável de bolsos, mantendo ainda assim um teclado QWERTY completo. O ecrã é, felizmente, capacitivo (à semelhança do iPhone, HTC Magic/Hero) de 2,63 polegadas (resolução de 320×400).

A destacar, no espaço que separa o teclado do ecrã propriamente dito, uma zona para os gestures (que não é mais que uma extensão do display principal) para a navegação no WebOS.

O resto do hardware nivela-se por baixo em relação à concorrência. O CPU, embora ligeiramente mais fraco que no Palm Pre, mantém a experiência fluída do WebOS. A câmara de 2 megapixels com flash e uns muito razoáveis 8 gb de memória interna contribuem para um pacote competente, ao nível dos requisitos actuais.

Em falta, possivelmente a pensar nos planos de dados das operadoras, o wireless – uma opção que, ainda que discutível, é coerente na linha de produtos da Palm e permite um preço (pensa-se) mais baixo.

O que não é novidade, infelizmente, é a ausência de qualquer terminal WebOS por terras lusas, sem qualquer data de lançamento prevista; quem perde, como sempre, é o utilizador.

Em resumo:

  • sistema operativo WebOS
  • formato candybar
  • teclado QWERTY completo
  • display de 2,63 polegadas (320×400)
  • câmara de 2 megapixels com flash
  • 8 gb de memória interna
  • sem wireless
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Python 3.0

Python

A tecnologia evolui e tudo em redor dela necessita também de evoluir. Sem a evolução da tecnologia, não existem novos horizontes, o que limitam o progresso da mesma.

A linguagem de programação Python, uma das mais conhecidas linguagens de desenvolvimento, viu a sua sintaxe de certa forma renovada na ultima versão.

O Python é uma linguagem de programação dinâmica orientada por objectos, utilizada actualmente para desenvolvimento de bastante aplicações desktop e web.

A linguagem é multi-plataforma, sendo possível correr em Windows, Linux ou qualquer outro sistema Nix*, macOSx, OS/2, AmigaOS, Palm ou telemóveis Nokia. Para alem disso é possível corre-la em máquinas virtuais Java e .Net.

A nova versão Python 3.0 veio dar seguimento a esta excelente linguagem de programação e existem várias alterações a nível de sintaxe, como mudança de operadores, entre outros.

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Dia da mãe

Obrigado porque tiveste na tua vida um lugar para a minha vida, renunciando a tantas coisas boas que poderias ter saboreado. Porque – mais do que isso – fizeste da tua vida um lugar para a minha. E de muitas maneiras morreste para que eu pudesse viver.

Porque não eras corajosa, mas tiveste a coragem de embarcar numa aventura que sabias não ter retorno.

Porque não fizeste as contas para avaliar se a minha chegada era conveniente: abriste simplesmente os braços quando eu vim.

Porque não só me aceitaste como era, como estavas disposta a aceitar-me fosse eu como fosse. Porque dirias "o meu filhinho" mesmo que eu tivesse nascido deformado e me contarias histórias ainda que eu tivesse nascido sem orelhas. E me levarias ao colo mesmo que eu fosse leproso. E, mesmo com tudo isso, me mostrarias com orgulho às tuas amigas. Porque seria sempre o teu bebé lindo.

Devo-te isso, embora não tenha acontecido, porque o farias.
Obrigado porque não tiveste tempo para visitar as capitais da Europa. Porque as tuas amigas usavam um perfume de melhor qualidade que o teu. Porque, sendo mulher, chegaste a esquecer-te de que havia a moda.

Porque não te deixei dormir e estavas sorridente no dia seguinte. Porque foste muitas vezes trabalhar com manchas de leite na blusa. Porque me sossegaste dizendo "não chores, filho, que a mãe está aqui", e estar no teu regaço era tão seguro como dormir na palma da mão de Deus.

Obrigado porque é pensando em ti que posso entender Deus.

Obrigado porque não tiveste vergonha de mim quando eu fazia birras nos museus, ou me enfiava debaixo da mesa do restaurante porque queria comer um gelado antes da refeição. E porque suportaste que eu, na adolescência, tivesse vergonha de que os meus amigos me vissem contigo na rua.

Obrigado porque fizeste de costureira e aprendeste a fazer bolos. Porque fizeste roupas e máscaras para as festas da escola. Porque passaste uma boa parte dos fins de semana a ver jogos de rugby ou de futebol para que – quando eu perguntasse "viste-me, mãe, viste-me?" – pudesses responder com sinceridade e orgulho "é claro que te vi!".

Obrigado por o teu coração ser do tamanho de me teres dado irmãos. Como eu seria pobre se não os tivesse!

Obrigado pelas lágrimas que choraste e nunca cheguei a saber que choraste.

Obrigado porque me ralhaste quando me portei mal nas lojas, quando bati os pés com teimosia, quando "roubei" batatas fritas antes de o jantar estar servido, quando atirei a roupa suja para um canto do quarto. Obrigado por me teres mandado para a escola quando não me apetecia e inventava desculpas. E por me teres mandado fazer tarefas da casa que tu farias bem melhor e muito mais depressa.

Obrigado por teres mantido a calma quando eu num dia de chuva fui consertar a bicicleta para a cozinha, ou quando arranjei uma namorada de cabelo verde…

Obrigado por teres querido conhecer os meus amigos, e por todas as vezes que não me deixaste sair à noite sem saberes muito bem com quem ia e onde ia.

Obrigado porque eu cresci e o teu coração parece ter também crescido. Porque me deste coragem. Porque aprovaste as minhas escolhas, e te mantiveste a meu lado apesar de ter passado a haver a distância. Porque levantas a cabeça – mesmo sabendo que eu estou muito longe – quando vais na rua e ouves alguém da multidão chamar: "mãe!".

Obrigado por guardares como tesouros os desenhos que fiz para ti na escola quando era, como hoje, o Dia da Mãe. E por ficares à janela a ver partir o carro, quando me vou embora, comovendo-te com os meus sinais de luzes.

Obrigado – já agora… – por não teres esquecido quais são os meus pratos favoritos; por o sótão da tua casa poder ser uma extensão do sótão da minha casa; por teres ainda no mesmo lugar a lata dos biscoitos…

por Paulo Geraldo
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Como descobrir passwords de arquivos em GNU/Linux

Alguma vez vos aconteceu alguém vos enviar um arquivo com protegido, mas esquecer-se de dizer qual é a password e depois não se conseguir lembrar dela? Ou então compactarem alguns ficheiros e nunca mais se recordam da palavra-passe?
Quando alguma destas situações se passar convosco e se estiverem a utilizar GNU/Linux, podem descarregar uma aplicação chamada RarCrack. Este programa utiliza o método de bruteforce para tentar encontrar a password de arquivos rar, zip e 7zip.
As instruções de instalação são simples: primeiro, têm que descarregar e descompactar a aplicação; depois, abrem um terminal e navegam até à pasta da aplicação; e, de seguida, executam o comando make, seguido de sudo make install.
Agora que o programa está instalado, basta executar o comando rarcrack (rarcrack arquivo.zip), seguido do arquivo com password – se quiserem, podem utilizar alguns parâmetros. Para verem quais os parâmetros disponíveis, digitem o comando rarcrack –help ou man rarcrack.

Este processo de bruteforce pode ser bastante lento, principalmente num computador mais antigo. Mas é preferível esperar umas horas, que causar danos irreversíveis no teclado, não é?

via Ubuntu Unleashed

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Firefox 3.0 beta4

A mais recente – e possivelmente penúltima – beta do Firefox 3.0 foi lançada pela Mozilla, para os três sistemas operativos mais populares (GNU/Linux, Mac OS X e Windows) e em diversos idiomas.

Se já utilizaram uma das betas anteriores, não vão notar grandes novidades ao nível do interface. Mas lá dentro, nas entranhas do bicho, existem várias novidades. Uma delas, talvez até a maior, é o uso do Profile Guided Optimization (PGO), que permite ao browser ter uma maior performance, principalmente em sites que utilizam Javascript – se acederam ao Gmail com uma das betas anteriores do Firefox, sabem bem do que estou a falar.

Outra novidade é a aparição do Places – Biblioteca, na versão portuguesa. Este é o novo local de organização dos favoritos e de acesso ao histórico. Na Biblioteca, o utilizador pode adicionar tags aos favoritos, pesquisar no histórico e nos favoritos, criar pesquisas inteligentes que se actualizam conforme vão ocorrendo alterações e realizar cópias de segurança.

A quarta beta do Firefox 3.0 tem ainda mais novidades, como a melhor integração do tema com o Windows XP e Vista. Para saberem quais são, nada melhor que experimentarem. Algumas extensões poderão não funcionar, mas basta seguir esta nossa dica e boa parte delas funcionará sem grandes problemas.

Download


Esta pequena caixa de selecção foi adaptada do site Cybernetnews.com.

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Onde encontrar wallpapers

O wallpaper é um componente importante de qualquer desktop, principalmente quando se utiliza o computador durante muito tempo. Para terem o vosso desktop com uma imagem agradável, o mais recente membro da rede Webtuga, deskmodpt.org, faz uma selecção constante de wallpapers – mas não só.

Quem também fez uma selecção de imagens de fundo foram os blogs bitaites.org e smashingmagazine.com: o primeiro fez uma lista de sites onde se podem encontrar wallpapers e o segundo fez uma selecção de alguns wallpapers, divididos em categorias.

Já de agora, aproveito para lançar um desafio: personalizem o vosso desktop e deixem um screenshot nos comentários.

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Como remover ficheiros de uma forma definitiva em GNU/Linux

Quando um ficheiro é removido, pode ser recuperado. Por vezes dá jeito fazer essa recuperação; mas nem sempre é assim, e a remoção definitiva de um ficheiro é preferível, principalmente quando vendemos um disco e não queremos que o comprador recupere os dados que este continha.

Para removerem, de forma definitiva, ficheiros em sistemas GNU/Linux, podem utilizar as aplicações shred e secure-delete.

O shred está incluído na maioria das distribuições, por isso basta apenas executar o comando com as várias opções necessárias (para uma lista das opções e como utilizar a aplicação, escrevam shred –help ou man shred).

O secure-delete não é uma aplicação, mas um conjunto de aplicações – srm, smem, sfill e sswap – para remover definitivamente ficheiros, os dados presentes na memória ram, o espaço livre de uma partição e os dados de uma partição swap, sem deixar quaisquer traços dos dados.

via Techthrob.com

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Utilização do Firefox cresceu na Europa em 2007

O Firefox está em bom crescimento, principalmente no velho continente (continente europeu). Parte deste sucesso deve-se ao Internet Explorer, que registo uma queda na utilização.

De acordo com a empresa XiTi Monitor, o Firefox teve um crescimento de 4,8% no espaço europeu, passado dos 23,3% de utilização verificados em Janeiro para os 28% de Dezembro.

Dos vários países europeus, é a Finlândia quem mais utiliza o browser da Mozilla, seguida da Eslovénia, Polónia, Eslováquia e Hungria. Portugal está lá mais para o final da tabela, com uns míseros 21,4%.

Quem também está a crescer é o Opera, com uma percentagem de utilização a rondar os 3,3%.

Portugueses e portuguesas, toca a ir ao site da Mozilla e/ou Opera e a descarregar um destes browsers. Ajudem Portugal a fazer boa figura!

via ArsTechnica

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Trojan tira proveito do Dia dos Namorados

Se, até ao Dia dos Namorados receberem um email em inglês de alguém a dizer que vos ama muito ou algo dentro desse género, não fiquem todos contentes por ter um admirador(a) secreto(a). Fiquem antes com um pé atrás, porque quase de certeza que esse email foi enviado pelo Storm, um trojan que vai tornar o vosso computador num zombie de uma botnet.

Este aviso foi dado pelas empresas de segurança Symantec, F-Secure, Sunbelt Software e Sans Institute, que afirmam que o Storm irá voltar à carga no Dia dos Namorados e enviará emails com assuntos como "sent with love" e "falling in love with you". Nesses emails estará uma link que redirecciona o utilizador para uma página com uma aplicação maliciosa que, quando executada, infecta o sistema.

Não se esqueçam que, online, todo o cuidado é pouco. Não descarreguem ficheiros de fontes pouco ou nada fidedignas; não confiem em todos os emails que recebem, principalmente naqueles com anexos, mesmo que sejam de endereços conhecidos; não instalem as aplicações que vos dizem que o vosso computador só estará protegido se instalarem essas mesmas aplicações; não cliquem nos banners que estão sempre a piscar ou dizem que ganharam qualquer coisa; e não reenviem toda a tralha que recebem na caixa de correio (powerpoints e afins) para os vossos contactos, pois estão a ajudar a espalhar malware, mesmo que a intenção seja boa.

Fonte: VNUNet

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AOL junta email ao alojamento de ficheiros

A AOL juntou o seu serviço de email e de alojamento de ficheiros para permitir que enviem anexos com algum tamanho. Nada de extraordinário, não fosse uma "pequena" particularidade que supera as actuais soluções: os anexos podem ter até 5GB.

Os 5GB de anexos são possíveis graças ao XDrive, o serviço de alojamento de ficheiros adquirido pela AOL, cujo limite para as contas gratuitas é o mesmo do tamanho dos anexos: 5GB.

Experimentei esta nova funcionalidade e quase tudo funcionou bem. Enviei o ficheiro, escolhi a opção de disponibilização do ficheiro através de uma link segura, recebi o email um minuto depois, mas quando cliquei na link, ela não abriu nada; em vez disso, apareceu um aviso a dizer que o certificado tinha expirado no dia 15 de Novembro. Retirei o s do https e funcionou – e o ficheiro descarregado manteve a extensão.

Talvez este pequeno problema com as ligações seguras seja temporário, mas é irritante, principalmente se quisermos adicionar alguma segurança ao envio de ficheiros sensíveis. Mesmo assim, é uma boa opção para enviar ficheiros muito grandes.

{Fonte: Download Squad}