Alternativas ao software da Adobe

Adobe Logo

A Adobe tem produtos fantásticos. No entanto, a maioria deles são pagos e o preço podemos dizer que não é muito acessível. Mas, para grandes males, grandes remédios.

Se as licenças do software da Adobe são caras, apesar de valerem o seu preço, nada melhor do que procurar por alternativas gratuitas, das quais algumas até poderão ser open-source. Por isso, fica aqui uma lista de aplicações alternativas ao software da Adobe.

Photoshop

O Photoshop é um poderoso editor de imagem que permite adicionar filtros e pequenos efeitos e dessa forma obter resultados espantosos. Como alternativa, temos para lhe apresentar o Gimp, uma ferramenta gratuita e opensource que permite obter resultados próximos dos obtidos no Photoshop.

DreamWeaver

Este é um dos mais completos IDEs para Web. O DreamWeaver permite utilizar templates pré-definidos e tem um sistema autocomplete para sintaxe de linguagens como PHP, CSS, JavaScript, entre outras. Por outro lado, temos o Nvu, com binários disponíveis para Linux, Windows, OSx e FreeBSD, torna-se numa simples aplicação que o irá ajudar a criar XML, CSS e JavaScript.

Adobe Premiere

Trata-se de um software de edição de vídeo bastante completo e ao mesmo tempo de fácil utilização. Funciona em conjunto com outras aplicações da Adobe e permite criar animações profissionais. Por sua vez, o Avidemux é uma boa opção ao Premiere, permitindo executar simples tarefas nos seus vídeos, tais como cortar pequenas partes, filtros e permite a automatização de tarefas. Está disponível sob a licença GNU GPL e funciona em Linux, BSD, MacOSx e Windows. Para além do Avidemux, existe também o cinelerra, que é tão bom ou ainda melhor que o Premiere.

Adobe Reader

Hoje em dia, a maioria dos documentos partilhados na Internet estão no formato PDF ou DOC. O Adobe Reader é uma aplicação que permite não só a visualização deste tipo de documentos em modo off-line, mas também online, integrando-se como plug-in no seu browser. Alternativamente, poderemos usar o Foxit PDF Reader em Windows, visto que em macOSx e em Linux já existem leitores de PDF por omissão, apesar do mesmo estar disponível para Linux e outras plataformas.

Adobe Flash

Cada vez mais presente nas mais conhecidas plataformas, a tecnologia Flash permite desenvolver aplicações e pequenas animações e reproduzir em vários gadgets, no entanto, a sua aplicação na criação de sites tem sido cada vez maior e agora que o Google passará a indexar sites com conteúdo Flash, poderá vir a ser uma grande aposta para o futuro. SMIL, ou Synchronized Multimedia Integration Language, é a opção ao Flash apresentada pela W3C.

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Torna a PlayStation 3 num servidor multimédia com GNU/Linux

Um dos pontos fortes dos sistemas operativos livres, seja o GNU/linux, FreeBSD, OpenBSD ou outro, é a sua portabilidade: tanto podem correr num x86, como num x86_64, SPARC, PPC, etc. Isto faz com que seja possível usá-los em imensas plataformas.

Uma dessas plataformas é a PlayStation 3, da Sony, que pode ser usada como Media Server (servidor de conteúdos multimédia). Para saberem como a podem tornar no vosso servidor multimédia caseiro, leiam o tutorial do howtoforge.com.

Alojamento Web

Como instalar temas do Gnome para todos os utilizadores do sistema

Normalmente, quando querem instalar um tema no Gnome, vão a "Sistema > Preferências > Aparência" e, ou clicam no botão "Instalar" e seleccionam o arquivo tar.gz, ou arrastam esse arquivo para a janela "Preferência de Aparência".
Este é, sem dúvida, o método mais rápido para instalar um tema que se descarregou de um qualquer site. Só que assim ele só vai ficar disponível na vossa conta.
Se quiserem disponibilizar esse tema para todas as contas do sistema, primeiro têm que descompactar o arquivo e depois copiá-lo para a pasta /usr/share/themes. Como apenas o root ou um utilizador com os mesmos privilégios pode colocar ficheiros nesta pasta, têm que abrir o Nautilus em modo de administrador. Para isso, têm que clicar em alt+F2, escrever o comando gksudo nautilus /usr/share/themes (isto vai abrir o Nautilus com privilégios de root, na pasta /usr/share/themes) e depois mover a pasta criada após a descompressão do arquivo para a pasta aberta no Nautilus.
Isto, à partida, funciona na maioria das distribuições de GNU/Linux. Nos sistemas BSD, não sei se a localização dos temas é a mesma.

Se não souberem onde encontrar temas para o Gnome, visitem o site gnome-look.org. Os temas, wallpapers, ícones, e por aí fora são às centenas.

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Microsoft alarga tempo de vida do Windows XP nos computadores económicos

A Microsoft anunciou que vai estender o suporte para o Windows XP até 30 de Junho de 2010 ou até um ano após o lançamento de uma nova versão do Windows. O problema para os utilizadores do XP é que isto é só para as licenças vendidas para computadores económicos, como o Asus EEE PC.

Quem tiver uma licença do Windows XP para um computador "normal", vai ficar sem suporte em Junho deste ano. Ou, pelo menos, até a Microsoft decidir alargar novamente o prazo de vida do XP.

Quando chegar o fim do suporte do Windows XP, que irão fazer? Eu aconselho-vos vivamente a adoptar um sistema livre – aliás, aconselho-vos a adoptar um sistema livre já! Têm muito por onde escolher – GNU/Linux, FreeBSD, etc – e podem experimentar vários sem que isso não vos pese na carteira.

via efluxmedia.com

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Gnome Do 0.4.0 disponível

David Siegel anunciou o lançamento da mais recente versão do Gnome Do, Gnome Do 0.4. Esta versão introduz algumas funcionalidades interessantes, que passarei a enumerar.

A maior novidade do Gnome Do é esta aplicação poder ser utilizada em ecrãs pequenos, como o monitor do Asus Eee PC, sem ocupar boa parte da imagem.

gnome do

Outra novidade é a introdução de um novo interface, semelhante ao do KDE 4. Para ver o Gnome Do com esse interface, basta executar a aplicação com o parâmetro –glassframe.

Para facilitar o acesso à pasta de plugins, foi adicionado um menu ao Gnome Do que permite abrir esta pasta automaticamente, o que facilita a vida ao utilizador na hora de gerir os plugins.

Mais novidades são a adicção de novos plugins, como o plugin para o Twitter ou o plugin para o Google Reader, e o funcionamento das teclas de atalho mesmo sem a presença do Tomboy no sistema.

Os utilizadores que desejarem instalar a nova versão do Gnome Do, podem descarregar e compilar a aplicação.

A imagem, disponibilizada sob a licença Creative Commons 2.0 by-sa, é da autoria do próprio autor da aplicação.

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Aumenta a performance do GNU/Linux com o preload

Um sistema GNU/Linux – e também os *BSD – pode ser optimizado para a máxima performance num computador. Para isso, o utilizador tem que recompilar todo o sistema para a arquitectura que usa e recompilar o kernel só com o que necessita. Ainda se podem fazer mais umas quantas coisas, mas isso não vem ao caso.

Uma distribuição conhecida que faz a primeira parte – compilar o sistema optimizado para a arquitectura onde está instalado – é o Gentoo. Mas compilar todo o sistema é, digamos, um processo moroso como o caraças.

Podem obter à mesma um melhor desempenho com a vossa distribuição sem compilar seja lá o que for. Precisam apenas de instalar o preload, uma aplicação que cria cache das aplicações mais utilizadas, poupando algum trabalho ao processador, o que se traduz num aumento de performance.

No Debian e respectivos clones (Ubuntu, Sidux, etc, etc, etc), basta um simples apt-get install preload para instalar este programa.

Depois de instalada, esta aplicação tem que ser configurada. Infelizmente, têm que editar um ficheiro de texto (/etc/preload.conf); mas o processo não parece ser nada de muito complicado. Se necessitarem de um guia, descarreguem o PDF escrito por Behdad Esfahbod, o criador desta aplicação.

Depois de instalada, configurada e executada, esta aplicação pode melhorar a performance de algumas aplicações até 50%. Juntem a isto um gestor de janelas leve, como o OpenBox, e têm um computador que parece o Forest Gump a correr.

via Techthrob.com

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Transmission: o novo cliente bittorrent do Ubuntu

Várias mudanças são esperadas na próxima versão do Ubuntu. Uma delas é o novo cliente de bittorrent que virá instalado por defeito: o Transmission.

O Transmission está disponível para GNU/Linux, Mac OS X, FreeBSD, OpenBSD, NetBSD e Solaris, é muito leve e tem todas as funcionalidades necessárias a um cliente de bittorrent (UPnP, NAT-PMP, controlo geral e individual da velocidade de download e upload, etc).

A minha experiência com esta aplicação é muito positiva. Actualmente, é o meu cliente de bittorrent padrão, que uso para descarregar as várias distribuições que vou experimentando.

Esperem um excelente cliente de bittorent no Ubuntu.

via torrentfreak.com

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Deixem jogar o Windows XP

Se já era sabido que o Vista é mais um falhanço, esta notícia vem confirmá-lo: em 36 horas, mais de 12 mil utilizadores assinaram uma petição da InfoWorld, chamada "Save XP", para a Microsoft não deixar de comercializar o Windows XP.

A InfoWorld, com esta petição, pretende manter o XP indefinidamente. Não percebo porquê, já que o Windows XP não é grande sistema operativo e o que não faltam são sistemas operativos a sério e modernos: GNU/Linux, FreeBSD, TrueBSD, OpenSolaris, Mac OS X, etc! Talvez fosse altura desta gente conhecer um sistema operativo a sério, digo eu.

"We’re going for the loud-and-clear option. Join us, and tell Microsoft that you want to keep XP available indefinitely. Not for another six months or a year but indefinitely. "

Se vocês têm o bom senso de não quer utilizar o Windows Vista, mas preferem manter um sistema sistema arcaico e mau (lamento, mas é esta a opinião que tenho), assinem a petição.

Fonte: Tek.sapo.pt

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As novidades do KDE 4.0

Após alguns atrasos, a versão 4.0 do gestor de desktop KDE, utilizado em várias distribuições de GNU/Linux e *BSD, chegou finalmente. Nova cara, maior performance e muito eye-candy são algumas das muitas novidades.

Nesta nova versão estável do KDE, houve uma reconstrução do núcleo do KDE, com recurso às novas bibliotecas QT, versão 4, da Trolltech. O uso destas novas bibliotecas traduz-se num aumento de performance, ao mesmo tempo que se adiciona suporte para composite, e numa superior framework multimédia.

Após muitos anos a servir fielmente a gestão de ficheiros e navegações web do KDE, o Konqueror foi relegado apenas para web browser, passando o papel da gestão de ficheiros ao Dolphin, que tem um interface mais intuitivo e simples. Mas, caso prefiram utilizar o Konqueror para gestor de ficheiros, podem configurar o KDE para isso.

Esta nova cara do KDE 4.0 é, sem dúvida, muito superior à anterior. Tanto os ícones como o tema são fruto do trabalho do projecto Oxygen, do qual faz parte o "nosso" Nuno Pinheiro – que, verdade seja dita, tem feito um trabalho, no mínimo, excelente. Pena é aquele menu de acesso às aplicações, que não me agrada muito – prefiro algo na onda do menu do GNOME.

Muitas aplicações do KDE sofreram alterações ao nível do interface e das suas funcionalidades. Exemplos disso são o visualizador de imagens Gwenview e o visualizador de documentos Okular. O Amarok é que, para infelicidade dos utilizadores do KDE, só vai ter nova versão daqui a algum tempo.

Ao contrário do que as vozes da desgraça dizem, eu não acredito que o KDE vá rivalizar com o GNOME, ou vice-versa. Esta nova versão do KDE é apenas mais uma excelente escolha, no meio de tantas, para os desktops livres. É certo que eles competem entre si, mas isso só é bom para os utilizadores, pois essa competição resulta num maior e melhor desenvolvimento.

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Sincronize o Google Docs com o OpenOffice

Se são utilizadores do OpenOffice e do Google Docs e gostavam de ter os dois sincronizados, o plugin OpenOffice.org2GoogleDocs é para vocês.

O OpenOffice.org2GoogleDocs permite sincronizar os documentos do vosso desktop e do Google Docs, para que tenham sempre uma cópia online e outra offline.

Este plugin é multi-plataforma, o que quer dizer que corre em GNU/Linux, Windows e Mac OS X – talvez até em FreeBSD. Basta apenas ter a versão 6 de Java instalada.

Para instalar o OpenOffice.org2GoogleDocs, têm que abrir uma aplicação deste pacote de aplicações de produtividade, ir ao menu "Ferramentas > Gestor de Extensões" e carregar o plugin.

{OpenOffice.org2GoogleDocs, via Lifehacker}